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		<title>Wiki Cambuí - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Capa_Face.jpg/400px-Capa_Face.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Flávio Ferraz'', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]], por João Antonio Guimenti&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[João Belisário, sua vida e seus crimes, livro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e8/Belisariocapa.jpg/180px-Belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Francisco Cândido de Brito Lambert]], o Coronel Lambert&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b5/CelLambert.jpg/120px-CelLambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a3/Cambui1925b.jpg/128px-Cambui1925b.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência &amp;amp; Tecnologia ==&lt;br /&gt;
* [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Eclipses do Sol]], de 1907 a 2840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]], um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]];  [[Apelidos]];  [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Capa_Face.jpg/400px-Capa_Face.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Flávio Ferraz'', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[João Belisário, sua vida e seus crimes, livro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e8/Belisariocapa.jpg/180px-Belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Francisco Cândido de Brito Lambert]], o Coronel Lambert&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b5/CelLambert.jpg/120px-CelLambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a3/Cambui1925b.jpg/128px-Cambui1925b.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência &amp;amp; Tecnologia ==&lt;br /&gt;
* [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Eclipses do Sol]], de 1907 a 2840.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]], um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]];  [[Apelidos]];  [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_pasto_do_Laudelino&amp;diff=1133</id>
		<title>O pasto do Laudelino</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/700px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pasto que Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi ''gaverna''; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecimentos: ''Lilian Eiras, Tito e Ednir''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem o Pasto do Laudelino''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
# [[Viagem à Lua]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Almanaque_de_Cambu%C3%AD&amp;diff=1131</id>
		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem o Pasto do Laudelino''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
# [[Viagem à Lua]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Almanaque_de_Cambu%C3%AD&amp;diff=1130</id>
		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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				<updated>2015-10-19T21:47:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem o Pasto do Laudelino''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
# [[Viagem à Lua]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Almanaque_de_Cambu%C3%AD&amp;diff=1129</id>
		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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				<updated>2015-10-19T21:47:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
# [[Viagem à Lua]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;right&amp;gt;''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&amp;lt;/right&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
# [[Viagem à Lua]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(right&amp;gt;''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&amp;lt;/right&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
# [[Viagem à Lua]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Amarcord.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vou começar pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;br /&gt;
# [[Boa tarde, seu Lázaro!]]&lt;br /&gt;
# [[Não custa nada / Preencher formalidade (*)]]&lt;br /&gt;
# [[O cambuiense voador]]&lt;br /&gt;
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		<title>Viagem à Lua</title>
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				<updated>2015-10-19T21:43:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;No fundo da casa da tia Hercília, na rua Caramuru, Lúcio e seu primo faziam foguetes naquelas férias de 1962. Nada muito complicado ou que demorasse muito tempo. Um tubo de alumínio e pólvora feita na despensa: carvão do fogão a lenha, enxofre comprado na farmácia e salitre na loja de produtos agrícolas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os foguetes eram um sucesso, a vizinhança corria para ver, mas, só anos mais tarde, quando a infância tinha ido embora, é que descobriram que alumínio em pó misturado na pólvora ou permanganato de potássio com açúcar dariam um foguete muito melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, o primo do Lúcio tinha lido que a onda agora era foguete de combustível líquido. Então construíram um de gasolina. Coloca-se fogo embaixo, o vapor da gasolina subiria e desceria pelo tubo central, tudo rabiscado num caderno de desenho, portanto infalível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foguete foi construído rapidamente e levado no fundo da horta, no meio do milharal, antes do rio. Foi colocado fogo na estopa ao redor do foguete e os dois correram a uma boa distância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passado um minuto, nada. Foram, então, aos poucos, cautelosos, se aproximando da rampa de lançamento. Um fogo mixuruca na base. Então eles se aproximaram e... o foguete explodiu. Uma enorme bola de fogo subiu queimando o milharal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passado o susto, os dois ficaram muito contentes. Como foguete foi um fracasso, mas como explosão foi muito legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Acviagemalua.jpg/256px-Acviagemalua.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Viagem_%C3%A0_Lua&amp;diff=1124</id>
		<title>Viagem à Lua</title>
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				<updated>2015-10-19T21:42:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: Criou página com 'No fundo da casa da tia Hercília, na rua Caramuru, Lúcio e seu primo faziam foguetes naquelas férias de 1962. Nada muito complicado ou que demorasse muito tempo. Um tubo de...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;No fundo da casa da tia Hercília, na rua Caramuru, Lúcio e seu primo faziam foguetes naquelas férias de 1962. Nada muito complicado ou que demorasse muito tempo. Um tubo de alumínio e pólvora feita na despensa: carvão do fogão a lenha, enxofre comprado na farmácia e salitre na casa de produtos agrícolas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os foguetes eram um sucesso, a vizinhança corria para ver, mas, só anos mais tarde, quando a infância tinha ido embora, é que descobriram que alumínio em pó misturado na pólvora ou permanganato de potássio com açúcar dariam um foguete muito melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, o primo do Lúcio tinha lido que a onda agora era foguete de combustível líquido. Então construíram um de gasolina. Coloca-se fogo embaixo, o vapor da gasolina subiria e desceria pelo tubo central, tudo rabiscado num caderno de desenho, portanto infalível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foguete foi construído rapidamente e levado no fundo da horta, no meio do milharal, antes do rio. Foi colocado fogo na estopa ao redor do foguete e os dois correram a uma boa distância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passado um minuto, nada. Foram, então, aos poucos, cautelosos, se aproximando da rampa de lançamento. Um fogo mixuruca na base. Então eles se aproximaram e... o foguete explodiu. Uma enorme bola de fogo subiu queimando o milharal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passado o susto, os dois ficaram muito contentes. Como foguete foi um fracasso, mas como explosão foi muito legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Acviagemalua.jpg/256px-Acviagemalua.jpg&lt;br /&gt;
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== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
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	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Igreja_Matriz_Nossa_Senhora_do_Carmo&amp;diff=1106</id>
		<title>Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico sobre a Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo&amp;quot; A história de Cambuí participa da mesma história de tantas localidades que foram surgindo por toda parte. Nossos antepassados, cristãos católicos, à sombra da cruz de Cristo, foram plantando nossas cidades nos sopés das montanhas ou em seus cumes ou até mesmo às margens dos rios. Em ação de graças ou em cumprimento de um voto ou promessa, querendo homenagear um santo de sua devoção, alguém se propunha a construir uma igreja ou capela. Era necessária autorização do Bispo que exigia um terreno formando um patrimônio junto a Igreja. Aquele patrimônio ia sendo cedido, arrendado ou doado aos fiéis, conforme suas posses. Ia se formando uma nova igreja-comunidade, em torno daquela Igreja-Templo, era uma filial de uma comunidade maior à qual pertencia. Assim nasciam as cidades ou paróquias do Brasil e de Minas Gerais: surge uma capela, forma-se um grupo de fiéis; se aí passa a morar um padre têm-se uma capela curada, com reconhecimento do Bispo Diocesano vai ser uma freguesia ou uma paróquia. A primeira referência escrita ao nome de CAMBUÍ, encontra-se em um registro de batismo na Paróquia de Camanducaia em 13 de dezembro de 1789. Assim encontram-se referências a outros bairros próximos: Roseta, Rio do Peixe e outros, isto entre 1787 e 1785. Hoje se tem como certo que o nome cambuí é de origem indígena não com o sentido de água leitosa, mas como nome de uma árvore da família das mirtáceas, abundante na região. O livro “A Diocese de Pouso Alegre no ano jubilar de 1950&amp;quot; e o livro “Biogeografia de uma cidade mineira” do professor Levindo Furquim Lambert que entre outras fontes citam &amp;quot;Genealogia Paulistana&amp;quot; servem de base para estes dados referentes à fundação da Paróquia. No início do século passado, um movimento iniciado pelo Capitão Francisco Soares de Figueiredo encontrou como colaborador o Capitão Joaquim José de Morais e sua mulher, oriundos de Pitanguí e Campanha, que adquiriram terras de propriedade de Inácio de Souza e sua mulher Maria de Jesus Oliveira, pela quantia de três dobras de ouro em 6 de maio de 1813, providenciando para que, já em 12 de maio de 1813, mediante procuração, tais terras fossem doadas para Nsa. Sra. do Carmo. De maio a novembro de 1813 foi construída a capela que foi visitada e benta pelo Pe. Joaquim Conrado de Oliveira antes coadjutor em Camanducaia, que passou a ser ali Capelão Particular. A Câmara Episcopal de São Paulo atendendo a pedido de 24/12/1813 do Capitão Soares considerou erigida canonicamente em fevereiro de 1814 a Capela de Nsa. Sra. do Carmo de Cambuí. Apesar das datas acima o Prof. Levindo F. Lambert no livro acima citado insere um Fac-Simile de um alvará em que D. João VI, príncipe regente aprova a ereção da capela de Nsa. Sra. do Carmo do Cambuí com data de 12 de dezembro de 1812(tal documento, diz o autor ser da Cúria de Pouso Alegre). Até aqui tudo se passou no lugar chamado &amp;quot;Cambuí- Velho&amp;quot;. Em agosto de 1834 os moradores do Cambuí fizeram uma petição à Cúria de São Paulo para mudarem a capela para outro lugar (o atual). Em 23 de setembro de 1834 saiu a provisão para a mudança. A capela e todos os moradores então se mudaram. Houve grande progresso e já em 15 de outubro de 1834 o Padre e Senador do Império José Bento Leite Ferreira de Mello na qualidade de Visitador Ordinário das Freguesias do Bispado de São Paulo na Província de Minas Gerais deu provisão de Capela Curada à nova capela do Cambuí, tornando-a independente da Freguesia de Camanducaia. Em 1840 uma então fundada Ordem Terceira de São Francisco tentou mas não conseguiu, por parecer contrário do vigário de Camanducaia Pe. Joaquim José de Mello, criar uma capela no Cambuí- Velho. A Lei Provincial no. 571 de 01/06/1850 elevou Cambuí a Freguesia isto é Paróquia. Na ordem civil, devemos também ressaltar os seguintes acontecimentos marcantes, que demonstram o progresso de Cambuí nos anos seguintes: - elevação à Vila, em 27 de julho de 1889, pela Lei provincial no. 3712; - elevação à Cidade, em 24 de maio de 1892, pela Lei Estadual no. 23. Cambuí sempre teve um povo muito religioso. Prova disto é o número de filhos daqui que seguiram e seguem a vocação sacerdotal e religiosa: Mons. Aristeu Lopes, Mons. Afonso Ligório Rosa, Pe. Afonso Carvalho, Pe. Vicente Marques, Pe. Benedito Tadeu Rosa, Pe. Antonio Marques Ferreira, Pe. José Aparecido Cavalcanti Franco, Pe. Otávio Marques Ferreira, Pe. Braz Antonio Fonseca, Pe. Arlindo Francisco da Rosa, Pe. Roberto Fróes, Pe. José Messias Moreira, Pe. Ronival dos Reis e Pe. Sebastião Camilo de Almeida. Mais de 25 filhas de Cambuí abraçaram a vida religiosa são 15 claretianas as restantes são distribuídas em outras congregações como Franciscanas de Nsa. Sra. da Conceição, Clarissas, Filipinas e outras. Não foi possível conseguir e citar os nomes de todas. Há também algumas leigas consagradas. O Saudoso Mons. Aristeu Lopes muito estimado ex-diretor Espiritual do Seminário Arquidiocesano faleceu em Cambuí em 29 de fevereiro de 1996. Do período mais recente da paróquia, devemos certamente ressaltar a forte atuação dos últimos párocos, que relembramos com carinho: Pe. Antonio Pascoal exemplo de caridade e benevolência, Pe. José Arlindo Magalhães, incentivador das antigas irmandades, Pe. Jorge Nogueira, que fez uma ótima reforma na Igreja Matriz de 1957 a 1958 e Pe. Antonio Noronha, que reconstruiu a casa paroquial. Depois do Concílio Vaticano II, com a atuação do Côn. Foch Morais Teixeira vários novos movimentos passaram a funcionar junto aos leigos: Cursilhos de Cristandade Encontro de Casais com equipes diocesana e paroquial aqui se realizaram mais de vinte encontros alguns sob a Direção Espiritual do Pe. Antonio Silva - Missionário Redentorista e dois sob a direção Espiritual do próprio D. José D' Ângelo; Movimento de Jovens e Renovação Carismática Católica que atuam até hoje. Com o empenho direto do Cônego Foch Morais Teixeira Cambuí conta hoje com a Fundação Geriátrica Pe. Antonio Paschoal iniciada em 4/11/73 e concluída em 30/07/75. Também a Igreja Matriz recebeu uma grande reforma de 28/03/83 a 15/01/85 tendo sido sagrada pelo Sr. Arcebispo em 25/01/85. Pe. Narcizo Pires Franco pelo zelo pastoral, que se mostrava na preocupação com a formação dos agentes. Ele incentivou a criação da Pastoral Familiar e os encontros de casais OVISA. Pe. Narcizo, com a colaboração de toda comunidade, construiu o Centro Pastoral São Benedito, hoje, principal local das formações para os leigos em nossa paróquia. Pe. Sebastião Camilo de Almeida, filho de nossa terra, deixou como marcas de seu ministério entre nós, sua alegria e dedicação. Dedicou-se a boa administração dos bens da paróquia, reformando a antiga casa paroquial e construindo o Centro de Atendimento Paroquial, onde também funcionam salas para a catequese. Também empenhou-se na restauração da imagem de Nsa. Sra. do Carmo, que se encontrava em estado de extrema deteriorização. Continuou a missão de formar os agentes, revigorando, principalmente a dimensão Litúrgica. Aproveitamos esta oportunidade para deixar aqui registrado, a nossa sincera gratidão a todos, sacerdotes e leigos, que ao longo destes cento e cinqüenta e sete anos deram a sua contribuição, colocando seus dons a serviço da caminhada desta paróquia dedicada à Nsa. Sra. do Carmo. Fontes na elaboração deste texto: - José Rodrigues Pereira (síntese da parte histórica) - Livro do tombo da Paróquia - Livro Diocese Centenária (1900-2000) - Sr. Aristeu Bueno - Luiz Evangelista Rangel Padilha (ex-sacristão) - Sra. Lourdes Salles (Ex-diretora do Apostolado da Oração, falecida em 2006) - Sr. Onofre Rangel dos Santos (Ex-coordenador dos movimentos paroquiais) - José Rodrigues Marques (Ex-presidente da Congregação Mariana e ex-escrivão da paróquia, falecido em 16 de dezembro de 1965).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na história do Brasil existem poucos exemplos de fundação de cidades que, por motivos estratégicos ou de segurança, foram posteriormente transferidas para locais mais apropriados. A cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, fundada na Urca, local considerado militarmente inadequado para assegurar a sua defesa, foi transferida em 01 de março de 1567 para o Morro do Castelo, atualmente parte do centro da cidade. Cambuí, fundada por volta de 1813 no local hoje denominado Cambuí Velho, também teve sua sede transferida em 1834 para um local conhecido como “Campo Largo”, considerado mais apropriado para o desenvolvimento de uma cidade. Nesse local foi construída uma nova capela e, ao seu redor, o casario para abrigar seus primeiros moradores, dando origem à praça principal, de onde o povoado se irradiou de forma planejada e geométrica nos sentidos norte, leste e oeste. Ao sul a implantação se deu sobre a cumeada de um morro em sentido levemente oblíquo à praça principal. No ano de 1834 a capela foi declarada curato e o novo arraial, “Curato de Nossa Senhora do Carmo de Cambuí”. A praça, ponto de origem da cidade, destacouse como uma moldura da igreja, orientando a formação dos lotes e as construções civis e tornando-se desde cedo área reservada para a circulação e a sociabilidade urbana, local por onde passavam as procissões, os enterros e onde as pessoas se encontravam. De Curato Cambuí, o arraial foi elevado a Freguesia, por meio da Lei nº 471, de 01 de junho de 1850. A criação do município que elevou Cambuí à condição de vila deu-se com a Lei nº 3712, de 27 de julho de 1889, e a vila foi instalada no ano seguinte, em 19 de janeiro de 1890. A comarca de Cambuí foi criada pelo decreto nº 239, de 13 de setembro de 1890. A Lei nº 23, de 24 de maio de 1892, elevou a cidade todas as vilas e sedes de comarcas, dessa forma estava também Cambuí elevada à condição de cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apaixonados por Cambuí,MG 2 de agosto de 2013 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Não custa nada / Preencher formalidade (*)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
1942. Lázaro Silva e Zé da Donana vão a um cassino em Bragança Paulista. Zé da Donana entra, Lázaro Silva é barrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O senhor não pode entrar, que o senhor está sem gravata - diz o porteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lázaro Silva tira o sapato e a meia vermelha. Passa a meia pelo pescoço, dá o nó e ajeita o paletó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Assim está bom? - pergunta para o porteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O senhor, hem? O senhor, hem? Faça-me o favor! Faça-me o favor!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lázaro Silva entrou no cassino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(*) '''Noel Rosa''', ''Cem mil réis'', 1936.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
1942. Lázaro Silva e Zé da Donana vão a um cassino em Bragança Paulista. Zé da Donana entra, Lázaro Silva é barrado.&lt;br /&gt;
- O senhor não pode entrar, que o senhor está sem gravata - diz o porteiro.&lt;br /&gt;
Lázaro Silva tira o sapato e a meia vermelha. Passa a meia pelo pescoço, dá o nó e ajeita o paletó.&lt;br /&gt;
- Assim está bom? - pergunta para o porteiro.&lt;br /&gt;
- O senhor, hem? O senhor, hem? Faça-me o favor!&lt;br /&gt;
Lázaro Silva entrou no cassino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(*) Noel Rosa, Cem mil réis, 1936.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<title>O pasto do Laudelino</title>
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&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/700px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi ''gaverna''; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecimentos: ''Lilian Eiras, Tito e Ednir''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi ''gaverna''; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecimentos: ''Lilian Eiras, Tito e Ednir''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Dos perigos das metáforas visuais</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/de/Acperigodasmetaforas.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/de/Acperigodasmetaforas.jpg&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos começar mesmo é pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;br /&gt;
# [[Os perigos das metáforas visuais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_perigo_das_met%C3%A1foras_visuais&amp;diff=1065</id>
		<title>O perigo das metáforas visuais</title>
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				<updated>2015-10-19T17:28:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/de/Acperigodasmetaforas.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_perigo_das_met%C3%A1foras_visuais&amp;diff=1064</id>
		<title>O perigo das metáforas visuais</title>
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				<updated>2015-10-19T17:27:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/de/Acperigodasmetaforas.jpg&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>O perigo das metáforas visuais</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Maria Magalhães desce a rua do Meio, hoje João Moreira Sales.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando passa pela venda do Juca Lopes, do outro lado da rua, Lázaro Silva, da janela de sua casa, lhe oferece café numa caneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Magalhães solta um punhado de palavrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que ela tem o apelido de ''Maria Caneca''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;https://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AAcperigodasmetaforas.jpg&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;img width=&amp;quot;256&amp;quot; alt=&amp;quot;Acperigodasmetaforas&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_pasto_do_Laudelino&amp;diff=1061</id>
		<title>O pasto do Laudelino</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecimentos: ''Lilian Eiras, Tito e Ednir''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecimentos: [[Lilian Eiras, Tito e Ednir.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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				<updated>2015-10-19T17:19:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos começar mesmo é pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;br /&gt;
# [[Ciência cambuiense]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Ci%C3%AAncia_cambuiense&amp;diff=1058</id>
		<title>Ciência cambuiense</title>
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				<updated>2015-10-19T17:19:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Algumas coisas aprendi quando menino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Para dirigir é necessário ter golpe de vista;&lt;br /&gt;
# Durante a Segunda Guerra os ingleses derrubavam os aviões alemães usando o raio da morte. Os holofotes e as baterias antiaéreas de nada serviam;&lt;br /&gt;
# As bombas atômicas lançadas sobre o Japão tinham o tamanho de uma caixa de fósforo. Não fica claro porque foi usado o B-29, um quadrimotor de 30 metros de comprimento e 43 metros de envergadura pra levar uma bomba tão pequena;&lt;br /&gt;
# O homem nunca foi à Lua, é tudo truque de lente. Isso se aplica as Apolos 11, 12, 14, 15, 16 e 17;&lt;br /&gt;
# Em Belo Horizonte, os aviões tem que desviar das montanhas para não serem atraídos pelo imã do minério de ferro;&lt;br /&gt;
# Maria Zilda, a atriz, é filha de uma pessoa de Cambuí. Ela disse isso numa entrevista que passou de madrugada e não-sei-quem disse que não=sei-quem que viu. &lt;br /&gt;
# Quem escreveu &amp;quot;O direito de nascer&amp;quot; foi um cambuiense;&lt;br /&gt;
# Um importante político teve seus bens confiscados. Só não sai na imprensa, porque ela é toda controlada pelo partido dele;&lt;br /&gt;
# Um sujeito passou a sofrer de hérnia de disco depois que jogaram osso de cachorro no telhado da casa dele. O osso era muito preciso, já que as demais pessoas que moravam na casa não pegaram nenhuma doença;&lt;br /&gt;
# Um sujeito de Borda da Mata inventou o moto-contínuo. Só não mostra, porque teme que os americanos possam roubar sua ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<title>Ciência cambuiense</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Algumas coisas aprendi quando menino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Para dirigir é necessário ter golpe de vista;&lt;br /&gt;
# Durante a Segunda Guerra os ingleses derrubavam os aviões alemães usando o raio da morte. Os holofotes e as baterias antiaéreas de nada serviam;&lt;br /&gt;
# As bombas atômicas lançadas sobre o Japão tinham o tamanho de uma caixa de fósforo. Não fica claro porque foi usado o B-29, um quadrimotor de 30 metros de comprimento e 43 metros de envergadura pra levar uma bomba tão pequena;&lt;br /&gt;
# O homem nunca foi à Lua, é tudo truque de lente. Isso se aplica as Apolos 11, 12, 14, 15, 16 e 17;&lt;br /&gt;
# Em Belo Horizonte, os aviões tem que desviar das montanhas para não serem atraídos pelo imã do minério de ferro;&lt;br /&gt;
# Maria Zilda, a atriz, é filha de uma pessoa de Cambuí. Ela disse isso numa entrevista que passou de madrugada e não-sei-quem disse que não=sei-quem que viu. &lt;br /&gt;
# Quem escreveu &amp;quot;O direito de nascer&amp;quot; foi um cambuiense;&lt;br /&gt;
# Um importante político teve seus bens confiscados. Só não sai na imprensa, porque ela é toda controlada pelo partido dele;&lt;br /&gt;
# Um sujeito passou a sofrer de hérnia de disco depois que jogaram osso de cachorro no telhado da casa dele. O osso era muito preciso, já que as demais pessoas que moravam na casa não pegaram nenhuma doença;&lt;br /&gt;
# Um sujeito de Borda da Mata inventou o moto-contínuo. Só não mostra, porque teme que os americanos possam roubar sua ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] --&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<title>Ciência cambuiense</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Algumas coisas aprendi quando menino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Para dirigir é necessário ter golpe de vista;&lt;br /&gt;
# Durante a Segunda Guerra os ingleses derrubavam os aviões alemães usando o raio da morte. Os holofotes e as baterias antiaéreas de nada serviam;&lt;br /&gt;
# As bombas atômicas lançadas sobre o Japão tinham o tamanho de uma caixa de fósforo. Não fica claro porque foi usado o B-29, um quadrimotor de 30 metros de comprimento e 43 metros de envergadura pra levar uma bomba tão pequena;&lt;br /&gt;
# O homem nunca foi à Lua, é tudo truque de lente. Isso se aplica as Apolos 11, 12, 14, 15, 16 e 17;&lt;br /&gt;
# Em Belo Horizonte, os aviões tem que desviar das montanhas para não serem atraídos pelo imã do minério de ferro;&lt;br /&gt;
# Maria Zilda, a atriz, é filha de uma pessoa de Cambuí. Ela disse isso numa entrevista que passou de madrugada e não-sei-quem disse que não=sei-quem que viu. &lt;br /&gt;
# Quem escreveu &amp;quot;O direito de nascer&amp;quot; foi um cambuiense;&lt;br /&gt;
# Um importante político teve seus bens confiscados. Só não sai na imprensa, porque ela é toda controlada pelo partido dele;&lt;br /&gt;
# Um sujeito passou a sofrer de hérnia de disco depois que jogaram osso de cachorro no telhado da casa dele. O osso era muito preciso, já que as demais pessoas que moravam na casa não pegaram nenhuma doença;&lt;br /&gt;
# Um sujeito de Borda da Mata inventou o moto-contínuo. Só não mostra, porque teme que os americanos possam roubar sua ideia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<title>Ciência cambuiense</title>
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				<updated>2015-10-19T17:17:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: Criou página com 'Algumas coisas aprendi quando menino.  # Para dirigir é necessário ter golpe de vista; # Durante a Segunda Guerra os ingleses derrubavam os aviões alemães usando o raio da...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Algumas coisas aprendi quando menino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Para dirigir é necessário ter golpe de vista;&lt;br /&gt;
# Durante a Segunda Guerra os ingleses derrubavam os aviões alemães usando o raio da morte. Os holofotes e as baterias antiaéreas de nada serviam;&lt;br /&gt;
# As bombas atômicas lançadas sobre o Japão tinham o tamanho de uma caixa de fósforo. Não fica claro porque foi usado o B-29, um quadrimotor de 30 metros de comprimento e 43 metros de envergadura pra levar uma bomba tão pequena;&lt;br /&gt;
# O homem nunca foi à Lua, é tudo truque de lente. Isso se aplica as Apolos 11, 12, 14, 15, 16 e 17;&lt;br /&gt;
# Em Belo Horizonte, os aviões tem que desviar das montanhas para não serem atraídos pelo imã do minério de ferro;&lt;br /&gt;
# Maria Zilda, a atriz, é filha de uma pessoa de Cambuí. Ela disse isso numa entrevista que passou de madrugada e não-sei-quem que viu. &lt;br /&gt;
# Quem escreveu &amp;quot;O direito de nascer&amp;quot; foi um cambuiense;&lt;br /&gt;
# Um importante político teve seus bens confiscados. Só não sai na imprensa, porque ela é toda controlada pelo partido dele;&lt;br /&gt;
# Um sujeito passou a sofrer de hérnia de disco depois que jogaram osso de cachorro no telhado da casa dele. O osso era muito preciso, já que as demais pessoas que moravam na casa não pegaram nenhuma doença;&lt;br /&gt;
# Um sujeito de Borda da Mata inventou o moto-contínuo. Só não mostra, porque teme que os americanos possam roubar sua ideia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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				<updated>2015-10-19T16:12:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem as histórias deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos começar mesmo é pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Almanaque_de_Cambu%C3%AD&amp;diff=1053</id>
		<title>Almanaque de Cambuí</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Almanaque_de_Cambu%C3%AD&amp;diff=1053"/>
				<updated>2015-10-19T16:02:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem os capítulos deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em Cambuí, em 1950, mas morava desde 1951 em São Paulo - com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos começar mesmo é pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecimentos: Lilian Eiras, Tito e Ednir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Almanaque de Cambuí]] ==&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). Agradecimentos: Lilian Eiras, Tito e Ednir.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/600px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). Agradecimentos: Lilian Eiras, Tito e Ednir.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). Agradecimentos: Lilian Eiras, Tito e Ednir.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem os capítulos deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em 1950, de forma é que muito fácil saber quantos anos você tinha - vindo de São Paulo com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos começar mesmo é pelo '''Pasto do Laudelino'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# [[O Pasto do Laudelino]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para Eisler e Climalton, que conheciam bem os capítulos deste '''Almanaque'''.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em 1950, de forma é que muito fácil saber quantos anos você tinha - vindo de São Paulo com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas tem um começo melhor e é esse que realmente interessa.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: Criou página com 'O pasto do Laudelino O Eisler e o Climalton conheciam bem.   1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fanta...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O pasto do Laudelino&lt;br /&gt;
O Eisler e o Climalton conheciam bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – Casa do vô Laudelino e da vó Bel; 2 – Casinha; 3 – Balanço do pé de araticum; 4 – Gaverna do Fantasma. Eu escrevi “gaverna”; 5 – Valo que separava o pasto do outro terreno; 6 - Bambuzal; 7 – Rio Amazonas; 8 – Horta; 9 – Barranco; 10 – Deserto (campo de pouso de disco voador); 11 – Ipê; 12 – Lagoa. Na lagoa assa pinho. No forno, há sapão. 13 – Tesouro de pirata enterrado; 14 – Pomar e canavial; 15 – Casas dos outros; 16 – Árvores bem altas. 17 – Avenida Tiradentes; 18 – Rua Padre Caramuru; 19 – Buraco de tatu; 20 – Bica ou cascata (altas fontes). Agradecimentos: Lilian Eiras, Tito e Ednir.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em 1950, de forma é que muito fácil saber quantos anos você tinha - vindo de São Paulo com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas tem um começo melhor e é esse que realmente interessa.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em 1950, de forma é que muito fácil saber quantos anos você tinha - vindo de São Paulo com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas tem um começo melhor e é esse que realmente interessa.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Luís Carlos Silva Eiras'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que ter um começo e este começo é um fim como se verá. Numa tarde, dois senhores com mais de 60 anos, dois primos, dois grandes amigos, se encontraram depois de muitos anos e a alegria do encontro foi tão grande, que eles se esqueceram de lembrar porque estavam se encontrando: o pai de um deles, tio e também grande amigo do outro, tinha morrido e no dia seguinte seria a sua missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;
Os dois se sentaram à mesa e, enquanto a esposa do que tinha perdido do pai servia o lanche, eles conversaram durante quatro horas sobre a infância que passaram juntos. Amigos, filmes, as travessuras, as correrias, a escola, as notas, os avós, as festas, as aventuras, os gibis, a cidade, as mudanças de pensamento. Riram muito até o tempo esfriou, apareceram outros compromissos e marcaram um almoço para o dia seguinte, quando, depois, iriam para a missa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De madrugada um depois morreu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O outro ficou para escrever isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
***&lt;br /&gt;
Se já se tem um fim, qual seria o começo? A chegada a Cambuí à noite no final de 1956 – você nasceu em 1950, de forma é que muito fácil saber quantos anos você tinha - vindo de São Paulo com sua mãe depois de um dia inteiro de ônibus em estradas de terra. As pessoas sentadas nas poltronas da esquerda se levantaram para ver as luzes da cidade, pequenos pontos amarelos vistos através das janelas. É a sua mais antiga lembrança. Depois, na casa da tia Ercília, você conhece também sua tia Teresa, seus primos Zezé e Pida, e seu primo Lúcio, um pouco mais velho do que você, lhe oferece rapadura – que você detestou. Assim, termina o primeiro dia de que é possível lembrar desse período, que vai durar até o final de 1960, quando numa tarde você vai sair numa Kombi para nunca mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas tem um começo melhor e é esse que realmente interessa.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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				<updated>2015-10-19T15:42:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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		<title>Almanaque de Cambuí</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: Criou página com 'https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/AcpastodoLaudelino.jpg/512px-AcpastodoLaudelino.jpg&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Wiki_Cambu%C3%AD:Sobre&amp;diff=1040</id>
		<title>Wiki Cambuí:Sobre</title>
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				<updated>2015-10-19T11:54:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== '''Informações técnicas'''==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Softwares:''' MediaWiki, PHP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Estatísticas:''' Google Analytics&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Hospedagem''': Micropic, Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Administrador de Redes e Sistemas:''' Samuel Pereira dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Coordenador:''' Luís Carlos Silva Eiras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Página principal]] ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=1039</id>
		<title>O Montanhês</title>
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				<updated>2015-10-19T11:45:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da '''A Montanha''', jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como ''Montanhês''. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha '''A Gazeta''', dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o ''Montanhês'' satiriza pela primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
 ''Eis um ‘belo’ advogado''  &lt;br /&gt;
 ''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
 ''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 ''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 ''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
 ''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 ''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
 ''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engolido, consumido, recolhido em si&amp;quot;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o ''Montanhês'' satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''Muito bem, Senhor Prefeito!''&lt;br /&gt;
 ''Tudo tem que ser bem feito''  &lt;br /&gt;
 ''Ordem em tudo, isto sim!''  &lt;br /&gt;
 ''Somente o que não tem hora''  &lt;br /&gt;
 ''E que entra noite afora''  &lt;br /&gt;
 ''É bilhar ou botequim''  &lt;br /&gt;
 ''Se é pobre, cambuiense''&lt;br /&gt;
 ''O Posto é teu, te pertence''  &lt;br /&gt;
 ''Respeita, porém, o trato:''  &lt;br /&gt;
 ''Se tu ficares doente''  &lt;br /&gt;
 ''Assim, sem mais, de repente''  &lt;br /&gt;
 ''‘Tem que ser’ das doze às quatro!''  &lt;br /&gt;
 ''Se tiveres congestão''  &lt;br /&gt;
 ''Ou mesmo intoxicação''  &lt;br /&gt;
 ''Dor de calo, ou outra dor''  &lt;br /&gt;
 ''Podes ficar sossegado''  &lt;br /&gt;
 ''Serás logo medicado''  &lt;br /&gt;
 ''No Posto pelo doutor''  &lt;br /&gt;
 ''Mas, por Deus, tenhas juízo!''  &lt;br /&gt;
 ''Lembras-te sempre do aviso''  &lt;br /&gt;
 ''Esquecê-lo é fatal!''  &lt;br /&gt;
 ''Se chegares adoecer''  &lt;br /&gt;
 ''É preciso, ‘tem que ser''’  &lt;br /&gt;
 ''das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha''  &lt;br /&gt;
 ''Distribuindo louvaminha'' &lt;br /&gt;
 ''Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:''  &lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;No começo foi ferreiro..''.  &lt;br /&gt;
 ''Em ser honesto, o primeiro:''  &lt;br /&gt;
 ''Homem limpo e é direito!...'' &lt;br /&gt;
 ''Depois num grande salseiro''  &lt;br /&gt;
 ''Quem ganhou muito dinheiro''  &lt;br /&gt;
 ''Com a guerra, aos montões?''  &lt;br /&gt;
 ''Salvando esse salvatério''  &lt;br /&gt;
 ''Do comentário, o critério''  &lt;br /&gt;
 ''Do caso dos caminhões!''  &lt;br /&gt;
 ''Co'esse recurso confuso'',  &lt;br /&gt;
 ''De guerra... caminho escuso...''  &lt;br /&gt;
 ''Câmbio negro... (Que embrulhões!)''  &lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta''  &lt;br /&gt;
 ''À história (sem proposta)''  &lt;br /&gt;
 ''Do caso dos caminhões!...'' &lt;br /&gt;
 ''Vale à salvante embrulhada''  &lt;br /&gt;
 ''(Lenga-lenga salmodiada)''  &lt;br /&gt;
 ''Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!''  &lt;br /&gt;
 ''Salvaguarda da aparência''  &lt;br /&gt;
 ''(Salário sem concorrência)''  &lt;br /&gt;
 ''Do caso dos caminhões!...'' &lt;br /&gt;
 ''Que o Prefeito foi ferreiro'' &lt;br /&gt;
 ''Teve...e tem dinheiro...'' &lt;br /&gt;
 ''De acordo, sem senões!...'' &lt;br /&gt;
 ''Mas — que diabo! — em que ficou''  &lt;br /&gt;
 ''(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)''  &lt;br /&gt;
 ''O caso dos caminhões?...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o ''Montanhês'' volta a pegar um besterol publicado na '''A Gazeta'''. O jornal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mutuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretanto as suspeitas recaem sobre Antônio Anastácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, funcionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''De São Paulo, o Mutuca''  &lt;br /&gt;
 ''Em carta, agora, cutuca''  &lt;br /&gt;
 ''O prefeito a emplacamento''  &lt;br /&gt;
 ''Placas e placas sem fim:''  &lt;br /&gt;
 ''‘Placas em tudo! Vá por mim''  &lt;br /&gt;
 ''Siga o José Nascimento’''  &lt;br /&gt;
 ''Quanto a isso, não contesto''  &lt;br /&gt;
 ''E a favor me manifesto''  &lt;br /&gt;
 ''Do tal da placamania!''  &lt;br /&gt;
 ''Meteu placa em todo o lado''  &lt;br /&gt;
 ''Da cadeia ao mercado...''  &lt;br /&gt;
 ''Salve o ‘ex’ da placaria!...'' &lt;br /&gt;
 ''E aqueles que inda virão''  &lt;br /&gt;
 ''É certo, lembrar-se-ão''  &lt;br /&gt;
 ''Desse governo a...placável''  &lt;br /&gt;
 ''Que com placa...bilidade''  &lt;br /&gt;
 ''Governou nossa cidade''  &lt;br /&gt;
 ''Fazendo tudo notável''  &lt;br /&gt;
 ''Segui-lo deve o Prefeito''  &lt;br /&gt;
 ''Emplaque todo o seu feito''  &lt;br /&gt;
 ''Eis uma ideia aplicável'' &lt;br /&gt;
 ''E não quero implicar:''  &lt;br /&gt;
 ''Tente com a placa aplacar''  &lt;br /&gt;
 ''O murmúrio im...placável.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apareceu no número 37 de '''A Montanha''', de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''Possuía meu conhecido''  &lt;br /&gt;
 ''Alguns discos e um gramofone''  &lt;br /&gt;
 ''E ao sentir-se aborrecido''  &lt;br /&gt;
 ''Entediado ou mesmo insone''  &lt;br /&gt;
 ''Infalível ser ouvido''  &lt;br /&gt;
 ''Para as mágoas espantar''  &lt;br /&gt;
 ''Polcas e valsas chorosas''  &lt;br /&gt;
 ''Dessas próprias pra ninar...'' &lt;br /&gt;
 ''E o que mais me divertia''  &lt;br /&gt;
 ''(Ficando ele atrapalhado)''  &lt;br /&gt;
 ''Era um disco em qual se ouvia''  &lt;br /&gt;
 ''Um discurso tão gozado''  &lt;br /&gt;
 ''Dum político que existia''  &lt;br /&gt;
 ''Numa vila, o Sô Leutério''  &lt;br /&gt;
 ''Nele o tal se elogiava''  &lt;br /&gt;
 ''E num rompante exclamava''  &lt;br /&gt;
 ''- Eu sou um homem muito sério!''  &lt;br /&gt;
 ''É que tanto ele tocava''  &lt;br /&gt;
 ''O disco veio a estragar.'' &lt;br /&gt;
 ''A agulha não avançava''  &lt;br /&gt;
 ''E o pobre do Só Leutério''  &lt;br /&gt;
 ''Começando a discursar''  &lt;br /&gt;
 ''Exclamava sem cessar''  &lt;br /&gt;
 &amp;quot;''Sério... sério... sério...&amp;quot;'' &lt;br /&gt;
 ''Assim é o caso presente''  &lt;br /&gt;
 ''Da Gazeta com o Prefeito''  &lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;''  &lt;br /&gt;
 ''Ele somente! Ele só...mente&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último número, 129, de '''A Montanha''' circulou em 10 de dezembro de 1950.  Com a chamada ''A quebra da luz'', o jornal ficou sem energia elétrica para ser impresso. ''Zé Montanha'' mudou-se com família para São Paulo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luís Carlos Silva Eiras''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Montanha, jornal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Gazeta, jornal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=1038</id>
		<title>O Montanhês</title>
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				<updated>2015-10-19T11:44:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.225.61: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da '''A Montanha''', jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como ''Montanhês''. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha '''A Gazeta''', dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o ''Montanhês'' satiriza pela primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
 ''Eis um ‘belo’ advogado''  &lt;br /&gt;
 ''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
 ''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 ''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 ''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
 ''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 ''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
 ''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engolido, consumido, recolhido em si&amp;quot;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o ''Montanhês'' satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''Muito bem, Senhor Prefeito!''&lt;br /&gt;
 ''Tudo tem que ser bem feito''  &lt;br /&gt;
 ''Ordem em tudo, isto sim!''  &lt;br /&gt;
 ''Somente o que não tem hora''  &lt;br /&gt;
 ''E que entra noite afora''  &lt;br /&gt;
 ''É bilhar ou botequim''  &lt;br /&gt;
 ''Se é pobre, cambuiense''&lt;br /&gt;
 ''O Posto é teu, te pertence''  &lt;br /&gt;
 ''Respeita, porém, o trato:''  &lt;br /&gt;
 ''Se tu ficares doente''  &lt;br /&gt;
 ''Assim, sem mais, de repente''  &lt;br /&gt;
 ''‘Tem que ser’ das doze às quatro!''  &lt;br /&gt;
 ''Se tiveres congestão''  &lt;br /&gt;
 ''Ou mesmo intoxicação''  &lt;br /&gt;
 ''Dor de calo, ou outra dor''  &lt;br /&gt;
 ''Podes ficar sossegado''  &lt;br /&gt;
 ''Serás logo medicado''  &lt;br /&gt;
 ''No Posto pelo doutor''  &lt;br /&gt;
 ''Mas, por Deus, tenhas juízo!''  &lt;br /&gt;
 ''Lembras-te sempre do aviso''  &lt;br /&gt;
 ''Esquecê-lo é fatal!''  &lt;br /&gt;
 ''Se chegares adoecer''  &lt;br /&gt;
 ''É preciso, ‘tem que ser''’  &lt;br /&gt;
 ''das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha''  &lt;br /&gt;
 ''Distribuindo louvaminha'' &lt;br /&gt;
 ''Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:''  &lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;No começo foi ferreiro..''.  &lt;br /&gt;
 ''Em ser honesto, o primeiro:''  &lt;br /&gt;
 ''Homem limpo e é direito!...'' &lt;br /&gt;
 ''Depois num grande salseiro''  &lt;br /&gt;
 ''Quem ganhou muito dinheiro''  &lt;br /&gt;
 ''Com a guerra, aos montões?''  &lt;br /&gt;
 ''Salvando esse salvatério''  &lt;br /&gt;
 ''Do comentário, o critério''  &lt;br /&gt;
 ''Do caso dos caminhões!''  &lt;br /&gt;
 ''Co'esse recurso confuso'',  &lt;br /&gt;
 ''De guerra... caminho escuso...''  &lt;br /&gt;
 ''Câmbio negro... (Que embrulhões!)''  &lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta''  &lt;br /&gt;
 ''À história (sem proposta)''  &lt;br /&gt;
 ''Do caso dos caminhões!...'' &lt;br /&gt;
 ''Vale à salvante embrulhada''  &lt;br /&gt;
 ''(Lenga-lenga salmodiada)''  &lt;br /&gt;
 ''Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!''  &lt;br /&gt;
 ''Salvaguarda da aparência''  &lt;br /&gt;
 ''(Salário sem concorrência)''  &lt;br /&gt;
 ''Do caso dos caminhões!...'' &lt;br /&gt;
 ''Que o Prefeito foi ferreiro'' &lt;br /&gt;
 ''Teve...e tem dinheiro...'' &lt;br /&gt;
 ''De acordo, sem senões!...'' &lt;br /&gt;
 ''Mas — que diabo! — em que ficou''  &lt;br /&gt;
 ''(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)''  &lt;br /&gt;
 ''O caso dos caminhões?...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o ''Montanhês'' volta a pegar um besterol publicado na '''A Gazeta'''. O jornal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mutuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretanto as suspeitas recaem sobre Antônio Anastácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, funcionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''De São Paulo, o Mutuca''  &lt;br /&gt;
 ''Em carta, agora, cutuca''  &lt;br /&gt;
 ''O prefeito a emplacamento''  &lt;br /&gt;
 ''Placas e placas sem fim:''  &lt;br /&gt;
 ''‘Placas em tudo! Vá por mim''  &lt;br /&gt;
 ''Siga o José Nascimento’''  &lt;br /&gt;
 ''Quanto a isso, não contesto''  &lt;br /&gt;
 ''E a favor me manifesto''  &lt;br /&gt;
 ''Do tal da placamania!''  &lt;br /&gt;
 ''Meteu placa em todo o lado''  &lt;br /&gt;
 ''Da cadeia ao mercado...''  &lt;br /&gt;
 ''Salve o ‘ex’ da placaria!...'' &lt;br /&gt;
 ''E aqueles que inda virão''  &lt;br /&gt;
 ''É certo, lembrar-se-ão''  &lt;br /&gt;
 ''Desse governo a...placável''  &lt;br /&gt;
 ''Que com placa...bilidade''  &lt;br /&gt;
 ''Governou nossa cidade''  &lt;br /&gt;
 ''Fazendo tudo notável''  &lt;br /&gt;
 ''Segui-lo deve o Prefeito''  &lt;br /&gt;
 ''Emplaque todo o seu feito''  &lt;br /&gt;
 ''Eis uma ideia aplicável'' &lt;br /&gt;
 ''E não quero implicar:''  &lt;br /&gt;
 ''Tente com a placa aplacar''  &lt;br /&gt;
 ''O murmúrio im...placável.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apareceu no número 37 de '''A Montanha''', de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''Possuía meu conhecido''  &lt;br /&gt;
 ''Alguns discos e um gramofone''  &lt;br /&gt;
 ''E ao sentir-se aborrecido''  &lt;br /&gt;
 ''Entediado ou mesmo insone''  &lt;br /&gt;
 ''Infalível ser ouvido''  &lt;br /&gt;
 ''Para as mágoas espantar''  &lt;br /&gt;
 ''Polcas e valsas chorosas''  &lt;br /&gt;
 ''Dessas próprias pra ninar...'' &lt;br /&gt;
 ''E o que mais me divertia''  &lt;br /&gt;
 ''(Ficando ele atrapalhado)''  &lt;br /&gt;
 ''Era um disco em qual se ouvia''  &lt;br /&gt;
 ''Um discurso tão gozado''  &lt;br /&gt;
 ''Dum político que existia''  &lt;br /&gt;
 ''Numa vila, o Sô Leutério''  &lt;br /&gt;
 ''Nele o tal se elogiava''  &lt;br /&gt;
 ''E num rompante exclamava''  &lt;br /&gt;
 ''- Eu sou um homem muito sério!''  &lt;br /&gt;
 ''É que tanto ele tocava''  &lt;br /&gt;
 ''O disco veio a estragar.'' &lt;br /&gt;
 ''A agulha não avançava''  &lt;br /&gt;
 ''E o pobre do Só Leutério''  &lt;br /&gt;
 ''Começando a discursar''  &lt;br /&gt;
 ''Exclamava sem cessar''  &lt;br /&gt;
 &amp;quot;''Sério... sério... sério...&amp;quot;'' &lt;br /&gt;
 ''Assim é o caso presente''  &lt;br /&gt;
 ''Da Gazeta com o Prefeito''  &lt;br /&gt;
 ''&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;''  &lt;br /&gt;
 ''Ele somente! Ele só...mente&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último número, 129, de '''A Montanha''' circulou em 10 de dezembro de 1950.  Com a chamada '''A quebra da luz''', o jornal ficou sem energia elétrica para ser impresso. '''Zé Montanha''' mudou-se com família para São Paulo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teve 129 números e tinha como diretor-proprietário Milton Salomon Salles e como gerente José do Carmo Eiras (Zé Montanha).&lt;br /&gt;
''Luís Carlos Silva Eiras''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Montanha, jornal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Gazeta, jornal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.225.61</name></author>	</entry>

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