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		<title>Wiki Cambuí - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cine_Cambu%C3%AD&amp;diff=420</id>
		<title>Cine Cambuí</title>
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				<updated>2015-10-03T22:03:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cine Cambuí - O Nascimento de uma tradição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Cidade de Cambuí nasceu como uma parada entre Camanducaia e Pouso Alegre, e recebeu este nome devido as árvores que povoavam as margens do Rio das Antas. Seu nome significa &amp;quot;a planta ou a folha que se desprende&amp;quot;. Em 1813, o Capitão Joaquim José de Moraes doou um terreno para ser construída a capela de Nossa Senhora do Monte do Carmo, no local hoje conhecido por Cambuí-Velho. Devido a um &amp;quot;relevo pouco propício&amp;quot;, o arraial foi transferido, em 1834, para &amp;quot;o alto de uma colina cujo platô era adequado à edificação da praça principal do povoado&amp;quot;. Foi construída uma nova capela em torno da qual cresceu a cidade que hoje conhecemos.        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1912, Cambuí ainda era administrada pelo Presidente da Câmara Municipal, apesar de  já contar com  20 anos de emancipação como Cidade.  A População urbana era de menos de 1500 pessoas, com 80% de analfabetos. Há apenas 2 anos a cidade contava com um Grupo Escolar, o atual Dr. Carlos Cavalcanti. É neste cenário que surge a primeira sala de cinema em Cambuí. Devem ter ocorrido sessões de cinema ambulante anteriores a esta data, mas não existem informações a este respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na verdade, pouco sabemos desta história, pois poucas pessoas daquela época ainda estão vivas e eram muito crianças para lembrarem-se com clareza. Sabemos o que nos contam as fotografias, os jornais e os poucos livros escritos sobre o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Praça da Matriz era um descampado de terra, cercado de arame farpado. Não havia uma única árvore para amenizar o calor. A Igreja, modesta, possuía um torre solitária que fazia sombra a imagem do Cristo que chamava os fiéis a frente de sua porta principal. Ao lado da Igreja, funcionava o Mercado Municipal. Mesmo assim, Cambuí possuía um jornal semanal, chamado Correio do Povo e editado pelo Dr. Dráuzio de Alcântara e José Alexandre de Moraes. Dele, restam apenas 2 exemplares conhecidos: de dezembro de 1911 e julho de 1912, então em seu número 37. É neste número que encontramos uma propaganda do Recreio Cinema. Não podemos precisar sua inauguração, mas ocorreu antes desta data, 14 de Julho de 1912.  Funcionava no largo atrás da Igreja Matriz, onde funcionava o mercado. O Recreio Cinema era de propriedade do Major José Luiz Tavares da Silveira, farmacêutico formado em Ouro Preto, na época capital de Minas Gerais, antigo Juiz de Paz e presidente da Câmara Municipal no século XIX.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os longa-metragens ainda não existiam e podemos imaginar que a programação era composta de curtas-metragens estrangeiros, baseado nesta única propaganda da época. Os filmes ainda eram mudos e o seriam ainda por muitos anos, o que nos trará muitas histórias ainda a serem contadas. O programa de variedades era composto de dois filmes dramáticos, um natural e um cômico, e ainda mais filmes a sua escolha. É estranho haver um estoque de filmes para ser exibido ao gosto do freguês. Nesta época os filmes ainda podiam ser comprados, e é possível que, junto com os projetores, o proprietário tenha adquirido alguns filmes. Provavelmente, também, o cinema funcionasse somente aos domingos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1912, o acesso a Cambuí era por caminhos de tropas de burros. Uma viagem levava dias, enfrentando lama e cansaço. Poucas pessoas, àquela época, conheciam outros lugares exceto a própria cidade. Logo, imagens de costumes religiosos da Pérsia talvez fossem o que mais chamasse a atenção. Ainda hoje, com toda a globalização que nos trouxe a TV, os costumes árabes  do Irã, Iraque e região nos causam estranhamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele tempo, o cinema era o grande propagador de imagens, e as pessoas somente poderiam conhecer a Pérsia e outros lugares exóticos no cinema, além da própria cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro, a Capital Federal. Levindo Lambert nos conta, em matéria publicada no Jornal &amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 30/02/49:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A inauguração do cinema foi um acontecimento de grande ressonância em Cambuí e seus arredores. Instalara-o uma empresa, de que era presidente o saudoso farmacêutico José Luiz Tavares da Silveira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os trabalhos técnicos foram feitos pela inteligência brilhante de João Batista Corrêa, mais tarde substituído pelo não menos inteligente Lázaro Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia luz elétrica na cidade. Um motor a gasolina produzia a luz interna e externa e acionava o projetor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A banda de Música do Zeca Preto rompia um dobrado nos confins da Rua Coronel Lambert e marchava para o cinema arrastando já um punhado de assistentes. A Igreja se esvaziava e Frei Marcolino Dorelli, carmelita descalço, pregava zangado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Calígula tinha um cavalo chamado Incitatus. Elegeu o cavalo Senador de Roma e dava banquetes, comidas finas e bebidas gostosas. Mas o cavalo relinchava e pateava quando via um feixe de alfafa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E concluiu cheio de humor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O Povo de Cambuí é como o cavalo de Calígula: deixa a Igreja para procurar o Cinema...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não adiantava a arenga do frade ingênuo e bom. O povo largava a reza e acompanhava mesmo a Banda de Música, a caminho do cinema.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cinema foi palco de várias outras atividades em nossa cidade, desde sempre. Levindo Lambert transcreve em seu livro matéria relativa a festa da Bandeira, realizada pelo Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti e publicada no Jornal &amp;quot;Correio do Sul&amp;quot;, de Camanducaia, &amp;quot; em 1913:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A NOITE - Ao anoitecer já o Recreio Cinema, caprichosamente iluminado, atraía as visitas de todos que convergiam para aquela casa de diversão, a fim de assistirem a continuação das festas, cujo programa foi fielmente observado. O Palco estava deslumbrante e o seu conjunto era de um efeito surpreendente e admirável bom gosto que presidiu a colocação de cortinas, bandeiras e flores artisticamente manufaturadas.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cambuí, àquela época, não tinha energia elétrica. Por &amp;quot;caprichosamente iluminado&amp;quot; podemos deduzir que havia um gerador que alimentava o projetor e servia também para iluminar o largo em frente. Levindo cita que o êxito alcançado pelo cinema com o gerador a gasolina, &amp;quot;sugeria à municipalidade a aquisição de gerador potente para a iluminação pública, particular e urbana. E isso foi feito, com algum êxito. A luz era dada aos usuários e logradouros até às 23 horas. Esse sistema perdurou até 1924.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximadamente em 1915, na gestão do Sr. Silvério Bento da Silva como presidente da câmara, houve uma  transferência dos locais entre o Mercado Municipal e o Cinema, bastante polêmica por sinal. É fato que o Mercado precisava sair do meio da praça, por razões de higiene. Foi então que o Mercado instalou-se no largo que hoje leva seu nome (apesar de hoje não mais existir) e o cinema veio para o endereço onde fincou raízes e permaneceu até os dias atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que muitas mudanças ocorreram em quase 90 anos de história. Diversos proprietários, muitas mudanças, muitos percalços, mas também muitas histórias engraçadas, singelas... porque muitas vidas passaram pelo &amp;quot;Cine Cambuí&amp;quot;. Ele sempre fez parte de nossa história e, como são muitos os anos, estamos apenas no começo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tito Meyer''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Wanderley_Meyer&amp;diff=419</id>
		<title>Wanderley Meyer</title>
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				<updated>2015-10-03T22:01:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Wanderley Meyer nasceu em Cambuí, em 21 de fevereiro de 1936, 3º dos 5 filhos de Josefina Meyer e do farmacêutico e poeta Sebastião Meyer, que também nos honra sendo patrono nesta academia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iniciou seus estudos no querido Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti, onde concluiu o primário em 1946 e teve como professoras Déia Morais e  Maria de Lourdes Magalhães. Ainda não existia colégio aqui em Cambuí e Wanderley, como muitos outros, iniciou o ginásio em Pouso Alegre, no Colégio São José, e concluiu no Colégio São Luís, em Bragança Paulista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começou a trabalhar na agência Cambuí do Banco Moreira Salles, de onde foi transferido para São Paulo para concluir o científico. Neste período, trabalhou pela manhã como vigilante no Colégio São Bento, a tarde como correntista na agência Santa Cecília do futuro Unibanco e estudou a noite no Colégio Maria José, onde se formou em 1955.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudou-se para Alfenas para cursar Farmácia na EFOA, morando com outros cambuienses na República Caminho das Andorinhas, próximo ao colégio das freiras, cujo hábito inspirou este nome.  Além da faculdade, fez um curso de matemática em Guaxupé e deu aulas no Colégio das freiras pela manhã e  no Colégio do Roque à noite. Graduou-se farmacêutico e bioquímico em 1959, aos 24 anos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após um curso de Direção Escolar  e de Ciências em Belo Horizonte,  tornou-se diretor do recém criado Colégio Antônio Felipe de Salles, em 1961.  Com Dr. Pedro Junqueira Ferraz e outros membros da Sociedade Mantenedora,  concluiu a transformação deste grande empreendimento da cidade em uma Escola Estadual. A cerimônia de inauguração foi em 15 de junho de 1961.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após passar no concurso do Estado, optou por deixar a direção e dedicar-se ao Magistério de Matemática, de onde foi afastado por motivos políticos, segundo ele mesmo, próximo a eleição de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley trabalhou na Pharmácia São José com seu pai e, mais tarde, abriu, com seu irmão Braz Meyer, a Drogaria Cambuí, onde aposentou-se como farmacêutico em 1986. Como comerciante, ainda teve a Sensação Eletrodomésticos, a Agência de Correios Franquiada Praça Maximiano e a loja Serra Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley também participou ativamente de inúmeras atividades comunitárias da Paróquia de Cambuí, das quais destacamos a construção da Fundação Geriátrica Padre Antônio Pascoal, o asilo, que presidiu por vários anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley Meyer comprou o Cine Cambuí em 1960 e, tirando alguns tropeços nos anos 80 e 90, o manteve até hoje.O seu incansável trabalho com o Cine Cambuí é a principal razão de ser o meu escolhido como patrono desta academia, mesmo porque o cinema também é a razão de ter sido eleito como acadêmico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cinema em Cambuí existe pelo menos desde 1912 e foi criado pelo Sr. José Luis Tavares da Silveira, patrono desta academia. Mesmo não sendo ininterruptos, seus mais de 100 anos fez história na cidade e isto está refletido nesta academia, em seus membros e em seus patronos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley desde o princípio se preocupou melhorar e modernizar o cinema. Em seu primeiro ano reformou o prédio,  construindo um Pullman, uma marquise na entrada e banheiros, recintos até então inexistentes. O cinema passou a ter capacidade de 400 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não satisfeito, construiu um novo prédio em 1972, em apenas nove meses. A inauguração foi  em 08 de dezembro de 1973, com a exibição gratuita do filme Sansão e Dalila. O Cine Cambuí agora tem 750 poltronas estofadas, declive natural e uma tela de 16 metros de largura, uma das maiores do país. Este cinema funcionou até 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley reabriu o Cine Cambuí com seus filhos, em 17 de dezembro de 1999. Uma nova reforma reduziu o seu tamanho original para 225 lugares. Os novos tempos exigem mais da qualidade e não da quantidade. Este novo Cine Cambuí já completou 14 anos, está totalmente reformulado e agora inicia o seu processo de digitalização. Com isto, Cambuí continuará a ter o privilégio de pertencer aos 5% das cidades brasileiras que contam com uma sala de cinema. São praticamente 50 anos de dedicação a uma arte que tem o poder de fazer as pessoas sonharem, juntas, ora fugindo da realidade, ora mergulhando nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma cidade do tamanho de Cambuí, o cinema não é somente o espaço dos filmes e Wanderley sempre promoveu ou apoiou todo tipo de atividade cultural. O Cine Teatro Cambuí teve a honra de ser o palco de shows memoráveis como o do Cassino de Sevilha, em 1960, de nosso patrono Paulo Moura e a Fina Flor do Samba, em novembro de 1976, e dos mestres Cartola e Nelson Cavaquinho, em maio de 1977, entre outros. Além disso, Festivais da Canção, Show de Talentos, Formaturas da Escola, Concurso de Miss e muitos outros eventos tiveram lugar no Cine Cambuí. Uma lembrança especial ao cineclube organizado nos anos 80 pelo acadêmico João Eiras no Movimento Cultural Cambuiense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley também convidava, no dia das crianças, as escolas da cidade para uma sessão gratuita de um Festival Tom e Jerry. Na época a cidade contava com apenas 3 escolas e 1 ou 2 sessões com o cinema transbordando de crianças era suficiente para fazer a festa da garotada. O Cine Cambuí resgatou  esta tradição e realiza, já há 14 anos, o agora “Mês da Criança”, oferecendo uma sessão de cinema gratuita para todas as crianças de Cambuí e do Córrego, de todas as escolas da cidade e da zona rural. São quase 3000 crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley casou-se em  27 de janeiro de 1962 com Marta Maria de Moraes Meyer, com quem viveu por praticamente 50 anos. Faleceu em 14 de janeiro de 2012 aos 75 anos e nos deixou, além de seu exemplo de vida, 4 filhos e 4 netos, um deles ainda por nascer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley Meyer, meu pai, é hoje o patrono da cadeira 22 de nossa ainda muito jovem Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências. Como uma tela em branco para um pintor ou uma página em branco ao poeta e ao escritor, a história desta academia ainda será escrita, por nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Cinema, a tela é sempre branca. É a luz que a ela dá vida e a preenche com os sonhos que quisermos sonhar. Que, junto com outros tão ilustres patronos, Wanderley possa ser esta luz que ilumina o nosso futuro e nos ajuda a imaginar os nossos projetos, a projetar os nossos sonhos e a construir uma academia que faça diferença em nossas vidas e na vida de nossa cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tito Lívio Meyer'', 25 de Janeiro de 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrono Wanderley Meyer]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Wanderley_Meyer&amp;diff=418</id>
		<title>Wanderley Meyer</title>
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				<updated>2015-10-03T21:59:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Wanderley Meyer nasceu em Cambuí, em 21 de fevereiro de 1936, 3º dos 5 filhos de Josefina Meyer e do farmacêutico e poeta Sebastião Meyer, que também nos honra sendo patrono nesta academia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iniciou seus estudos no querido Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti, onde concluiu o primário em 1946 e teve como professoras Déia Morais e  Maria de Lourdes Magalhães. Ainda não existia colégio aqui em Cambuí e Wanderley, como muitos outros, iniciou o ginásio em Pouso Alegre, no Colégio São José, e concluiu no Colégio São Luís, em Bragança Paulista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começou a trabalhar na agência Cambuí do Banco Moreira Salles, de onde foi transferido para São Paulo para concluir o científico. Neste período, trabalhou pela manhã como vigilante no Colégio São Bento, a tarde como correntista na agência Santa Cecília do futuro Unibanco e estudou a noite no Colégio Maria José, onde se formou em 1955.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudou-se para Alfenas para cursar Farmácia na EFOA, morando com outros cambuienses na República Caminho das Andorinhas, próximo ao colégio das freiras, cujo hábito inspirou este nome.  Além da faculdade, fez um curso de matemática em Guaxupé e deu aulas no Colégio das freiras pela manhã e  no Colégio do Roque à noite. Graduou-se farmacêutico e bioquímico em 1959, aos 24 anos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Após um curso de Direção Escolar  e de Ciências em Belo Horizonte,  tornou-se diretor do recém criado Colégio Antônio Felipe de Salles, em 1961.  Com Dr. Pedro Junqueira Ferraz e outros membros da Sociedade Mantenedora,  concluiu a transformação deste grande empreendimento da cidade em uma Escola Estadual. A cerimônia de inauguração foi em 15 de junho de 1961.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após passar no concurso do Estado, optou por deixar a direção e dedicar-se ao Magistério de Matemática, de onde foi afastado por motivos políticos, segundo ele mesmo, próximo a eleição de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley trabalhou na Pharmácia São José com seu pai e, mais tarde, abriu, com seu irmão Braz Meyer, a Drogaria Cambuí, onde aposentou-se como farmacêutico em 1986. Como comerciante, ainda teve a Sensação Eletrodomésticos, a Agência de Correios Franquiada Praça Maximiano e a loja Serra Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley também participou ativamente de inúmeras atividades comunitárias da Paróquia de Cambuí, das quais destacamos a construção da Fundação Geriátrica Padre Antônio Pascoal, o asilo, que presidiu por vários anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley Meyer comprou o Cine Cambuí em 1960 e, tirando alguns tropeços nos anos 80 e 90, o manteve até hoje.O seu incansável trabalho com o Cine Cambuí é a principal razão de ser o meu escolhido como patrono desta academia, mesmo porque o cinema também é a razão de ter sido eleito como acadêmico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cinema em Cambuí existe pelo menos desde 1912 e foi criado pelo Sr. José Luis Tavares da Silveira, patrono desta academia. Mesmo não sendo ininterruptos, seus mais de 100 anos fez história na cidade e isto está refletido nesta academia, em seus membros e em seus patronos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley desde o princípio se preocupou melhorar e modernizar o cinema. Em seu primeiro ano reformou o prédio,  construindo um Pullman, uma marquise na entrada e banheiros, recintos até então inexistentes. O cinema passou a ter capacidade de 400 pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não satisfeito, construiu um novo prédio em 1972, em apenas nove meses. A inauguração foi  em 08 de dezembro de 1973, com a exibição gratuita do filme Sansão e Dalila. O Cine Cambuí agora tem 750 poltronas estofadas, declive natural e uma tela de 16 metros de largura, uma das maiores do país. Este cinema funcionou até 1991.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley reabriu o Cine Cambuí com seus filhos, em 17 de dezembro de 1999. Uma nova reforma reduziu o seu tamanho original para 225 lugares. Os novos tempos exigem mais da qualidade e não da quantidade. Este novo Cine Cambuí já completou 14 anos, está totalmente reformulado e agora inicia o seu processo de digitalização. Com isto, Cambuí continuará a ter o privilégio de pertencer aos 5% das cidades brasileiras que contam com uma sala de cinema. São praticamente 50 anos de dedicação a uma arte que tem o poder de fazer as pessoas sonharem, juntas, ora fugindo da realidade, ora mergulhando nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma cidade do tamanho de Cambuí, o cinema não é somente o espaço dos filmes e Wanderley sempre promoveu ou apoiou todo tipo de atividade cultural. O Cine Teatro Cambuí teve a honra de ser o palco de shows memoráveis como o do Cassino de Sevilha, em 1960, de nosso patrono Paulo Moura e a Fina Flor do Samba, em novembro de 1976, e dos mestres Cartola e Nelson Cavaquinho, em maio de 1977, entre outros. Além disso, Festivais da Canção, Show de Talentos, Formaturas da Escola, Concurso de Miss e muitos outros eventos tiveram lugar no Cine Cambuí. Uma lembrança especial ao cineclube organizado nos anos 80 pelo acadêmico João Eiras no Movimento Cultural Cambuiense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley também convidava, no dia das crianças, as escolas da cidade para uma sessão gratuita de um Festival Tom e Jerry. Na época a cidade contava com apenas 3 escolas e 1 ou 2 sessões com o cinema transbordando de crianças era suficiente para fazer a festa da garotada. O Cine Cambuí resgatou  esta tradição e realiza, já há 14 anos, o agora “Mês da Criança”, oferecendo uma sessão de cinema gratuita para todas as crianças de Cambuí e do Córrego, de todas as escolas da cidade e da zona rural. São quase 3000 crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley casou-se em  27 de janeiro de 1962 com Marta Maria de Moraes Meyer, com quem viveu por praticamente 50 anos. Faleceu em 14 de janeiro de 2012 aos 75 anos e nos deixou, além de seu exemplo de vida, 4 filhos e 4 netos, um deles ainda por nascer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Wanderley Meyer, meu pai, é hoje o patrono da cadeira 22 de nossa ainda muito jovem Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências. Como uma tela em branco para um pintor ou uma página em branco ao poeta e ao escritor, a história desta academia ainda será escrita, por nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Cinema, a tela é sempre branca. É a luz que a ela dá vida e a preenche com os sonhos que quisermos sonhar. Que, junto com outros tão ilustres patronos, Wanderley possa ser esta luz que ilumina o nosso futuro e nos ajuda a imaginar os nossos projetos, a projetar os nossos sonhos e a construir uma academia que faça diferença em nossas vidas e na vida de nossa cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tito Lívio Meyer'', 25 de Janeiro de 2014.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=ACLAC_-_Patronos_e_acad%C3%AAmicos&amp;diff=417</id>
		<title>ACLAC - Patronos e acadêmicos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:49:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Paulo Moura]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrona Helena Maria Carvalho Ferraz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Levindo Furquim Lambert]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=ACLAC_-_Patronos_e_acad%C3%AAmicos&amp;diff=416</id>
		<title>ACLAC - Patronos e acadêmicos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:48:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Paulo Moura]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Levindo Furquim Lambert]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=ACLAC_-_Patronos_e_acad%C3%AAmicos&amp;diff=415</id>
		<title>ACLAC - Patronos e acadêmicos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:46:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Paulo Moura]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=ACLAC_-_Patronos_e_acad%C3%AAmicos&amp;diff=414</id>
		<title>ACLAC - Patronos e acadêmicos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:45:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<title>ACLAC - Patronos e acadêmicos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:44:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
 [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
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				<updated>2015-10-03T12:44:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=ACLAC_-_Patronos_e_acad%C3%AAmicos&amp;diff=411</id>
		<title>ACLAC - Patronos e acadêmicos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:43:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
               [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
               &lt;br /&gt;
                 [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                [[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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				<updated>2015-10-03T12:42:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cadeira no 1 – Patrono: JOSÉ DOS REIS 1º ocupante: Flávio Roberto Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 2 – Patrono: PADRE CARAMURU 1º ocupante: Francisco de Paiva Fanucci; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 3 – Patrono: PAULO MOURA 1º ocupante: Geraldo Cipriano de Moraes; empossado em 16 de julho de 2011; falecido em 11 de setembro de 2014 2º ocupante: Luís Carlos Silva Eiras; empossado em 25 de julho de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 4 – Patrono: BENTO BUENO DE MORAIS 1º ocupante: João Batista Teixeira; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 5 – Patrono: OLÍMPIO NOGUEIRA FIGUEIREDO 1º ocupante: João Romildo Fanuchi Bueno; empossado em 16 de julho de 2001&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
               [[ACLAC, patrono Olímpio Nogueira Figueiredo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 6 – Patrono: HENDERSON BRAZ ANTONIO DE MORAIS 1º ocupante: Marcelo Carvalho Ferraz; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 7 – Patrono: JOÃO MOREIRA SALLES 1º ocupante: Maria Aparecida de Oliveira; empossada em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 8 – Patrono: JOSÉ LUIZ TAVARES DA SILVEIRA 1º ocupante: Osvaldo Hamilton Tavares; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 9 – Patrono: PEDRO CARLOS JUNQUEIRA FERRAZ 1º ocupante: Ulisses Capozzoli; empossado em 16 de julho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 10 – Patrono: CLÁUDIO DO NASCIMENTO MAGALHÃES  1º ocupante: Amélia Maria de Paiva Fanucci; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 11 – Patrono: JOÃO MARINHO 1º ocupante: Benedito Antonio de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 12 – Patrono: CÂNDIDO DE BRITO LAMBERT 1º ocupante: Benedito Aparecido de Toledo; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 13 – Patrono: HALLEY LOPES BELLO 1º ocupante: Benedito Tadeu de Oliveira; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 14 – Patrono: HELENA MARIA CARVALHO FERRAZ 1º ocupante: Eneida Carvalho Ferraz Cruz; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 15 – Patrono: SEBASTIÃO MEYER 1º ocupante: Ivan Coelho Pinto; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 16 – Patrono: ANTÔNIO HORMISDAS DE MAGALHÃES 1º ocupante: João Batista Magalhães; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 17 – Patrono: PADRE ANTONIO PASCHOAL 1º ocupante: José Cláudio de Carvalho Bastos; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 18 – Patrono: ANA BUENO 1º ocupante: José Francisco Fanuchi Bueno; empossado em 16 de junho de 2012; falecido em 25 de janeiro de 2014 2º ocupante: José Maria Lobo de Carvalho, empossado em 12 de julho de 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 19 – Patrono: CORNÉLIO LAMBERT 1º ocupante: José Luciano Lambert; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 20 – Patrono: LEVINDO FURQUIM LAMBERT 1º ocupante: Maria Virgínia Lambert; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 21 – Patrono: JOÃO SEBASTIÃO DE SALLES FANUCHI 1º ocupante: Newman Pereira Fanuchi; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 22 – Patrono: WANDERLEY MEYER 1º ocupante: Tito Lívio Meyer; empossado em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 23 – Patrono: FELISINDO FINAMOR 1º ocupante: Zélia Maria Finamor; empossada em 16 de junho de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 24 – Patrono: MARIA DA CONCEIÇÃO MORAES 1º ocupante: Eurico Vagner da Silva; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 25 – Patrono: LÁZARO SILVA 1º ocupante: Jésus Flávio Fanucci Bueno; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                [[ACLAC, patrono Lázaro Silva]] / [[Lázaro Silva]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 26 – Patrono: JOSÉ FRANCISCO DO NASCIMENTO 1º ocupante: João Batista Eiras Sobrinho; empossado em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 27 – Patrono: NILTON DIAS FRÓES 1º ocupante: Maria Bernadete Santos Teixeira; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 28 – Patrono: JOÃO BATISTA CORREIA 1º ocupante: Maria Izabel Lambert Duarte Bueno; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 29 – Patrona: MARIA DO CARMO NASCIMENTO 1º ocupante: Maria José Alvarenga Andrade; empossada em 1º de dezembro de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                [[ACLAC, patrona Maria do Carmo Nascimento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 30 – Patrono: MONSENHOR ARISTEU LOPES 1º ocupante: Dinah Salles de Oliveira; empossada em 20 de julho de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 31 – Patrono: ANTONIO CANDIDO DE MELLO SOUZA 1º ocupante: Diego Omar da Silveira; empossado em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 32 – Patrono: ARTHUR LUPONI 1º ocupante: Lucy Carmo de Morais; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 33 – Patrono: BENEDITO DE CARVALHO LOPES 1º ocupante: Regina Mara da Fonseca; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 34 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante: Rosângela Di Lorenzo Bello; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 35 – Patrono: ANA ROMANA BUENO FERREIRA 1º ocupante: Vanilda Aparecida de Souza; empossada em 7 de dezembro de 2013&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 36 – Patrono: ÁLVARO DE MORAIS NAVARRO&lt;br /&gt;
1º ocupante:  Antônio Aparecido Lambert de Morais, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 37 – Patrono: MAXIMIANO DE BRITO LAMBERT&lt;br /&gt;
1º ocupante: João Carlos de Brito, empossado em 18 de abril de 2015&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 38 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 39 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cadeira no 40 – Patrono: &lt;br /&gt;
1º ocupante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Faltam textos sobre os patronos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro, Ana Bueno, Ana Romana Bueno Ferreira, Antônio Hormisdas de Magalhães, Arthur Luponi, Benedito de Carvalho Lopes, Cláudio do Nascimento Magalhães, Cornélio Lambert, Halley Lopes Bello, João Batista Correia, João Moreira Salles, João Sebastião de Salles Fanuchi, José Francisco do Nascimento, José Luiz Tavares da Silveira, Maria da Conceição Moraes, Maximiano de Brito Lambert, Monsenhor Aristeu Lopes, Nilton Dias Fróes, Padre Antonio Paschoal, Padre Caramuru, Pedro Carlos Junqueira Ferraz, Sebastião Meyer.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Lendas_urbanas&amp;diff=409</id>
		<title>Lendas urbanas</title>
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				<updated>2015-10-03T12:33:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- Na [[Cruz do Rosário]], no final da hoje Avenida Tiradentes, aparecia o ''Homem de Capa Preta'', que rouba crianças e fazia mal às moças. Nunca foi encontrado. Nem ele, nem as vítimas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No passeio principal do [[Cemitério]] num túmulo à direita, próximo da entrada, minava água que, apesar dos óbvios riscos para a saúde, era milagrosa - apesar de nenhum milagre ser registrado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 60, com o sucesso da novela '''Direito de Nascer''', na TV Tupi, foi descoberto que foi um cambuiense quem escreveu a novela, cujos capítulos foram roubados pela emissora. Nunca foi explicado como ''Félix B. Caignet'' conseguiu copiá-los de Cambuí para o rádio em Cuba em 1948;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No final dos anos 60, uma menina suava colorido. Saiu até no '''O Cruzeiro'''. A causa poderia ser os espíritos. Ou a tinta de papel crepom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 80, a atriz ''Maria Zilda'' deu uma entrevista de madrugada num programa de televisão dizendo que sua mãe tinha nascido em Cambuí. A pessoa que contava não tinha visto o programa, mas ouviu de dizer de alguém, que não-sei-quem tinha visto;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[João Belisário]] matou o juiz Dr. Carlos Cavalcanti, na Praça da Matriz, no início dos anos 20. Foi preso, julgado e absolvido por falta de provas. Há quem tenha o processo, mas não pode mostrá-lo para não provocar problemas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luís Carlos Silva Eiras''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Apelidos&amp;diff=408</id>
		<title>Apelidos</title>
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				<updated>2015-10-03T12:31:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Balé (Eisler Robinson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais), [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Béa (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bronze (Laudelino Sálvio Eiras)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capitão (José Francisco Fanuchi Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grilo (Eurico Vagner da Silva)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pitucha (Maria José Alvarenga Andrade)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tatita (Geraldo Cipriano de Moraes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zé Montanha (José do Carmo Eiras), [[O Montanhês]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fio (Lázaro Silva) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ligo-ligo (Onofre Rangel)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apelidos ainda sem o nome completo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bolão, Bico Doce, Fuzí, Zé da Estatística, Zé Meu, Zé Arroz, Tonho Come Doce, Zé Galinha, Bicó, Sapinho, Zorro, Tonho do Dito do Nico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Balé (Eisler Robinson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais), [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Béa (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capitão (José Francisco Fanuchi Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grilo (Eurico Vagner da Silva)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pitucha (Maria José Alvarenga Andrade)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tatita (Geraldo Cipriano de Moraes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zé Montanha (José do Carmo Eiras), [[O Montanhês]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fio (Lázaro Silva) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ligo-ligo (Onofre Rangel)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apelidos ainda sem o nome completo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bolão, Bico Doce, Fuzí, Zé da Estatística, Zé Meu, Zé Arroz, Tonho Come Doce, Zé Galinha, Bicó, Sapinho, Zorro, Tonho do Dito do Nico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Balé (Eisler Robinson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais) [[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Béa (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capitão (José Francisco Fanuchi Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grilo (Eurico Vagner da Silva)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pitucha (Maria José Alvarenga Andrade)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tatita (Geraldo Cipriano de Moraes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zé Montanha (José do Carmo Eiras)&lt;br /&gt;
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Fio (Lázaro Silva) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ligo-ligo (Onofre Rangel)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apelidos ainda sem o nome completo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bolão, Bico Doce, Fuzí, Zé da Estatística, Zé Meu, Zé Arroz, Tonho Come Doce, Zé Galinha, Bicó, Sapinho, Zorro, Tonho do Dito do Nico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<title>Apelidos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Balé (Eisler Robinson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Béa (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capitão (José Francisco Fanuchi Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grilo (Eurico Vagner da Silva)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
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Zé Montanha (José do Carmo Eiras)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Ligo-ligo (Onofre Rangel)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apelidos ainda sem o nome completo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bolão, Bico Doce, Fuzí, Zé da Estatística, Zé Meu, Zé Arroz, Tonho Come Doce, Zé Galinha, Bicó, Sapinho, Zorro Tonho do Dito do Nico &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=385</id>
		<title>O Montanhês</title>
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				<updated>2015-10-03T10:50:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da '''A Montanha''', jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha '''A Gazeta''', dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Muito bem, Senhor Prefeito!''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tudo tem que ser bem feito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ordem em tudo, isto sim!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Somente o que não tem hora''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E que entra noite afora''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''É bilhar ou botequim''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se é pobre, cambuiense''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O Posto é teu, te pertence''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Respeita, porém, o trato:''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se tu ficares doente''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Assim, sem mais, de repente''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''‘Tem que ser’ das doze às quatro!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se tiveres congestão''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ou mesmo intoxicação''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Dor de calo, ou outra dor''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Podes ficar sossegado''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Serás logo medicado''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''No Posto pelo doutor''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mas, por Deus, tenhas juízo!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Lembras-te sempre do aviso''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Esquecê-lo é fatal!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se chegares adoecer''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''É preciso, ‘tem que ser''’  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Distribuindo louvaminha''  &lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;No começo foi ferreiro..''.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Em ser honesto, o primeiro:''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Homem limpo e é direito!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Depois num grande salseiro''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Quem ganhou muito dinheiro''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Com a guerra, aos montões?''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Salvando esse salvatério''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do comentário, o critério''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do caso dos caminhões!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Co'esse recurso confuso'',  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''De guerra... caminho escuso...''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Câmbio negro... (Que embrulhões!)''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''À história (sem proposta)''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do caso dos caminhões!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vale à salvante embrulhada''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(Lenga-lenga salmodiada)''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Salvaguarda da aparência''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(Salário sem concorrência)''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do caso dos caminhões!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que o Prefeito foi ferreiro'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Teve...e tem dinheiro...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''De acordo, sem senões!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mas — que diabo! — em que ficou''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O caso dos caminhões?...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jornal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mutuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretanto as suspeitas recaem sobre Antônio Anastácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, funcionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=384</id>
		<title>O Montanhês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=384"/>
				<updated>2015-10-03T10:46:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da '''A Montanha''', jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha '''A Gazeta''', dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Muito bem, Senhor Prefeito!''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tudo tem que ser bem feito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ordem em tudo, isto sim!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Somente o que não tem hora''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E que entra noite afora''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''É bilhar ou botequim''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se é pobre, cambuiense''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O Posto é teu, te pertence''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Respeita, porém, o trato:''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se tu ficares doente''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Assim, sem mais, de repente''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''‘Tem que ser’ das doze às quatro!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se tiveres congestão''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ou mesmo intoxicação''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Dor de calo, ou outra dor''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Podes ficar sossegado''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Serás logo medicado''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''No Posto pelo doutor''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mas, por Deus, tenhas juízo!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Lembras-te sempre do aviso''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Esquecê-lo é fatal!''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se chegares adoecer''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''É preciso, ‘tem que ser''’  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=383</id>
		<title>O Montanhês</title>
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				<updated>2015-10-03T10:42:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da '''A Montanha''', jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha '''A Gazeta''', dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=382</id>
		<title>O Montanhês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=382"/>
				<updated>2015-10-03T10:42:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da '''A Montanha''', jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha [[A Gazeta, jornal]], dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=381</id>
		<title>O Montanhês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=381"/>
				<updated>2015-10-03T10:41:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da [[A Montanha, jornal]], jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a '''A Montanha''', na situação tinha [[A Gazeta, jornal]], dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=380</id>
		<title>O Montanhês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=380"/>
				<updated>2015-10-03T10:40:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da &amp;quot;A Montanha&amp;quot;, jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a [[A Montanha, jornal]], na situação tinha [[A Gazeta, jornal]], dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Que põe alma na defesa''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o homem - tento contado -'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Vai pra rua com certeza...'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''Pois manejando o Direito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Vejam só, meu Deus do céu –'' &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
''É preciso ser perfeito''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=379</id>
		<title>O Montanhês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=379"/>
				<updated>2015-10-03T10:39:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da &amp;quot;A Montanha&amp;quot;, jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a [[A Montanha, jornal]], na situação tinha [[A Gazeta, jornal]], dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
''Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que põe alma na defesa  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o homem - tento contado - &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Vai pra rua com certeza... &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Pois manejando o Direito  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam só, meu Deus do céu – &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É preciso ser perfeito  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ‘absorver’ o réu!...'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=378</id>
		<title>O Montanhês</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=378"/>
				<updated>2015-10-03T10:39:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da &amp;quot;A Montanha&amp;quot;, jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a [[A Montanha, jornal]], na situação tinha [[A Gazeta, jornal]], dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
“Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que põe alma na defesa  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o homem - tento contado - &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Vai pra rua com certeza... &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Pois manejando o Direito  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam só, meu Deus do céu – &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É preciso ser perfeito  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ‘absorver’ o réu!...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=O_Montanh%C3%AAs&amp;diff=377</id>
		<title>O Montanhês</title>
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				<updated>2015-10-03T10:38:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: Criou página com 'José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da &amp;quot;A Montanha&amp;quot;, jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a d...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;José do Carmo Eiras (1917-2006),  o ''Zé Montanha'', ganhou este apelido por ter sido gerente da &amp;quot;A Montanha&amp;quot;, jornal semanal que circulou em Cambuí entre abril de 1948 a dezembro de 1950. O jornal tinha como diretor-responsávei o deputado Milton Salles, da UDN, e, além de fazer o jornal como tipógrafo, Eiras publicou vários poemas satíricos assinados como &amp;quot;Montanhês&amp;quot;. Os poemas tinham dupla função: satirizar os políticos adversários e preencher os espaços em branco conhecidos como “calhau” na gíria dos gráficos.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se na oposição estava a [[A Montanha, jornal]], na situação tinha [[A Gazeta, jornal]], dirigida pelo advogado Haley Lopes Bello e tendo como tipógrafo Pedro Nogueira, que obviamente  passou a ser conhecido como ''Pedro Gazeta''. E é sobre um escorregão deste jornal, que o Montanhês satiriza peIa primeira vez em 5 de dezembro de 1948.  Um certo réu teria sido “absorvido&amp;quot; pelo advogado Bello.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
“Eis um ‘belo’ advogado  &lt;br /&gt;
Que põe alma na defesa  &lt;br /&gt;
E o homem - tento contado -  &lt;br /&gt;
Vai pra rua com certeza...  &lt;br /&gt;
Pois manejando o Direito  &lt;br /&gt;
Vejam só, meu Deus do céu –  &lt;br /&gt;
É Preciso ser perfeito  &lt;br /&gt;
Para ‘absorver’ o réu!...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa nota no pé do poema, o ''Montanhês'' avisa que &amp;quot;absorvido&amp;quot; quer dizer &amp;quot;engoli¬do, consumido, recolhido em si&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No poema seguinte ('''A Montanha''', nº 34, 121248), o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; satiriza a ordem do prefeito do PSD, João Batista Lopes, para que o Posto de Saúde só funcionasse do meio-dia às 16 horas. Há no poema uma notável atualidade sobre a saúde pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Muito bem, Senhor Prefeito!  &lt;br /&gt;
Tudo tem que ser bem feito  &lt;br /&gt;
Ordem em tudo, isto sim!  &lt;br /&gt;
Somente o que não tem hora  &lt;br /&gt;
E que entra noite afora  &lt;br /&gt;
É bilhar ou botequim  &lt;br /&gt;
Se é pobre, cambuiense  &lt;br /&gt;
O Posto é teu, te pertence  &lt;br /&gt;
Respeita, porém, o trato:  &lt;br /&gt;
Se tu ficares doente  &lt;br /&gt;
Assim, sem mais, de repente  &lt;br /&gt;
‘Tem que ser’ das doze às quatro!  &lt;br /&gt;
Se tiveres congestão  &lt;br /&gt;
Ou mesmo intoxicação  &lt;br /&gt;
Dor de calo, ou outra dor  &lt;br /&gt;
Podes ficar sossegado  &lt;br /&gt;
Serás logo medicado  &lt;br /&gt;
No Posto pelo doutor  &lt;br /&gt;
Mas, por Deus, tenhas juízo!  &lt;br /&gt;
Lembras-te sempre do aviso  &lt;br /&gt;
Esquecê-lo é fatal!  &lt;br /&gt;
Se chegares adoecer  &lt;br /&gt;
É preciso, ‘tem que ser’  &lt;br /&gt;
das doze às quatro! Que tal?!...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de dezembro de 1948, a sátira do ''Montanhês'' ataca o prefeito naquilo que é matéria-prima de todas as sátiras: a moralidade pública. Caminhões do prefeito estariam sendo pagos por serviços prestados à Prefeitura sem concorrência. No meio da sátira, os trocadilhos com a palavra &amp;quot;sal&amp;quot; se referem ao contrabando do produto feito durante a Segunda Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; domingo vinha  &lt;br /&gt;
Distribuindo louvaminha  &lt;br /&gt;
Ao nosso &amp;quot;caro&amp;quot; prefeito:  &lt;br /&gt;
&amp;quot;No começo foi ferreiro...  &lt;br /&gt;
Em ser honesto, o primeiro:  &lt;br /&gt;
Homem limpo e é direito!... &lt;br /&gt;
Depois num grande salseiro  &lt;br /&gt;
Quem ganhou muito dinheiro  &lt;br /&gt;
Com a guerra, aos montões?  &lt;br /&gt;
Salvando esse salvatério  &lt;br /&gt;
Do comentário, o critério  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!  &lt;br /&gt;
Co'esse recurso confuso,  &lt;br /&gt;
De guerra... caminho escuso...  &lt;br /&gt;
Câmbio negro... (Que embrulhõesl)  &lt;br /&gt;
&amp;quot;A Gazeta&amp;quot; deu resposta  &lt;br /&gt;
À história (sem proposta)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Vale à salvante embrulhada  &lt;br /&gt;
(Lenga-lenga salmodiada)  &lt;br /&gt;
Que &amp;quot;inocenta&amp;quot; os chefões!  &lt;br /&gt;
Salvaguarda da aparência  &lt;br /&gt;
(Salário sem concorrência)  &lt;br /&gt;
Do caso dos caminhões!... &lt;br /&gt;
Que o Prefeito foi ferreiro &lt;br /&gt;
Teve... e tem dinheiro... &lt;br /&gt;
De acordo, sem senões!... &lt;br /&gt;
Mas — que diabo! — em que ficou  &lt;br /&gt;
(&amp;quot;A Montanha&amp;quot; publicou)  &lt;br /&gt;
O caso dos caminhões?...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No número seguinte, de 26 de dezembro de 1948, o &amp;quot;Montanhês&amp;quot; volta a pegar um besterol publicado na &amp;quot;A Gazeta&amp;quot;. O jor¬nal do PSD, através do seu colunista &amp;quot;Mu-tuca&amp;quot; (Não se sabe até hoje a identidade correta do &amp;quot;Mutuca&amp;quot;, entretan¬to as suspeitas recaem sobre Antônio Anas¬tácio de Moraes, o &amp;quot;Tonho do Nico&amp;quot;, fun¬cionário publico), deseja que o número de placas colocadas em Cambuí pelo prefeito João Lopes seja bem maior do que as colo¬cadas pelo ex-prefeito, também do PSD, José Nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De São Paulo, o Mutuca  &lt;br /&gt;
Em carta, agora, cutuca  &lt;br /&gt;
O prefeito a emplacamento  &lt;br /&gt;
Placas e placas sem fim:  &lt;br /&gt;
‘Placas em tudol Vá por mim  &lt;br /&gt;
Siga o José Nascimento’  &lt;br /&gt;
Quanto a isso, não contesto  &lt;br /&gt;
E a favor me manifesto  &lt;br /&gt;
Do tal da placamania!  &lt;br /&gt;
Meteu placa em todo o lado  &lt;br /&gt;
Da cadeia ao mercado...  &lt;br /&gt;
Salve o ‘ex’ da placaria!... &lt;br /&gt;
E aqueles que inda virão  &lt;br /&gt;
É certo, lembrar-se-ão  &lt;br /&gt;
Desse governo a...placável  &lt;br /&gt;
Que com placa...bilidade  &lt;br /&gt;
Governou nossa cidade  &lt;br /&gt;
Fazendo tudo notável  &lt;br /&gt;
Segui-lo deve o Prefeito  &lt;br /&gt;
Emplaque todo o seu feito  &lt;br /&gt;
Eis uma ideia aplicável  &lt;br /&gt;
E não quero implicar:  &lt;br /&gt;
Tente com a placa aplacar  &lt;br /&gt;
O murmúrio im...placável&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último poema do &amp;quot;Montanhês&amp;quot; apare¬ceu no número 37 d&amp;quot;A Montanha&amp;quot;, de 2 de janeiro de 1949. Um surpreendente defeito mecânico num gramofone revela o político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Possuía meu conhecido  &lt;br /&gt;
Alguns discos e um gramofone  &lt;br /&gt;
E ao sentir-se aborrecido  &lt;br /&gt;
Entediado ou mesmo insone  &lt;br /&gt;
Infalível ser ouvido  &lt;br /&gt;
Para as mágoas espantar  &lt;br /&gt;
Polcas e valsas chorosas  &lt;br /&gt;
Dessas próprias pra ninar... &lt;br /&gt;
E o que mais me divertia  &lt;br /&gt;
(Ficando ele atrapalhado)  &lt;br /&gt;
Era um disco em qual se ouvia  &lt;br /&gt;
Um discurso tão gozado  &lt;br /&gt;
Dum político que existia  &lt;br /&gt;
Numa vila, o Sô Leutério  &lt;br /&gt;
Nele o tal se elogiava  &lt;br /&gt;
E num rompante esclamava  &lt;br /&gt;
- Eu sou um homem muito sério!  &lt;br /&gt;
É que tanto ele tocava  &lt;br /&gt;
O disco veio a estragar... &lt;br /&gt;
A agulha não avançava  &lt;br /&gt;
E o pobre do Só Leutério  &lt;br /&gt;
Começando a discursar  &lt;br /&gt;
Exclamava sem cessar  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Sério... sério... sério... &lt;br /&gt;
Assim é o caso presente  &lt;br /&gt;
Da Gazeta com o Prefeito  &lt;br /&gt;
&amp;quot;Homem honesto e direito?&amp;quot;  &lt;br /&gt;
Ele somente! Ele só.. .mente&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luís Carlos Silva Eiras&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_na_internet&amp;diff=376</id>
		<title>Cambuí na internet</title>
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				<updated>2015-10-02T14:50:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Facebook'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Lembranças de Cambuí'' https://www.facebook.com/groups/224930137597703/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Viva Cambuí''  https://www.facebook.com/viva.cambui?fref=ts&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Youtube'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.youtube.com/watch?v=JdQX3U_V6ks\ Cambuí 360º]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Wikipédia:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Cambu%C3%AD_(Minas_Gerais\ Cambuí (Minas Gerais)]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''IBGE'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/cambui.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Prefeitura Municipal da Cambuí''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.prefeituradecambui.mg.gov.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dados econômicos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Portal da Transparência:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://transparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2015&amp;amp;SelecaoUF=1&amp;amp;SiglaUF=MG&amp;amp;CodMun=4211&amp;amp;Pagina=1\                                Transferência de recursos do Governo Federal em 2015]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''DataViva:'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://pt.dataviva.info/profiles/bra/4mg070504/?app=1\ Cambuí]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<title>Cambuí na internet</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
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'''Facebook'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Lembranças de Cambuí'' https://www.facebook.com/groups/224930137597703/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Viva Cambuí''  https://www.facebook.com/viva.cambui?fref=ts&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Youtube'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.youtube.com/watch?v=JdQX3U_V6ks\ Cambuí 360º]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Wikipédia:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Cambu%C3%AD_(Minas_Gerais\ Cambuí (Minas Gerais)]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''IBGE'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/cambui.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Prefeitura Municipal da Cambuí''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.prefeituradecambui.mg.gov.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dados econômicos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Portal da Transparência:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://transparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2015&amp;amp;SelecaoUF=1&amp;amp;SiglaUF=MG&amp;amp;CodMun=4211&amp;amp;Pagina=1\                                Transferência de recursos do Governo Federal em 2015]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''DataViva:'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://pt.dataviva.info/profiles/bra/4mg070504/?app=1\ Cambuí]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<title>Cambuí na internet</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
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'''Facebook'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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''Lembranças de Cambuí'' https://www.facebook.com/groups/224930137597703/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Viva Cambuí''  https://www.facebook.com/viva.cambui?fref=ts&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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'''Youtube'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.youtube.com/watch?v=JdQX3U_V6ks\ Cambuí 360º]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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'''Wikipédia:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Cambu%C3%AD_(Minas_Gerais\ Cambuí (Minas Gerais)]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''IBGE'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/cambui.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Prefeitura Municipal da Cambuí''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.prefeituradecambui.mg.gov.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dados econômicos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://transparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2015&amp;amp;SelecaoUF=1&amp;amp;SiglaUF=MG&amp;amp;CodMun=4211&amp;amp;Pagina=1\                                Transferência de recursos do Governo Federal em 2015]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''DataViva:'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://pt.dataviva.info/profiles/bra/4mg070504/?app=1\ Cambuí]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<title>Cambuí na internet</title>
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'''Facebook'''&lt;br /&gt;
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''Lembranças de Cambuí'' https://www.facebook.com/groups/224930137597703/&lt;br /&gt;
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''Viva Cambuí''  https://www.facebook.com/viva.cambui?fref=ts&lt;br /&gt;
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'''Youtube'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.youtube.com/watch?v=JdQX3U_V6ks\ Cambuí 360º]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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'''Wikipédia:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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'''IBGE'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[ http://transparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2015&amp;amp;SelecaoUF=1&amp;amp;SiglaUF=MG&amp;amp;CodMun=4211&amp;amp;Pagina=1                                      \ Transferência de recursos do Governo Federal em 2015]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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''DataViva:'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_na_internet&amp;diff=372</id>
		<title>Cambuí na internet</title>
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				<updated>2015-10-02T14:45:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
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'''Facebook'''&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Wikipédia:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Cambu%C3%AD_(Minas_Gerais\ Cambuí (Minas Gerais)]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''IBGE'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/cambui.pdf&lt;br /&gt;
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'''Prefeitura Municipal da Cambuí''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.prefeituradecambui.mg.gov.br/&lt;br /&gt;
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'''Dados econômicos:'''&lt;br /&gt;
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''DataViva:'' &lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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'''Facebook'''&lt;br /&gt;
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''Lembranças de Cambuí'' https://www.facebook.com/groups/224930137597703/&lt;br /&gt;
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'''Youtube'''&lt;br /&gt;
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'''IBGE'''&lt;br /&gt;
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'''Prefeitura Municipal da Cambuí''' &lt;br /&gt;
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'''Dados econômicos:'''&lt;br /&gt;
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''Transferência de recursos do Governo Federal em 2015'':&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<title>Cambuí na internet</title>
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'''IBGE'''&lt;br /&gt;
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http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/cambui.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Prefeitura Municipal da Cambuí''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.prefeituradecambui.mg.gov.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dados econômicos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Transferência de recursos do Governo Federal em 2015'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://transparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2015&amp;amp;SelecaoUF=1&amp;amp;SiglaUF=MG&amp;amp;CodMun=4211&amp;amp;Pagina=1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''DataViva:'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://pt.dataviva.info/profiles/bra/4mg070504/?app=1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Apelidos&amp;diff=363</id>
		<title>Apelidos</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Balé (Eisler Robinson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Béa (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capitão (José Francisco Fanuchi Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grilo (Eurico Vagner da Silva)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pitucha (Maria José Alvarenga Andrade)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tatita (Geraldo Cipriano de Moraes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zé Montanha (José do Carmo Eiras)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta wikipédia começou no dia 23 de setembro de 2015. É uma wiki da '''ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências''' - para reunir informações sobre Cambuí. Já podem ser encontrados aqui: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Estatuto]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Lázaro Silva, Wanderley Meyer, Helena Maria Carvalho Ferraz, Maria do Carmo Nascimento, Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo  Finamor, Henderson Antônio Braz de Morais, José dos Reis, João Marinho, Levindo Furquim Lambert, Neuman Pereira Fanuchi'' e ''Olímpio Nogueira Figueiredo''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- receitas: [[Virado de banana]]; [[Quibebe]]; [[Doce de abóbora]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cambuí na internet]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cine Cambuí]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lendas urbanas]], [[Apelidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Começando ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão: [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
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* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Lendas urbanas</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- Na [[Cruz do Rosário]], no final da hoje Avenida Tiradentes, aparecia o ''Homem de Capa Preta'', que rouba crianças e fazia mal às moças. Nunca foi encontrado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No passeio principal do [[Cemitério]] num túmulo à direita, próxima da entrada, minava água que, apesar dos óbvios riscos para a saúde, era milagrosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 60, com o sucesso da novela '''Direito de Nascer''', na TV Tupi, foi descoberto que foi um cambuiense quem escreveu a novela, cujos capítulos foram roubados pela emissora. Nunca foi explicado como ''Félix B. Caignet'' conseguiu copiá-los para o rádio em Cuba em 1948;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No final dos anos 60, uma menina suava colorido. Saiu até no '''O Cruzeiro'''. A causa poderia ser os espíritos. Ou a tinta do papel crepom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 80, a atriz ''Maria Zilda'' deu uma entrevista de madrugada num programa de televisão que sua mãe tinha nascido em Cambuí, bem como outros detalhes. A pessoa que contava não tinha visto o programa, mas ouviu de dizer de alguém que não-sei-quem tinha visto;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[João Belisário]] matou o juiz Dr. Carlos Cavalcanti, na Praça da Matriz, no início dos anos 20. Foi preso, julgado e absolvido por falta de provas. Há quem tenha o processo, mas não pode mostrá-lo para não provocar problemas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luís Carlos Silva Eiras''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- Na [[Cruz do Rosário]], no final da hoje Avenida Tiradentes, aparecia o Homem de Capa Preta, que rouba crianças e fazia mal às moças. Nunca foi encontrado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No passeio principal do [[Cemitério]] num túmulo à direita, próxima da entrada, minava água que, apesar dos óbvios riscos para a saúde, era milagrosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 60, com o sucesso da novela '''Direito de Nascer''', na TV Tupi, foi descoberto que foi um cambuiense quem escreveu a novela, cujos capítulos foram roubados pela emissora. Nunca foi explicado como ''Félix B. Caignet'' conseguiu copiá-los para o rádio em Cuba em 1948;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No final dos anos 60, uma menina suava colorido. Saiu até no '''O Cruzeiro'''. A causa poderia ser os espíritos. Ou a tinta do papel crepom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 80, a atriz ''Maria Zilda'' deu uma entrevista de madrugada num programa de televisão que sua mãe tinha nascido em Cambuí, bem como outros detalhes. A pessoa que contava não tinha visto o programa, mas ouviu de dizer de alguém que não-sei-quem tinha visto;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[João Belisário]] matou o juiz Dr. Carlos Cavalcanti, na Praça da Matriz, no início dos anos 20. Foi preso, julgado e absolvido por falta de provas. Há quem tenha o processo, mas não pode mostrá-lo para não provocar problemas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Luís Carlos Silva Eiras''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- Na [[Cruz do Rosário]], no final da hoje Avenida Tiradentes, aparecia o Homem de Capa Preta, que rouba crianças e fazia mal às moças. Nunca foi encontrado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No passeio principal do [[Cemitério]] num túmulo à direita, próxima da entrada, minava água que, apesar dos óbvios riscos para a saúde, era milagrosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 60, com o sucesso da novela '''Direito de Nascer''', na TV Tupi, foi descoberto que foi um cambuiense quem escreveu a novela, cujos capítulos foram roubados pela emissora. Nunca foi explicado como ''Félix B. Caignet'' conseguiu copiá-los para o rádio em Cuba em 1948;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No final dos anos 60, uma menina suava colorido. Saiu até no '''O Cruzeiro'''. A causa poderia ser os espíritos. Ou a tinta do papel crepom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nos anos 80, a atriz ''Maria Zilda'' deu uma entrevista de madrugada num programa de televisão que sua mãe tinha nascido em Cambuí, bem como outros detalhes. A pessoa que contava não tinha visto o programa, mas ouviu de dizer de alguém que não-sei-quem tinha visto;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[João Belisário]] matou o juiz Dr. Carlos Cavalcanti, na Praça da Matriz, no início dos anos 20. Foi preso, julgado e absolvido por falta de provas. Há quem tenha o processo, mas não pode mostrá-lo para não provocar problemas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você.&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Prefeitos - de 1947 até hoje</title>
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&lt;div&gt;João Batista Lopes – 21/12/1947 a 31/01/1951&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José Francisco do Nascimento – 01/02/1951 a 31/01/1955, 31/01/1963 a 31/01/1967&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alcino de Oliveira Salomon – 06/02/1955 a 05/02/1957&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro – 06/02/1957 a 31/01/1959&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benedito de Carvalho – 31/01/1959 a 31/01/1963&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Braz Meyer – 31/01/1967 a 31/01/1971&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Evangelista Rangel Padilha – 31/01/1971 a 31/01/1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aristeu Bueno – 31/01/1973 a 31/01/1977&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jair Célio de Souza – 31/01/1977 a 31/01/1983&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gervásio Aparecido dos Santos – 01/01/1983 a 31/01/1989&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Guilherme da Silva – 01/01/1989 a  31/12/1992, 01/01/1997  a 31/12/2000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcus Wagner de Carvalho Bayeux – 01/01/1963 a 31/12/1996&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Nogueira Fanuchi – 01/01/2001 a 31/12/2004&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benedito Antonio Guimenti – 01/01/2005 a 31/12/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dirceu Marques Dias - 01/01/2013 - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Moema Silva''&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Prefeitos - de 1947 até hoje</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;João Batista Lopes – 21/12/1947 a 31/01/1951&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José Francisco do Nascimento – 01/02/1951 a 31/01/1955, 31/01/1963 a 31/01/1967&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alcino de Oliveira Salomon – 06/02/1955 a 05/02/1957&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro – 06/02/1957 a 31/01/1959&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benedito de Carvalho – 31/01/1959 a 31/01/1963&lt;br /&gt;
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Luiz Evangelista Rangel Padilha – 31/01/1971 a 31/01/1973&lt;br /&gt;
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Aristeu Bueno – 31/01/1973 a 31/01/1977&lt;br /&gt;
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Jair Célio de Souza – 31/01/1977 a 31/01/1983&lt;br /&gt;
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Gervásio Aparecido dos Santos – 01/01/1983 a 31/01/1989&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Guilherme da Silva – 01/01/1989 a  31/12/1992, 01/01/1997  a 31/12/2000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcus Wagner de Carvalho Bayeux – 01/01/1963 a 31/12/1996&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Nogueira Fanuchi – 01/01/2001 a 31/12/2004&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benedito Antonio Guimenti – 01/01/2005 a 31/12/2012&lt;br /&gt;
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''Moema Silva''&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: Criou página com 'João Batista Lopes – 21/12/1947 a 31/01/1951  José Francisco do Nascimento – 01/02/1951 a 31/01/1955, 31/01/1963 a 31/01/1967  Alcino de Oliveira Salomon – 06/02/1955...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;João Batista Lopes – 21/12/1947 a 31/01/1951&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José Francisco do Nascimento – 01/02/1951 a 31/01/1955, 31/01/1963 a 31/01/1967&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alcino de Oliveira Salomon – 06/02/1955 a 05/02/1957&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álvaro de Morais Navarro – 06/02/1957 a 31/01/1959&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benedito de Carvalho – 31/01/1959 a 31/01/1963&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Braz Meyer – 31/01/1967 a 31/01/1971&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Evangelista Rangel Padilha – 31/01/1971 a 31/01/1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aristeu Bueno – 31/01/1973 a 31/01/1977&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jair Célio de Souza – 31/01/1977 a 31/01/1983&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gervásio Aparecido dos Santos – 01/01/1983 a 31/01/1989&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Guilherme da Silva – 01/01/1989** a  31/12/1992, 01/01/1997  a 31/12/2000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcus Wagner de Carvalho Bayeux – 01/01/1963 a 31/12/1996&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Nogueira Fanuchi – 01/01/2001 a 31/12/2004&lt;br /&gt;
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Benedito Antonio Guimenti – 01/01/2005 a 31/12/2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Moema Silva''&lt;/div&gt;</summary>
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				<updated>2015-10-01T14:16:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta wikipédia começou no dia 23 de setembro de 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma wiki da '''ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências''' - para reunir informações sobre Cambuí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já podem ser encontrados aqui: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Estatuto]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Lázaro Silva, Wanderley Meyer, Helena Maria Carvalho Ferraz, Maria do Carmo Nascimento, Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo  Finamor, Henderson Antônio Braz de Morais, José dos Reis, João Marinho, Levindo Furquim Lambert, Neuman Pereira Fanuchi'' e ''Olímpio Nogueira Figueiredo''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- receitas: [[Virado de banana]]; [[Quibebe]]; [[Doce de abóbora]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cambuí na internet]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cine Cambuí]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Começando ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão: [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=342</id>
		<title>Página principal</title>
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				<updated>2015-10-01T14:15:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta wikipédia começou no dia 23 de setembro de 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma wiki da '''ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências''' - para reunir informações sobre Cambuí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já podem ser encontrados aqui: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Estatuto]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Lázaro Silva, Wanderley Meyer, Helena Maria Carvalho Ferraz, Maria do Carmo Nascimento, Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo  Finamor, Henderson Antônio Braz de Morais, José dos Reis, João Marinho, Levindo Furquim Lambert, Neuman Pereira Fanuchi'' e ''Olímpio Nogueira Figueiredo''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Receitas: [[Virado de banana]]; [[Quibebe]]; [[Doce de abóbora]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cambuí na internet]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cine Cambuí]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Começando ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão: [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=341</id>
		<title>Página principal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=341"/>
				<updated>2015-10-01T14:15:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta wikipédia começou no dia 23 de setembro de 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma wiki da '''ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências''' - para reunir informações sobre Cambuí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já podem ser encontrados aqui: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Estatuto]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Lázaro Silva, Wanderley Meyer, Helena Maria Carvalho Ferraz, Maria do Carmo Nascimento, Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo  Finamor, Henderson Antônio Braz de Morais, José dos Reis, João Marinho, Levindo Furquim Lambert, Neuman Pereira Fanuchi'' e ''Olímpio Nogueira Figueiredo''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Virado de banana]]; [[Quibebe]]; [[Doce de abóbora]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cambuí na internet]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cine Cambuí]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Começando ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão: [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.207.234</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=340</id>
		<title>Página principal</title>
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				<updated>2015-10-01T14:14:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.207.234: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta wikipédia começou no dia 23 de setembro de 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma wiki da '''ACLAC - Academia Cambuiense de Letras, Artes e Ciências''' - para reunir informações sobre Cambuí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já podem ser encontrados aqui: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Estatuto]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Lázaro Silva, Wanderley Meyer, Helena Maria Carvalho Ferraz, Maria do Carmo Nascimento, Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo  Finamor, Henderson Antônio Braz de Morais, José dos Reis, João Marinho, Levindo Furquim Lambert, Neuman Pereira Fanuchi'' e ''Olímpio Nogueira Figueiredo''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Virado de banana]];[[Quibebe]]; [[Doce de abóbora]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cambuí na internet]];&lt;br /&gt;
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- [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
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- [[Cine Cambuí]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Começando ==&lt;br /&gt;
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