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		<title>Wiki Cambuí - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<updated>2026-04-22T19:40:48Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3095</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
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				<updated>2016-01-05T17:01:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alternativas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, e não os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou                 1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cidades às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confessar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?''' &lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim       22%         24%         10%&lt;br /&gt;
 Não       76%         76%         90%&lt;br /&gt;
 Não sabe   2%          -           -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do filme,o que faz a média geral do Rio não acompanhar as outras é principalmente a opinião dos mais moços, dos quais apenas 28% recomendariam proibição integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        76%        62%         83%&lt;br /&gt;
 Não        23%        38%         15%&lt;br /&gt;
 Não sabe    2%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        26%        27%         32%&lt;br /&gt;
 Não        73%        73%         66%&lt;br /&gt;
 Não sabe    1%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher paulista é a que menos confia na ajuda da ciência, ao passo que, entre os homens, os entrevistados de Cambuí foram os que manifestaram maior índice de confiança. E são as mulheres desse mesma cidade mineira as que mais temem uma influência negativa da ciência sobre a religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo       Rio        Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 É pecadora única e responsável pelo pecado     44%          19%          52%&lt;br /&gt;
 É pecadora, mas não a única responsável        26%          47%          16%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se foi obrigada à prostituição  14%          28%          22%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se contribui para a Igreja      14%           6%           6%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora em circunstância alguma          1%           -            1%&lt;br /&gt;
 Não sabe                                        1%           -            3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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		<title>Cambuí e o pecado</title>
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				<updated>2016-01-05T17:00:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Como os brasileiros veem o pecado */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou                 1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?''' &lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim       22%         24%         10%&lt;br /&gt;
 Não       76%         76%         90%&lt;br /&gt;
 Não sabe   2%          -           -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do filme,o que faz a média geral do Rio não acompanhar as outras é principalmente a opinião dos mais moços, dos quais apenas 28% recomendariam proibição integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        76%        62%         83%&lt;br /&gt;
 Não        23%        38%         15%&lt;br /&gt;
 Não sabe    2%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        26%        27%         32%&lt;br /&gt;
 Não        73%        73%         66%&lt;br /&gt;
 Não sabe    1%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher paulista é a que menos confia na ajuda da ciência, ao passo que, entre os homens, os entrevistados de Cambuí foram os que manifestaram maior índice de confiança. E são as mulheres desse mesma cidade mineira as que mais temem uma influência negativa da ciência sobre a religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo       Rio        Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 É pecadora única e responsável pelo pecado     44%          19%          52%&lt;br /&gt;
 É pecadora, mas não a única responsável        26%          47%          16%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se foi obrigada à prostituição  14%          28%          22%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se contribui para a Igreja      14%           6%           6%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora em circunstância alguma          1%           -            1%&lt;br /&gt;
 Não sabe                                        1%           -            3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3093</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3093"/>
				<updated>2016-01-05T16:59:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?''' &lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim       22%         24%         10%&lt;br /&gt;
 Não       76%         76%         90%&lt;br /&gt;
 Não sabe   2%          -           -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do filme,o que faz a média geral do Rio não acompanhar as outras é principalmente a opinião dos mais moços, dos quais apenas 28% recomendariam proibição integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        76%        62%         83%&lt;br /&gt;
 Não        23%        38%         15%&lt;br /&gt;
 Não sabe    2%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        26%        27%         32%&lt;br /&gt;
 Não        73%        73%         66%&lt;br /&gt;
 Não sabe    1%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher paulista é a que menos confia na ajuda da ciência, ao passo que, entre os homens, os entrevistados de Cambuí foram os que manifestaram maior índice de confiança. E são as mulheres desse mesma cidade mineira as que mais temem uma influência negativa da ciência sobre a religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo       Rio        Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 É pecadora única e responsável pelo pecado     44%          19%          52%&lt;br /&gt;
 É pecadora, mas não a única responsável        26%          47%          16%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se foi obrigada à prostituição  14%          28%          22%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se contribui para a Igreja      14%           6%           6%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora em circunstância alguma          1%           -            1%&lt;br /&gt;
 Não sabe                                        1%           -            3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3092</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3092"/>
				<updated>2016-01-05T16:58:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?''' &lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim       22%         24%         10%&lt;br /&gt;
 Não       76%         76%         90%&lt;br /&gt;
 Não sabe   2%          -           -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do filme,o que faz a média geral do Rio não acompanhar as outras é principalmente a opinião dos mais moços, dos quais apenas 28% recomendariam proibição integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        76%        62%         83%&lt;br /&gt;
 Não        23%        38%         15%&lt;br /&gt;
 Não sabe    2%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        26%        27%         32%&lt;br /&gt;
 Não        73%        73%         66%&lt;br /&gt;
 Não sabe    1%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher paulista é a que menos confia na ajuda da ciência, ao passo que, entre os homens, os entrevistados de Cambuí foram os que manifestaram maior índice de confiança. E são as mulheres desse mesma cidade mineira as que mais temem uma influência negativa da ciência sobre a religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí´&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 É pecadora única e responsável pelo pecado     44%          19%          52%&lt;br /&gt;
 É pecadora, mas não a única responsável        26%          47%          16%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se foi obrigada à prostituição  14%          28%          22%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora se contribui para a Igreja      14%           6%           6%&lt;br /&gt;
 Não é pecadora em circunstância alguma          1%           -            1%&lt;br /&gt;
 Não sabe                                        1%           -            3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3091</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3091"/>
				<updated>2016-01-05T16:53:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?''' &lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim       22%         24%         10%&lt;br /&gt;
 Não       76%         76%         90%&lt;br /&gt;
 Não sabe   2%          -           -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do filme,o que faz a média geral do Rio não acompanhar as outras é principalmente a opinião dos mais moços, dos quais apenas 28% recomendariam proibição integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        76%        62%         83%&lt;br /&gt;
 Não        23%        38%         15%&lt;br /&gt;
 Não sabe    2%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        26%        27%         32%&lt;br /&gt;
 Não        73%        73%         66%&lt;br /&gt;
 Não sabe    1%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher paulista é a que menos confia na ajuda da ciência, ao passo que, entre os homens, os entrevistados de Cambuí foram os que manifestaram maior índice de confiança. E são as mulheres desse mesma cidade mineira as que mais temem uma influência negativa da ciência sobre a religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3090</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3090"/>
				<updated>2016-01-05T16:51:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?''' &lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim       22%         24%         10%&lt;br /&gt;
 Não       76%         76%         90%&lt;br /&gt;
 Não sabe   2%          -           -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do filme,o que faz a média geral do Rio não acompanhar as outras é principalmente a opinião dos mais moços, dos quais apenas 28% recomendariam proibição integral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        76%        62%         83%&lt;br /&gt;
 Não        23%        38%         15%&lt;br /&gt;
 Não sabe    2%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
         São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim        26%        27%         32%&lt;br /&gt;
 Não        73%        73%         66%&lt;br /&gt;
 Não sabe    1%         -           2%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3088</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3088"/>
				<updated>2016-01-05T16:41:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
                           São Paulo     Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Proibido                    65%         37%        56%&lt;br /&gt;
 Permitido para maiores      23%         52%        39%&lt;br /&gt;
 Permitido para todos         9%          7%         3%&lt;br /&gt;
 Não sabe                     3%          3%         -&lt;br /&gt;
 Outras respostas             -           1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3086</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3086"/>
				<updated>2016-01-05T15:10:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3085</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
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				<updated>2016-01-05T15:09:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                             São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3084</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3084"/>
				<updated>2016-01-05T15:06:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3083</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3083"/>
				<updated>2016-01-05T15:06:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24 - Pode a ciência ajudar o católico a saber o que é pecado e o que não é?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''25 - A ciência afasta as pessoas da religião?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26 - Com qual destas frases concorda? A mulher que se prostitui:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3082</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
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				<updated>2016-01-05T14:58:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* As mulheres estão a favor do controle de natalidade */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16 - Há pouco tempo, um médico trocou o coração de um doente, que consentiu na operação. Como católico sente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''17 - Comete pecado o casal que evita filhos por métodos não aprovado pela Igreja?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''18 - O pecado é cometido:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''19 - O casal comete pecado ainda que não tenha meios de sustentar os filhos?'''&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''20 - Deve a  Igreja permitir que os casais evitem filhos usando métodos até agora ela condena?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21 - Quando diz que evitar filhos é pecado, a Igreja está:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3081</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3081"/>
				<updated>2016-01-05T14:57:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3080</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3080"/>
				<updated>2016-01-05T14:57:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
9 - Com quem conversa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10 -  Por que não costuma conversar sobre o tema pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11 - &amp;quot;Hoje no Brasil as pessoas se preocupam com pecado menos do que deveria&amp;quot;. Concorda com essa afirmação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''12 - Por que?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13 - As noções de céu e inferno são:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14 - Qual dessas frases está de acordo? Céu e inferno são noções''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15- É pecado?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3079</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
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				<updated>2016-01-05T14:12:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3078</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3078"/>
				<updated>2016-01-05T14:11:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A igreja em segundo plano?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3077</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3077"/>
				<updated>2016-01-05T14:11:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
A julgar pelos resultados da pesquisa, algo de novo está acontecendo nas relações entre o homem moderno e o pecado. Ou melhor: entre o homem da nossa geração e a imagem que ele faz o pecado.  Seria possível dizer a primeira vista que o homem de hoje mostra uma certa tendência a considerar o pecado sem a antiga preocupação. Mas isso nem sempre a verdade. Uma interpretação mais cuidadosa dos números e das porcentagem da pesquisa conduz até à uma imagem diferente e confortadora: a do homem que luta para não quebrar, de repente, a ponte de algo que existe e que sempre existiu entre sua consciência íntima  e a fé.&lt;br /&gt;
Talvez seja um sistema de valores que representa mudanças em relação ao passado. Os números dao a  entender que muitos dos entrevistados deve ter ficado surpresos quando lhes perguntaram se não se interessar política é pecado ou se deixar de pagar imposto é pecado, embora os mesmos entrevistados não estranhassem a presença do item “contar piada sobre religião”. Esta, afinal é uma prova de que nada ou quase nada mudou substancialmente, de que ainda existe uma profunda e  reverente tendência a considerar com respeito antigo os assuntos sagrados e os problemas da fé.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja em segundo plano?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pode se não frequentar a igreja e ser um bom católico”,  disseram 75% dos entrevistados. Mas a resposta provoca logo após uma reação de geral arrependimento espontâneo: a maioria dos católicos ouvidos faz questão de esclarecer que vai à igreja -  para rezar sozinho - também fora dos horários da missa. E sete em cada dez entrevistados  buscam no templo e na oração solitária ajuda para os seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece mais fácil dizer,  no primeiro conservação,  que o pecado virou assunto sem importância,  pois não chega a ser tema frequente de conversas (pergunta 8), sob o principal argumento de que se trata de “assunto íntimo”.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3076</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3076"/>
				<updated>2016-01-05T13:40:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3075</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3075"/>
				<updated>2016-01-05T13:39:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte. De fato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí: 58. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3074</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3074"/>
				<updated>2016-01-05T13:39:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte DeFato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí 58&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3073</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3073"/>
				<updated>2016-01-05T13:39:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* As mulheres estão a favor do controle de natalidade */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte DeFato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí 58&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3072</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3072"/>
				<updated>2016-01-05T13:36:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte DeFato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí 58&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?'''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3071</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3071"/>
				<updated>2016-01-05T13:35:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
'''8 - Quando?'''&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte DeFato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí 58&lt;br /&gt;
9&lt;br /&gt;
10&lt;br /&gt;
11&lt;br /&gt;
12&lt;br /&gt;
13&lt;br /&gt;
14&lt;br /&gt;
15&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16&lt;br /&gt;
17&lt;br /&gt;
18&lt;br /&gt;
19&lt;br /&gt;
20&lt;br /&gt;
21&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22 - Um filme que ataca ou ridiculariza a religião católica deve ser:&lt;br /&gt;
23 - Devem os pais católicos permitir que os filhos menores leiam livros anticatólicos?  &lt;br /&gt;
24&lt;br /&gt;
25&lt;br /&gt;
26&lt;br /&gt;
27 - Qual destas frases acha certa? A mulher que mantém relações sexuais pré-matrimoniais: &lt;br /&gt;
28 - Qual destes pecados ofendem mais a Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3070</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3070"/>
				<updated>2016-01-05T13:19:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quando?&lt;br /&gt;
As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte DeFato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí 58&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3069</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3069"/>
				<updated>2016-01-05T13:17:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 quando?&lt;br /&gt;
 As respostas positivas a pergunta 7 perdem força Ao serem confrontadas conjuntos da questão seguinte DeFato 64% dos paulistas raramente conversam sobre o pecado Uno com fase essa porcentagem sobre a 71 no rio mas cai bastante em Cambuí 58&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 em 182 entrevistados curiosidades variam 18 a 34 anos faixa em que a proporção dos solteiros é alta somente 9 concluir o pecado com o tema de suas conversas com as namoradas ou noivas em São Paulo em Cambuí cabe principalmente o pai levantar o assunto perante os filhos.  burrinho entretanto o quadro é radicalmente oposto em 10 entre 12 casos a iniciativa foi tomada pelas Mães&lt;br /&gt;
 entrevistado com 35 anos ou mais apenas dois de São Paulo mencionaram  alternativa assunto pro passado quantos 18 jovens entre eles entre eles 10 cariocas foram também os moço 13 deles que se lembraram de indicar que os outros vão dar atenção não teria nada a dizer só o pecado 23 mulheres 18 homens a tese de que se trata do assunto íntimo é defendida principalmente pelos homens do Rio e de Cambuí e pelas mulheres de São Paulo&lt;br /&gt;
 A opinião de que os católicos brasileiros pouco se preocupam com o pecado é mais difundida entre os grupos dos velhos nas três cidades pesquisadas no rio mas entre as mulheres 80% do que pensam os homens 64% somente duas pessoas uma carioca de mais de 35 anos e 1 Camboinhas da mesma facilidade apontou como causa a influência do comunismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 o ceticismo é a dúvida manifestam-se acima de tudo entre os homens de Cambuí 42% dos quase certo que o céu inferno soluções falsas e 8% não se definiram totalizando assim metade da população católica masculina entrevistada no mesmo município no pequeno município Mineiro contra 34 de incrédulos apesar de ser considerado católico paulistas e cariocas já as mulheres Cambuí penso diferente em cada 1017 acredito que os conceitos são verdadeiros os cariocas As Cariocas estão divididas 52% das respostas positivas 48% negativas em São Paulo bairro Operário somos jovens e não os velhos que mais acredito no céu e no inferno&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3068</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3068"/>
				<updated>2016-01-05T13:12:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, Editora Abril, São Paulo, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3067</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3067"/>
				<updated>2016-01-05T13:11:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/fyjhpn4t5/caparealidademaio68.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3066</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3066"/>
				<updated>2016-01-05T13:10:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -          -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3065</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3065"/>
				<updated>2016-01-05T13:09:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de '''Cambuí''' (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -       -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3064</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3064"/>
				<updated>2016-01-05T13:08:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Revista '''Realidade''', nº 26, maio de 1968, págs. 139-146.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de Cambuí (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -       -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3063</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3063"/>
				<updated>2016-01-05T13:06:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Como os brasileiros veem o pecado==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de Cambuí (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -       -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os jovens falam muito pouco dele com as suas namoradas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As mulheres estão a favor do controle de natalidade==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para a maioria a ciência ajuda o homem a ser mais religioso==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo geral: ele está ligado ao mundo dos nossos dias==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3062</id>
		<title>Cambuí e o pecado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Cambu%C3%AD_e_o_pecado&amp;diff=3062"/>
				<updated>2016-01-05T13:02:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Trezentos brasileiros — todos católicos, ou pelo menos assim se considerando — , cem de São Paulo, cem da Guanabara e cem da cidade mineira de Cambuí (4 mil habitantes), foram entrevistados. Suas opiniões, atitudes e julgamentos constituem a substância desta pesquisa sobre pecado.  Das pessoas ouvidas, 150 homens e 150 mulheres, 182 estão na faixa de 18 a 34 anos de idade; 118 têm 35 anos ou mais. Também 118 são os solteiros; 168 casados;  há 9 viúvos e 4 desquitados  Fizeram curso primário 136 dos entrevistados; 129 fizeram ginásio e colégio; 28 — dos quais 25 cariocas — chegaram à Universidade. Quatro não sabem ler ou escrever; e três, que sabem, nunca foram à escola. Detalhe importante; os cariocas são de Copacabana, os paulistas de um bairro operário. Os questionários foram aplicados pelo INESE — Instituto de Estudos Sociais e Econômicos. O sociólogo Luiz Weis elaborou a pesquisa e analisou os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1 — O senhor vai à missa?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      São Paulo   Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Sim 	 82%	 76%	  88%&lt;br /&gt;
 Não  	 18%	 24%	  12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2 — Com que frequência?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                            São Paulo	Rio    Cambuí&lt;br /&gt;
 Algumas vezes na semana         3%	 4%	 1%&lt;br /&gt;
 Todos os domingos              21%	30%	41%&lt;br /&gt;
 Alguns domingos                23%	18%	27%&lt;br /&gt;
 Raramente                      35%	24%	19%&lt;br /&gt;
 Não vai à missa                18%	24%	12%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frequência de idas a missa ê menor aparentemente sugere a alta porcentagem de respostas sim à pergunta 1. Porque as alterna¬tivas da pergunta 2 (algumas vezes por semana, todos os domingos, alguns domingos), de um lado, e raramente, não vai, de outro) mostram que 47% de paulistas e 52% de cariocas comparecem aos ofícios com certa regularidade – e não 88% e 76%. A mesma diferença aparece em Cambuí, onde 60% iriam à missa, enão os 88% da pergunta 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3 – Vai à igreja, fora do horário de missas, para rezar sozinho?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
             São Paulo    Rio     Cambuí &lt;br /&gt;
 Sim           69%        64%      64%&lt;br /&gt;
 Não           31%        36%      36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4 — Quando?'''&lt;br /&gt;
                                            São Paulo        Rio       Cambuí&lt;br /&gt;
 Frequentemente		                      26%	     25%	25%&lt;br /&gt;
 Sempre que precisa resolver algum problema     8%	      6%	 5%&lt;br /&gt;
 Raramente		                      35%	     33%	34%&lt;br /&gt;
 Não vai fora do horário de missa	      31%	     36%	36%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai-se mais à missa do que rezar em solidão, principalmente em Cambuí. E, nas três cidades, as mulheres (80%, 82% e 72%), bem mais dos homens (58%, 82% e 56%), preferem ir à igreja nos horários de missa; É baixo o número de fiéis que buscam o templo sempre que precisam resolver algum problema.  Dos que vão frequentemente em São Paulo, 34% são mulheres, 18% homens. No Rio, a diferença entre os sexos é de 46% contra apenas 4%. O padrão se repete em Cambuí: 30% mulheres, 20% homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5 — Quando se confessou pela última vez?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                                São Paulo   	Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Há menos de 6 meses               30%   	23%	  38%&lt;br /&gt;
 Entre 6 meses e 1 ano             16%	        16%       13%&lt;br /&gt;
 Entre 1 e 5 anos 	          38%	        36%       27%&lt;br /&gt;
 Ha mais de 5 anos                 25%	        22%	  20%&lt;br /&gt;
 Não  sabe   	                    - 	        -       -&lt;br /&gt;
 Nunca se confessou ...             1%   	 3%	   1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prática da confissão esta mais viva em Cambuí do que em São Paulo e em São Paulo mais do que no Rio. Nessas duas últimas cida¬des às mulheres se confessam com maior frequência que os homens. Em Cambuí porém, a diferença entre os sexos é menos acentuada Jovens e velhos pouco se distinguem em São Paulo e no município mineiro. Já no Rio, as pessoas com 35 anos ou mais costumam confes¬sar-se mais que os jovens. Entretanto,  à medida que a idade avança, a confissão declina: 39% dos mais velhos em São Paulo e Cambuí e 24% no Rio confessaram-se pela última vez há cinco anos ou mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6 - &amp;quot;Uma pessoa pode não frequentar a igreja e ser bom bom católico.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
                  São Paulo    Rio	Cambuí&lt;br /&gt;
 Concorda   	    77%       80%	 73%&lt;br /&gt;
 Discorda            21%       19%        26%&lt;br /&gt;
 Não sabe             2%        1%         1%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, os homens tendem mais que as mulheres a concordar com a frase. Contudo, é mínima a diferença entre ambos os grupos: 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7 – Costuma conversar sobre o tema “pecado”?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São Paulo      Rio      Cambuí   &lt;br /&gt;
 Sim          50%         44%        57%&lt;br /&gt;
 Não          50%         56%        43%&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=3042</id>
		<title>Página principal</title>
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				<updated>2016-01-03T13:12:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Apelidos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, balanço de 2015:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países. Cambuí acessou 661 vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/g36nyb1ul/Wikip_dia_2015.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''347''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Apelidos&amp;diff=3041</id>
		<title>Apelidos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Apelidos&amp;diff=3041"/>
				<updated>2016-01-03T13:10:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;São '''347''' até agora.&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/644ad6x7h/fotoapelido1.jpg||&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jz2kvnrml/fotoapelido4.jpg||&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/ujcie8w4d/fotoapelido3.jpg||&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Fotos:''''' Quiquê Bueno &lt;br /&gt;
==Adorfo dos Oro==&lt;br /&gt;
 Adorfo dos Oro (Adolfo Ferreira da Silva)&lt;br /&gt;
 Aleixo (Álvaro Silva)&lt;br /&gt;
 Arfanjo (Raul Célio de Morais)&lt;br /&gt;
 Arisco (José Luiz de Souza)&lt;br /&gt;
 Arroiz Doce (Ademar Gonçalves Dias)&lt;br /&gt;
 Arroiz Doce (Adriano Jésus Bueno), &lt;br /&gt;
 Arvico (Antonio Álvaro de Morais)&lt;br /&gt;
 Arvo do Vico (Álvaro Carvalho Nogueira)&lt;br /&gt;
==Babalu==&lt;br /&gt;
 Babalu  (Deusdete do Carmo Ribeiro)&lt;br /&gt;
 Babi (Ronaldo Cesar Lambert)&lt;br /&gt;
 Bagre (Luiz Carlos dos Santos)&lt;br /&gt;
 Baianinho (Denivaldo Rocha Santos)&lt;br /&gt;
 Balé (Eisler Robson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
 Baleia (Antonio Fabrício)&lt;br /&gt;
 Bananeira (Antonio Faria)&lt;br /&gt;
 Barbante (Francisco José Pereira)&lt;br /&gt;
 Bastião Café (Sebastião Ferreira da Silva)&lt;br /&gt;
 Batata (José Maria Martins)&lt;br /&gt;
 Batata	(Raimundo Aparecido Pereira de Souza)&lt;br /&gt;
 Batinê (José Maria Vitorino de Souza)&lt;br /&gt;
 Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais)&lt;br /&gt;
 Béia (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
 Beleza Mecânico (Ademir Francisco de Azevedo)&lt;br /&gt;
 Bentão (José da Silva Flores)&lt;br /&gt;
 Bentão (Leonildo Geraldo Bueno)&lt;br /&gt;
 Besouro (Everaldo Marques) &lt;br /&gt;
 Bicó (Antônio Messias da Rosa)&lt;br /&gt;
 Bico Doce, Bicão (Nelson Evaristo Teodoro)&lt;br /&gt;
 Bidoca (Maria Guilhermina Eiras de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Biga(José Maria da Mota)&lt;br /&gt;
 Bigode da Sucata (Restivo Gomes de Godói)&lt;br /&gt;
 Bilo (José André Padilla) &lt;br /&gt;
 Biscoitero (Quem mora ou nasceu do Córrego do Bom Jesus) &lt;br /&gt;
 Bitelo (Ulysses de Oliveira Leme)&lt;br /&gt;
 Biudo (Pedro Augusto Tadeu Cassiano)&lt;br /&gt;
 Bob  (Antonio Carlos Silva)&lt;br /&gt;
 Bodão (Jonas Lopes da Silva)&lt;br /&gt;
 Bode (Antonio Bento dos Santos)&lt;br /&gt;
 Bode (Antonio Carlos Silva)&lt;br /&gt;
 Bode (Benedito Aparecido de Toledo)&lt;br /&gt;
 Bode Branco (Benedito Toledo)&lt;br /&gt;
 Bode Branco (Jonas Lopes da Silva)&lt;br /&gt;
 Bolão (João Messias da Rosa)&lt;br /&gt;
 Bolão (José Maria da Silva)&lt;br /&gt;
 Bolão (José Maria Queiroz)&lt;br /&gt;
 Boquinha (Mario José de Almeida)&lt;br /&gt;
 Borboleta (Dirceu Justino)&lt;br /&gt;
 Botinudo (partidário ou simpatizante do PSD, Partido Social Democrático, 1945-1965)&lt;br /&gt;
 Brieta (José André de Morais) &lt;br /&gt;
 Brinco (Antonio Evangelista da Silva)&lt;br /&gt;
 Brinco (Francisco Rangel Padilha)&lt;br /&gt;
 Bronze (Laudelino Sálvio Eiras)&lt;br /&gt;
 Buiu (Denivaldo Rocha Santos Junior)&lt;br /&gt;
 Bulá (Palmira Fanucci)&lt;br /&gt;
 Bulé Paiva (Maria José Nunes de Paiva)&lt;br /&gt;
 Burdog (Luiz Carlos Moreira)&lt;br /&gt;
 Buzina (João Batista Moreira)&lt;br /&gt;
==Cabeção==&lt;br /&gt;
 Cabeção (Anderson Lambert Faria)&lt;br /&gt;
 Cabeção (Jeferson Raimundo Lima)&lt;br /&gt;
 Cabecinha (Emerson José Lambert Faria)&lt;br /&gt;
 Cabrita (Lázaro Pereira de Almeida)&lt;br /&gt;
 Caçapa	(José Donizeti de Jesus)&lt;br /&gt;
 Cacau (José Oscar de Brito)&lt;br /&gt;
 Cachaço (José Adolfo da Silva)&lt;br /&gt;
 Cachaço (Lúcio Antonio de Almeida)&lt;br /&gt;
 Cachorro Louco (Ronaldo Finamor de Carvalho)&lt;br /&gt;
 Calau (Leli Lopes) &lt;br /&gt;
 Cambuíki (esta '''Wikipédia''') &lt;br /&gt;
 Campainha (João Batista da Silva)&lt;br /&gt;
 Candoca (Cândido de Brito Lambert)&lt;br /&gt;
 Capacete (Luciano Xavier)&lt;br /&gt;
 Capela (José Avelino Pereira)&lt;br /&gt;
 Capitão (José Francisco Fanucci Bueno) &lt;br /&gt;
 Capucho (Antonio Soares Leite)&lt;br /&gt;
 Carneiro (José do Carmo Faria)&lt;br /&gt;
 Cascão	(Sérgio Vilela Figueiredo)&lt;br /&gt;
 Catiguá (Eleandro Aparecido Silva)&lt;br /&gt;
 Cavalete (Wilson da Silva Oliveira)&lt;br /&gt;
 Caxinha  (Messias Cândido Ribeiro)&lt;br /&gt;
 Cegão (Ulisses Henrique Jr)&lt;br /&gt;
 Charrinha (Elizeu Luiz Andrade)&lt;br /&gt;
 Charrinha (Sérgio Luiz de Andrade)&lt;br /&gt;
 Charuto (José Claudio Domingos)&lt;br /&gt;
 Cheroso (Ademir Gonçalves de Souza)&lt;br /&gt;
 Chicão (José do Carmo Padilha)&lt;br /&gt;
 Chico do Chiquito (Francisco Cândido de Brito Filho)&lt;br /&gt;
 Chifrudo ( José Benedito de Toledo).&lt;br /&gt;
 Chifrudo (José Benedito de Toledo)&lt;br /&gt;
 Chiquita (Francisca Silva Eiras)&lt;br /&gt;
 Chiquito  (Tomé Francisco Cândido de Brito)&lt;br /&gt;
 Chita (Ailton Alves Wenceslau)&lt;br /&gt;
 Cobra Verde (Darci David Dias)&lt;br /&gt;
 Cobrinha (Antônio Moraes Chagas)&lt;br /&gt;
 Coelho	(Helder Lúcio dos Santos)&lt;br /&gt;
 Coruja (Sebastião Silva)&lt;br /&gt;
 Costela (Rogério Pereira Lambert)&lt;br /&gt;
 Coxinha (Daniel Ferreira dos Santos)&lt;br /&gt;
 Cupim (Emídio Felipe Fernandes)&lt;br /&gt;
 Curimba (Edson dos Santos Silva)&lt;br /&gt;
==Da Loba==&lt;br /&gt;
 Da Loba (Alan Datovo)&lt;br /&gt;
 Dé do Catarino	(Ademilson Alves Venceslau)&lt;br /&gt;
 Dedé (José Garcia Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Dedé (Maria José de Paiva Fanucci)&lt;br /&gt;
 Dida (Benedito Aparecido da Silva)&lt;br /&gt;
 Dito Canário (Benedito Antonio de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Dito Franguinho (Benedito Eiras Lambert)&lt;br /&gt;
 Dito Madrinha (Benedito Trindade Salles)&lt;br /&gt;
 Dito Pina (Benedito Irineu Bueno)&lt;br /&gt;
 Dito Raspa (Benedito dos Reis)&lt;br /&gt;
 Dumbo (Luiz Antônio de Carvalho)&lt;br /&gt;
 Dunha  (José Benedito Rosa)&lt;br /&gt;
==Fafau==	&lt;br /&gt;
 Fafau (Antonio Aparecido Morais)&lt;br /&gt;
 Faísca (Antonio Ribeiro Filho)&lt;br /&gt;
 Faustinho (Jose Fausto Pereira)&lt;br /&gt;
 Feijão (Antonio D'Assunção Lambert)&lt;br /&gt;
 Feio (Paulo Raimundo da Silva)&lt;br /&gt;
 Feitiço  ( José Benedito Pereira)&lt;br /&gt;
 Fiinho (José Benedito de Melo)&lt;br /&gt;
 Filipão (Antonio Felipe de Salles)&lt;br /&gt;
 Filó do Clube de Campo (Filomena Silva Salles)&lt;br /&gt;
 Fio da Barraca (José Aparecido da Rosa)&lt;br /&gt;
 Fio, Fio do Lazo (Lázaro Silva) &lt;br /&gt;
 Foca (Wanderley Meyer) &lt;br /&gt;
 Fordinho (José Luiz Ribeiro)&lt;br /&gt;
 Fú (José Erivelton da Rosa)&lt;br /&gt;
 Fubá (Joaquim David Dias)&lt;br /&gt;
 Fuzí (Luiz Marques Ribeiro)&lt;br /&gt;
==Gadeia==&lt;br /&gt;
 Gadeia (Edvandro Bueno Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Galinho (José Benedito da Silva)&lt;br /&gt;
 Ganso ( Aloísio Moraes)&lt;br /&gt;
 Ganso (Aluizio Morais)&lt;br /&gt;
 Ganzela (Geraldo Salles)&lt;br /&gt;
 Gão (João Carlos Bueno)&lt;br /&gt;
 Garoto (José Atanásio de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Garrincha (Ronaldo Carvalho Rosa)&lt;br /&gt;
 Gasolina (José Ferreira Lambert)&lt;br /&gt;
 Gastão	(Antonio Fernando Lambert)&lt;br /&gt;
 Gatinho (Antonio Carlos de Brito)&lt;br /&gt;
 Geraldo Laranja Azeda (Geraldo Pereira da Silva)&lt;br /&gt;
 Gi Certo (Adriano Jesus Bueno)&lt;br /&gt;
 Gibi (Sebastião Benedito Cassiano) &lt;br /&gt;
 Gigila (José do Carmo Simões)&lt;br /&gt;
 Giló (José Benedito da Silva)	 &lt;br /&gt;
 Giló (José Toledo da Silva)&lt;br /&gt;
 Grilo (Eurico Wagner Silva)&lt;br /&gt;
 Grilo do Som (Aldo Pereira Guimarães)&lt;br /&gt;
 Guelo (Adriano do Carmo Roque)&lt;br /&gt;
 Guigui (Agnaldo Procópio Pereira)&lt;br /&gt;
==Índio==&lt;br /&gt;
 Índio, Sada (Laércio Morais)&lt;br /&gt;
==James Dean==&lt;br /&gt;
 James Dean (João Moreira Lisboa)&lt;br /&gt;
 João 14 (João Batista Cristiano)&lt;br /&gt;
 João Bodinho (João Lopes de Souza Sobrinho)&lt;br /&gt;
 João Branco (João Batista Rodrigues) &lt;br /&gt;
 João Cotinha (João Batista da Silva)&lt;br /&gt;
 João do Honório (João Batista de Oliveira)&lt;br /&gt;
 João do Telefone (João Francisco de Paula)&lt;br /&gt;
 João Matagal (João Batista da Silva)&lt;br /&gt;
 João Ranhento (João Aparecido de Morais)&lt;br /&gt;
 João Risadinha (João Ribeiro)&lt;br /&gt;
 João Roscão (João Batista Salles)&lt;br /&gt;
 João Vermelho (João da Silva de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Joca (João Carlos de Brito)&lt;br /&gt;
 Juca do Padre (José Rodrigues Marques)&lt;br /&gt;
==Lagarto==&lt;br /&gt;
 Lagarto (José Nicolau Pereira)&lt;br /&gt;
 Lalá do Aluísio Bueno (Maria Imaculada Fanucci Bueno)&lt;br /&gt;
 Lalau (Luiz Sebastião Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Lalau (Sebastião Luiz Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Lavareda (Aparecido Alves da Cunha)&lt;br /&gt;
 Lazão (Benedito Tadeu Lambert)&lt;br /&gt;
 Léia (Sebastião Ferreira de Almeida)&lt;br /&gt;
 Leite (Antonio Claudio Moura Leite)  &lt;br /&gt;
 Lelei (Francisle Donisete Lambert)&lt;br /&gt;
 Ligo-ligo (Onofre Rangel)&lt;br /&gt;
 Loko (Paulo Roberto de Jesus)&lt;br /&gt;
 Lopão (João Aparecido Bueno)&lt;br /&gt;
 Loquinho (Marcelo Marconi Tavarez)&lt;br /&gt;
==Macarra==&lt;br /&gt;
 Macarra (José Álvaro Marques)&lt;br /&gt;
 Magrão (João Carlos da Rosa)&lt;br /&gt;
 Manduba (José Assunção de Carvalho)&lt;br /&gt;
 Maraca (Marco Túlio Salustiano)&lt;br /&gt;
 Maraca (Marco Túlio Tadeu Cassiano)	 &lt;br /&gt;
 Maria Caneca (Maria Magalhães)&lt;br /&gt;
 Maricota (Maria Porfirio Marques)&lt;br /&gt;
 Marrom (Rogério Alexandre Silva)&lt;br /&gt;
 Marruco (Fernando Ferreira da Silva)&lt;br /&gt;
 Masgaia (José Antonio Roque)&lt;br /&gt;
 Meio Kilo (Benedito Antonio da Rosa)&lt;br /&gt;
 Mil (Vladimil Bueno)&lt;br /&gt;
 Mindô, Marquinhos (Marcus Wagner de Carvalho Bayeux)&lt;br /&gt;
 Mingau (José do Carmo da Silva) &lt;br /&gt;
 Mirtinho Vinte Conto (Milton Pereira Rosa)&lt;br /&gt;
 Misto (Edmilson Felipe Fernandes)&lt;br /&gt;
 Moita (Marcos Vinicius de Souza)&lt;br /&gt;
 Moreno (Ildeu Ferreira)&lt;br /&gt;
==Nanico==&lt;br /&gt;
 Nanico (Luis Carlos Pereira)&lt;br /&gt;
 Nata, Pagão (Natanael Silva)&lt;br /&gt;
 Necão (Benedito Silveira da Silva)&lt;br /&gt;
 Nego (José Benedito da Silva)	 &lt;br /&gt;
 Nego (José do Carmo Moreira)&lt;br /&gt;
 Nene (Antonio da Silveira Lambert)&lt;br /&gt;
 Nenê do Lazo (Arlindo Silva) &lt;br /&gt;
 Nenê Faccio (Aguinaldo Jesus Faccio)&lt;br /&gt;
 Nenê Guimenti (Sebastião Raimundo Guimenti)&lt;br /&gt;
 Neubi (Oneub Bueno)&lt;br /&gt;
 Nica (Ana Pereira de Souza)&lt;br /&gt;
 Nika (António de Pádua Dias)&lt;br /&gt;
==Pachola==&lt;br /&gt;
 Pachola (João Batista de Morais)&lt;br /&gt;
 Pacholinha (Sandro Eduardo de Morais)&lt;br /&gt;
 Paco (José Procópio Brandão)	 &lt;br /&gt;
 Paçoca (José Maria Morais)&lt;br /&gt;
 Padreco (João Carlos Pascoal)&lt;br /&gt;
 Painha	(José Patrício de Morais)&lt;br /&gt;
 Pandú (José Cláudio da Silva)&lt;br /&gt;
 Pão Doce (Antonio Cesar de Brito)&lt;br /&gt;
 Pão Doce (Antonio de Brito Lambert)&lt;br /&gt;
 Papinha (Jesus Flavio Fanucci Bueno)&lt;br /&gt;
 Pardal, Catarino (Elias Alves Venceslau)&lt;br /&gt;
 Parrô (José Cláudio Dias) &lt;br /&gt;
 Patinho (Antonio Onofre Dias)&lt;br /&gt;
 Pato (Reginaldo Aparecido Roque)&lt;br /&gt;
 Pavão (Ademir da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Benedito da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (José Ronaldo da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Luiz Antonio da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Mauro Cesar da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Paulo Sérgio da Mota Paes&lt;br /&gt;
 Pé (Joaquim Paulo Oliveira)&lt;br /&gt;
 Pedro Bó (Pedro de Moraes)&lt;br /&gt;
 Pedro Gazeta (Pedro Nogueira)&lt;br /&gt;
 Peixinho (Odilon da Mota Barbosa)&lt;br /&gt;
 Pelé (Celso Castilho)&lt;br /&gt;
 Pele Escura (Onofre Bueno)&lt;br /&gt;
 Pepê (Joaquim do Carmo Fonseca)&lt;br /&gt;
 Pica Fumo (João Teodoro), &lt;br /&gt;
 Pica Pau (Benedito Marques da Silva)&lt;br /&gt;
 Picolé (Claudinei da Rosa)&lt;br /&gt;
 Pida (Aparecida Maria Ramos Rodrigues) &lt;br /&gt;
 Pilinha (Pílade Frederighi Neto)&lt;br /&gt;
 Pincha (José Maria Cristiano)&lt;br /&gt;
 Pipa (Maria Regina Nascimento Carvalho)	&lt;br /&gt;
 Pipi (Francisco da Conceição Lambert)&lt;br /&gt;
 Pisca (Antônio Cláudio Ramos) &lt;br /&gt;
 Pisquinha (Ronaldo Aparecido Ramos)&lt;br /&gt;
 Pitucha  (Maria Lúcia da Silva)&lt;br /&gt;
 Pitucha (Maria José Alvarenga Andrade)&lt;br /&gt;
 Popoio	(Ivan Lambert Pinto)&lt;br /&gt;
 Português, Portuga (Carlos Augusto Ramos)&lt;br /&gt;
 Preto da Belinha (Luiz Evangelista Rangel Padilha)&lt;br /&gt;
==Quebra Santo==&lt;br /&gt;
 Quebra Santo (Silas Tavares de Brito)&lt;br /&gt;
 Queijinho (Sebastião Toledo)&lt;br /&gt;
 Quentinho - Nilson Teixeira da Silva&lt;br /&gt;
 Quitita (Mariana Quintino Salles)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rabicó==&lt;br /&gt;
 Rabicó (partidário ou simpatizante da UDN, União Democrática Nacional, 1945-1965)&lt;br /&gt;
 Rapa Tacho (João Carlos David)&lt;br /&gt;
 Raspada (João Batista)&lt;br /&gt;
 Rato (Antonio Carlos da Silva)&lt;br /&gt;
 Roscão (João Batista Salles)&lt;br /&gt;
 Rosquinha (Maria Aparecida Salles)&lt;br /&gt;
==Sabiá==&lt;br /&gt;
 Sabiá (Djalma José da Rosa)&lt;br /&gt;
 Sabugo (Nilton Porfirio Marques)&lt;br /&gt;
 Saci (Luiz Carlos Froes)&lt;br /&gt;
 Santa do Cido Bueno (Maria José Paraíso Bueno da Silva)&lt;br /&gt;
 Santinha (Maria Nascimento Lambert Oliveira)&lt;br /&gt;
 Sapo, Sapinho (José Carlos de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Saracura do Olaria do Divaldo (Joaquim Pereira da Silva)&lt;br /&gt;
 Sartana (Vilson Pereira dos Santos)&lt;br /&gt;
 Surdinho (José Antonio Ferreira)&lt;br /&gt;
==Tae==&lt;br /&gt;
 Tae (Tito de Aguiar Eiras)&lt;br /&gt;
 Tani (Luiz Antônio Marques)&lt;br /&gt;
 Tapira (João Lopes de Souza)&lt;br /&gt;
 Tatita (Geraldo Cipriano de Moraes)&lt;br /&gt;
 Tatu (José Maria Simões)&lt;br /&gt;
 Tedi (Climalton Tadeu Eiras Dardis)&lt;br /&gt;
 Teguinha (Luiz Bueno)&lt;br /&gt;
 Tião Boca (Sebastião do Carmo de Morais)&lt;br /&gt;
 Tião Cadelinha (José Sebastião de Morais)&lt;br /&gt;
 Tião do Nico (Antonio Anastacio de Morais)  &lt;br /&gt;
 Tião Garréia (Sebastião Marcelo de Melo)&lt;br /&gt;
 Tiãozinho da Belinha (Sebastiao Rangel Padilha)&lt;br /&gt;
 Tio (Darci Isidoro)&lt;br /&gt;
 Tio Ni (Wladimir Oliveira) &lt;br /&gt;
 Tochão (José Claudio Bastos Carvalho)&lt;br /&gt;
 Tochão	(José Claudio Carvalho Bastos)&lt;br /&gt;
 Tonhão, Caneta, Neuzona (Antônio de Morais)&lt;br /&gt;
 Tonho Come Doce (Antonio Tertuliano Lambert)&lt;br /&gt;
 Tonho do Olívio (Antonio Brandão de Brito) &lt;br /&gt;
 Tonho Padeiro (Antonio Benedito Rosa) &lt;br /&gt;
 Tonho Preto (Benedito Antonio Pereira)&lt;br /&gt;
 Toninho do Simeão (Antonio Pereira Dias)&lt;br /&gt;
 Torrão (José Aparecido Pereira)&lt;br /&gt;
 Tota (Antonino Mozarth Bueno)&lt;br /&gt;
 Tota (Antonio Lambert de Morais)&lt;br /&gt;
 Tota (Benedito Antonio Moreira)&lt;br /&gt;
 Totinha (Orestes Assis da Silva)&lt;br /&gt;
 Tripa (João Salles)&lt;br /&gt;
 Tucano (Aluísio Júnior)&lt;br /&gt;
==Vansan==&lt;br /&gt;
 Vansan (Vicente Rodrigues Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Vavá do Pila (Norival do Carmo Frederighi)&lt;br /&gt;
 Véia (Sergio Adriani Lopes)&lt;br /&gt;
 Véinho (Anuel Rodrigues Almeida)&lt;br /&gt;
 Vicente da Barba (João Vicente dos Reis)&lt;br /&gt;
 Victor Mature (Geraldo Ferreira Lima)&lt;br /&gt;
 Vidrinho (João Romildo Fanucci Bueno)&lt;br /&gt;
==Wardô==&lt;br /&gt;
 Wardô (Waldomiro Ferreira)&lt;br /&gt;
==Xerife==&lt;br /&gt;
 Xerife (Ademir Oliveira)&lt;br /&gt;
 Ximbica (José Carlos Cabral)&lt;br /&gt;
 Xispita (José Aparecido da Cunha)&lt;br /&gt;
==Zafá==&lt;br /&gt;
 Zafá (Josafat Francisco dos Santos)&lt;br /&gt;
 Zé Arroiz (Jose do Espírito Santo Lambert)&lt;br /&gt;
 Zé Barriga (José de Oliveira Neves)&lt;br /&gt;
 Zé Boné, Tane (Luiz Antonio Marques)&lt;br /&gt;
 Zé Borboleta (José Carlos Bueno)&lt;br /&gt;
 Zé Cadela (José Francisco do Nascimento)&lt;br /&gt;
 Zé Caôio (José Aparecido de Jesus)&lt;br /&gt;
 Zé Caxero (José de Paiva Cardoso)&lt;br /&gt;
 Zé Curau (José Ferreira Lima)&lt;br /&gt;
 Zé Cuzaruim (José Aparecido de Melo)&lt;br /&gt;
 Zé da Donana (José da Silveira Lambert)&lt;br /&gt;
 Zé da Estatística (José Rodrigues Pereira)&lt;br /&gt;
 Zé do Lino (José Marques Lopes)&lt;br /&gt;
 Zé Filé (José Maria da Silva)&lt;br /&gt;
 Zé Francês (José Pereira) &lt;br /&gt;
 Zé Gato (José de Brito Lambert)&lt;br /&gt;
 Zé Loquinho (José Benedito Rosa)	 &lt;br /&gt;
 Zé Madrinha (José Faustino Salles)&lt;br /&gt;
 Zé Meu (José de Paula Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Zé Montanha (José do Carmo Eiras), [[O Montanhês]]&lt;br /&gt;
 Zé Mucufa (José Donizeti dos Reis)&lt;br /&gt;
 Zé Neco (José Reis Teodoro)&lt;br /&gt;
 Zé Popó (José Nascimento Paiva)&lt;br /&gt;
 Zé Preto (José Modesto Gonçalves)&lt;br /&gt;
 Zé Ratinho (José Claudio Nunes)&lt;br /&gt;
 Zé Tereza (José do Carmo Silva)&lt;br /&gt;
 Zé Vaca (José Pereira Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Zé Yamamoto (Teruyaki Yamamoto)&lt;br /&gt;
 Zebrinha (José Maria Fanuchi)&lt;br /&gt;
 Zezé Canarinho (José Maria Ramos)&lt;br /&gt;
 Zezé do Ditinho (José do Carmo Ferreira da Silva) &lt;br /&gt;
 Zezito (José André de Morais)&lt;br /&gt;
 Zico (José Mauricio de Oliveira).&lt;br /&gt;
 Zito (José do Carmo Salles)&lt;br /&gt;
 Zoinho (José Roberto Capozzoli)&lt;br /&gt;
 Zóio (João Carlos de Almeida)&lt;br /&gt;
 Zoreia (Amilton Lopes Moraes)&lt;br /&gt;
 Zoreia (Luiz Carlos de Souza)&lt;br /&gt;
 Zorro (José Maria Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ''Colaboraram:'' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Fio (Lázaro Silva)'' e os seguidores do [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]:  ''Adriana Brito, Adriano Muniz,  Aguinaldo Eduardo Gonçalves,'' ''Ale Ferreira, Ana Lucia Bueno Almeida, Ana Paula Stringheta, Bernadeti Magalhães,   Bruna Moraes,   Bulé Paiva, Carla Guimenti,''   ''Christianne Pedreira,  Cida Flores,  Cristina Silva, Danny Cézar,  Edna Andrade, Elisa Carvalho, Elisangela Morais, Eliseu Pereira, Elizabeth Padilha,''  ''Enivaldo Eiras,  Fabiana Almeida, Fabiotica Cambui, Fulvia Fanucci, Grilo, Glorinha Maciel, Goreti Siqueira, Graça ''Lambert, Gustavo Scodeler,''  Hudson Lopes, Hugo Bueno, Ines Andrade Dias, J Fausto Pereira, Joana Queiroz, João Fanuchi,  João Vitor Bueno, Josane Marcondes, José Cunha, Jose Ronaldo Ribeiro Gueta, Juliano Bello Silva, Junia Mara Kamon Silva, Luciano Salles, Luis Cesar,  Luiz Froes,  Luiza Rosa,  Maiara Marques,  Mara Bueno, Marcelo Vaz Bueno, Maria B Bueno,  Maria Cristina Nascimento,  Maria Eliana Pereira,  Maria Izabel Salles,  Maria José Marques Marques,  Maria Ondina Bello, Maria Regina Salustiano Cassiano Salustiano,  Maria Salles, Moema Oliveira Silva,  Nabor Oliveira, Priscila Bueno Caliman, Pylade Frederighi, Regina Salles, Roberta Morais,  Rosangela Frederighi,  Sabrina Capozzoli,  Sabrina Carvalho,  Simone Marques, Tania Rosa,  Terezinha Padilha,  Veríssimo Téia Preto, Zé Mucufa.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, acadêmico Geraldo Cipriano de Moraes, Tatita]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]], Batonho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você: '''cambuiwiki@micropic.com.br'''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Apelidos&amp;diff=3040</id>
		<title>Apelidos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Apelidos&amp;diff=3040"/>
				<updated>2016-01-03T13:10:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Quebra Santo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;São '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
{| &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/644ad6x7h/fotoapelido1.jpg||&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jz2kvnrml/fotoapelido4.jpg||&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/ujcie8w4d/fotoapelido3.jpg||&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Fotos:''''' Quiquê Bueno &lt;br /&gt;
==Adorfo dos Oro==&lt;br /&gt;
 Adorfo dos Oro (Adolfo Ferreira da Silva)&lt;br /&gt;
 Aleixo (Álvaro Silva)&lt;br /&gt;
 Arfanjo (Raul Célio de Morais)&lt;br /&gt;
 Arisco (José Luiz de Souza)&lt;br /&gt;
 Arroiz Doce (Ademar Gonçalves Dias)&lt;br /&gt;
 Arroiz Doce (Adriano Jésus Bueno), &lt;br /&gt;
 Arvico (Antonio Álvaro de Morais)&lt;br /&gt;
 Arvo do Vico (Álvaro Carvalho Nogueira)&lt;br /&gt;
==Babalu==&lt;br /&gt;
 Babalu  (Deusdete do Carmo Ribeiro)&lt;br /&gt;
 Babi (Ronaldo Cesar Lambert)&lt;br /&gt;
 Bagre (Luiz Carlos dos Santos)&lt;br /&gt;
 Baianinho (Denivaldo Rocha Santos)&lt;br /&gt;
 Balé (Eisler Robson Eiras dos Santos)&lt;br /&gt;
 Baleia (Antonio Fabrício)&lt;br /&gt;
 Bananeira (Antonio Faria)&lt;br /&gt;
 Barbante (Francisco José Pereira)&lt;br /&gt;
 Bastião Café (Sebastião Ferreira da Silva)&lt;br /&gt;
 Batata (José Maria Martins)&lt;br /&gt;
 Batata	(Raimundo Aparecido Pereira de Souza)&lt;br /&gt;
 Batinê (José Maria Vitorino de Souza)&lt;br /&gt;
 Batonho (Henderson Braz Antonio de Morais)&lt;br /&gt;
 Béia (Maria Amélia Fanuchi) &lt;br /&gt;
 Beleza Mecânico (Ademir Francisco de Azevedo)&lt;br /&gt;
 Bentão (José da Silva Flores)&lt;br /&gt;
 Bentão (Leonildo Geraldo Bueno)&lt;br /&gt;
 Besouro (Everaldo Marques) &lt;br /&gt;
 Bicó (Antônio Messias da Rosa)&lt;br /&gt;
 Bico Doce, Bicão (Nelson Evaristo Teodoro)&lt;br /&gt;
 Bidoca (Maria Guilhermina Eiras de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Biga(José Maria da Mota)&lt;br /&gt;
 Bigode da Sucata (Restivo Gomes de Godói)&lt;br /&gt;
 Bilo (José André Padilla) &lt;br /&gt;
 Biscoitero (Quem mora ou nasceu do Córrego do Bom Jesus) &lt;br /&gt;
 Bitelo (Ulysses de Oliveira Leme)&lt;br /&gt;
 Biudo (Pedro Augusto Tadeu Cassiano)&lt;br /&gt;
 Bob  (Antonio Carlos Silva)&lt;br /&gt;
 Bodão (Jonas Lopes da Silva)&lt;br /&gt;
 Bode (Antonio Bento dos Santos)&lt;br /&gt;
 Bode (Antonio Carlos Silva)&lt;br /&gt;
 Bode (Benedito Aparecido de Toledo)&lt;br /&gt;
 Bode Branco (Benedito Toledo)&lt;br /&gt;
 Bode Branco (Jonas Lopes da Silva)&lt;br /&gt;
 Bolão (João Messias da Rosa)&lt;br /&gt;
 Bolão (José Maria da Silva)&lt;br /&gt;
 Bolão (José Maria Queiroz)&lt;br /&gt;
 Boquinha (Mario José de Almeida)&lt;br /&gt;
 Borboleta (Dirceu Justino)&lt;br /&gt;
 Botinudo (partidário ou simpatizante do PSD, Partido Social Democrático, 1945-1965)&lt;br /&gt;
 Brieta (José André de Morais) &lt;br /&gt;
 Brinco (Antonio Evangelista da Silva)&lt;br /&gt;
 Brinco (Francisco Rangel Padilha)&lt;br /&gt;
 Bronze (Laudelino Sálvio Eiras)&lt;br /&gt;
 Buiu (Denivaldo Rocha Santos Junior)&lt;br /&gt;
 Bulá (Palmira Fanucci)&lt;br /&gt;
 Bulé Paiva (Maria José Nunes de Paiva)&lt;br /&gt;
 Burdog (Luiz Carlos Moreira)&lt;br /&gt;
 Buzina (João Batista Moreira)&lt;br /&gt;
==Cabeção==&lt;br /&gt;
 Cabeção (Anderson Lambert Faria)&lt;br /&gt;
 Cabeção (Jeferson Raimundo Lima)&lt;br /&gt;
 Cabecinha (Emerson José Lambert Faria)&lt;br /&gt;
 Cabrita (Lázaro Pereira de Almeida)&lt;br /&gt;
 Caçapa	(José Donizeti de Jesus)&lt;br /&gt;
 Cacau (José Oscar de Brito)&lt;br /&gt;
 Cachaço (José Adolfo da Silva)&lt;br /&gt;
 Cachaço (Lúcio Antonio de Almeida)&lt;br /&gt;
 Cachorro Louco (Ronaldo Finamor de Carvalho)&lt;br /&gt;
 Calau (Leli Lopes) &lt;br /&gt;
 Cambuíki (esta '''Wikipédia''') &lt;br /&gt;
 Campainha (João Batista da Silva)&lt;br /&gt;
 Candoca (Cândido de Brito Lambert)&lt;br /&gt;
 Capacete (Luciano Xavier)&lt;br /&gt;
 Capela (José Avelino Pereira)&lt;br /&gt;
 Capitão (José Francisco Fanucci Bueno) &lt;br /&gt;
 Capucho (Antonio Soares Leite)&lt;br /&gt;
 Carneiro (José do Carmo Faria)&lt;br /&gt;
 Cascão	(Sérgio Vilela Figueiredo)&lt;br /&gt;
 Catiguá (Eleandro Aparecido Silva)&lt;br /&gt;
 Cavalete (Wilson da Silva Oliveira)&lt;br /&gt;
 Caxinha  (Messias Cândido Ribeiro)&lt;br /&gt;
 Cegão (Ulisses Henrique Jr)&lt;br /&gt;
 Charrinha (Elizeu Luiz Andrade)&lt;br /&gt;
 Charrinha (Sérgio Luiz de Andrade)&lt;br /&gt;
 Charuto (José Claudio Domingos)&lt;br /&gt;
 Cheroso (Ademir Gonçalves de Souza)&lt;br /&gt;
 Chicão (José do Carmo Padilha)&lt;br /&gt;
 Chico do Chiquito (Francisco Cândido de Brito Filho)&lt;br /&gt;
 Chifrudo ( José Benedito de Toledo).&lt;br /&gt;
 Chifrudo (José Benedito de Toledo)&lt;br /&gt;
 Chiquita (Francisca Silva Eiras)&lt;br /&gt;
 Chiquito  (Tomé Francisco Cândido de Brito)&lt;br /&gt;
 Chita (Ailton Alves Wenceslau)&lt;br /&gt;
 Cobra Verde (Darci David Dias)&lt;br /&gt;
 Cobrinha (Antônio Moraes Chagas)&lt;br /&gt;
 Coelho	(Helder Lúcio dos Santos)&lt;br /&gt;
 Coruja (Sebastião Silva)&lt;br /&gt;
 Costela (Rogério Pereira Lambert)&lt;br /&gt;
 Coxinha (Daniel Ferreira dos Santos)&lt;br /&gt;
 Cupim (Emídio Felipe Fernandes)&lt;br /&gt;
 Curimba (Edson dos Santos Silva)&lt;br /&gt;
==Da Loba==&lt;br /&gt;
 Da Loba (Alan Datovo)&lt;br /&gt;
 Dé do Catarino	(Ademilson Alves Venceslau)&lt;br /&gt;
 Dedé (José Garcia Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Dedé (Maria José de Paiva Fanucci)&lt;br /&gt;
 Dida (Benedito Aparecido da Silva)&lt;br /&gt;
 Dito Canário (Benedito Antonio de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Dito Franguinho (Benedito Eiras Lambert)&lt;br /&gt;
 Dito Madrinha (Benedito Trindade Salles)&lt;br /&gt;
 Dito Pina (Benedito Irineu Bueno)&lt;br /&gt;
 Dito Raspa (Benedito dos Reis)&lt;br /&gt;
 Dumbo (Luiz Antônio de Carvalho)&lt;br /&gt;
 Dunha  (José Benedito Rosa)&lt;br /&gt;
==Fafau==	&lt;br /&gt;
 Fafau (Antonio Aparecido Morais)&lt;br /&gt;
 Faísca (Antonio Ribeiro Filho)&lt;br /&gt;
 Faustinho (Jose Fausto Pereira)&lt;br /&gt;
 Feijão (Antonio D'Assunção Lambert)&lt;br /&gt;
 Feio (Paulo Raimundo da Silva)&lt;br /&gt;
 Feitiço  ( José Benedito Pereira)&lt;br /&gt;
 Fiinho (José Benedito de Melo)&lt;br /&gt;
 Filipão (Antonio Felipe de Salles)&lt;br /&gt;
 Filó do Clube de Campo (Filomena Silva Salles)&lt;br /&gt;
 Fio da Barraca (José Aparecido da Rosa)&lt;br /&gt;
 Fio, Fio do Lazo (Lázaro Silva) &lt;br /&gt;
 Foca (Wanderley Meyer) &lt;br /&gt;
 Fordinho (José Luiz Ribeiro)&lt;br /&gt;
 Fú (José Erivelton da Rosa)&lt;br /&gt;
 Fubá (Joaquim David Dias)&lt;br /&gt;
 Fuzí (Luiz Marques Ribeiro)&lt;br /&gt;
==Gadeia==&lt;br /&gt;
 Gadeia (Edvandro Bueno Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Galinho (José Benedito da Silva)&lt;br /&gt;
 Ganso ( Aloísio Moraes)&lt;br /&gt;
 Ganso (Aluizio Morais)&lt;br /&gt;
 Ganzela (Geraldo Salles)&lt;br /&gt;
 Gão (João Carlos Bueno)&lt;br /&gt;
 Garoto (José Atanásio de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Garrincha (Ronaldo Carvalho Rosa)&lt;br /&gt;
 Gasolina (José Ferreira Lambert)&lt;br /&gt;
 Gastão	(Antonio Fernando Lambert)&lt;br /&gt;
 Gatinho (Antonio Carlos de Brito)&lt;br /&gt;
 Geraldo Laranja Azeda (Geraldo Pereira da Silva)&lt;br /&gt;
 Gi Certo (Adriano Jesus Bueno)&lt;br /&gt;
 Gibi (Sebastião Benedito Cassiano) &lt;br /&gt;
 Gigila (José do Carmo Simões)&lt;br /&gt;
 Giló (José Benedito da Silva)	 &lt;br /&gt;
 Giló (José Toledo da Silva)&lt;br /&gt;
 Grilo (Eurico Wagner Silva)&lt;br /&gt;
 Grilo do Som (Aldo Pereira Guimarães)&lt;br /&gt;
 Guelo (Adriano do Carmo Roque)&lt;br /&gt;
 Guigui (Agnaldo Procópio Pereira)&lt;br /&gt;
==Índio==&lt;br /&gt;
 Índio, Sada (Laércio Morais)&lt;br /&gt;
==James Dean==&lt;br /&gt;
 James Dean (João Moreira Lisboa)&lt;br /&gt;
 João 14 (João Batista Cristiano)&lt;br /&gt;
 João Bodinho (João Lopes de Souza Sobrinho)&lt;br /&gt;
 João Branco (João Batista Rodrigues) &lt;br /&gt;
 João Cotinha (João Batista da Silva)&lt;br /&gt;
 João do Honório (João Batista de Oliveira)&lt;br /&gt;
 João do Telefone (João Francisco de Paula)&lt;br /&gt;
 João Matagal (João Batista da Silva)&lt;br /&gt;
 João Ranhento (João Aparecido de Morais)&lt;br /&gt;
 João Risadinha (João Ribeiro)&lt;br /&gt;
 João Roscão (João Batista Salles)&lt;br /&gt;
 João Vermelho (João da Silva de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Joca (João Batista Eiras Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Joca (João Carlos de Brito)&lt;br /&gt;
 Juca do Padre (José Rodrigues Marques)&lt;br /&gt;
==Lagarto==&lt;br /&gt;
 Lagarto (José Nicolau Pereira)&lt;br /&gt;
 Lalá do Aluísio Bueno (Maria Imaculada Fanucci Bueno)&lt;br /&gt;
 Lalau (Luiz Sebastião Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Lalau (Sebastião Luiz Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Lavareda (Aparecido Alves da Cunha)&lt;br /&gt;
 Lazão (Benedito Tadeu Lambert)&lt;br /&gt;
 Léia (Sebastião Ferreira de Almeida)&lt;br /&gt;
 Leite (Antonio Claudio Moura Leite)  &lt;br /&gt;
 Lelei (Francisle Donisete Lambert)&lt;br /&gt;
 Ligo-ligo (Onofre Rangel)&lt;br /&gt;
 Loko (Paulo Roberto de Jesus)&lt;br /&gt;
 Lopão (João Aparecido Bueno)&lt;br /&gt;
 Loquinho (Marcelo Marconi Tavarez)&lt;br /&gt;
==Macarra==&lt;br /&gt;
 Macarra (José Álvaro Marques)&lt;br /&gt;
 Magrão (João Carlos da Rosa)&lt;br /&gt;
 Manduba (José Assunção de Carvalho)&lt;br /&gt;
 Maraca (Marco Túlio Salustiano)&lt;br /&gt;
 Maraca (Marco Túlio Tadeu Cassiano)	 &lt;br /&gt;
 Maria Caneca (Maria Magalhães)&lt;br /&gt;
 Maricota (Maria Porfirio Marques)&lt;br /&gt;
 Marrom (Rogério Alexandre Silva)&lt;br /&gt;
 Marruco (Fernando Ferreira da Silva)&lt;br /&gt;
 Masgaia (José Antonio Roque)&lt;br /&gt;
 Meio Kilo (Benedito Antonio da Rosa)&lt;br /&gt;
 Mil (Vladimil Bueno)&lt;br /&gt;
 Mindô, Marquinhos (Marcus Wagner de Carvalho Bayeux)&lt;br /&gt;
 Mingau (José do Carmo da Silva) &lt;br /&gt;
 Mirtinho Vinte Conto (Milton Pereira Rosa)&lt;br /&gt;
 Misto (Edmilson Felipe Fernandes)&lt;br /&gt;
 Moita (Marcos Vinicius de Souza)&lt;br /&gt;
 Moreno (Ildeu Ferreira)&lt;br /&gt;
==Nanico==&lt;br /&gt;
 Nanico (Luis Carlos Pereira)&lt;br /&gt;
 Nata, Pagão (Natanael Silva)&lt;br /&gt;
 Necão (Benedito Silveira da Silva)&lt;br /&gt;
 Nego (José Benedito da Silva)	 &lt;br /&gt;
 Nego (José do Carmo Moreira)&lt;br /&gt;
 Nene (Antonio da Silveira Lambert)&lt;br /&gt;
 Nenê do Lazo (Arlindo Silva) &lt;br /&gt;
 Nenê Faccio (Aguinaldo Jesus Faccio)&lt;br /&gt;
 Nenê Guimenti (Sebastião Raimundo Guimenti)&lt;br /&gt;
 Neubi (Oneub Bueno)&lt;br /&gt;
 Nica (Ana Pereira de Souza)&lt;br /&gt;
 Nika (António de Pádua Dias)&lt;br /&gt;
==Pachola==&lt;br /&gt;
 Pachola (João Batista de Morais)&lt;br /&gt;
 Pacholinha (Sandro Eduardo de Morais)&lt;br /&gt;
 Paco (José Procópio Brandão)	 &lt;br /&gt;
 Paçoca (José Maria Morais)&lt;br /&gt;
 Padreco (João Carlos Pascoal)&lt;br /&gt;
 Painha	(José Patrício de Morais)&lt;br /&gt;
 Pandú (José Cláudio da Silva)&lt;br /&gt;
 Pão Doce (Antonio Cesar de Brito)&lt;br /&gt;
 Pão Doce (Antonio de Brito Lambert)&lt;br /&gt;
 Papinha (Jesus Flavio Fanucci Bueno)&lt;br /&gt;
 Pardal, Catarino (Elias Alves Venceslau)&lt;br /&gt;
 Parrô (José Cláudio Dias) &lt;br /&gt;
 Patinho (Antonio Onofre Dias)&lt;br /&gt;
 Pato (Reginaldo Aparecido Roque)&lt;br /&gt;
 Pavão (Ademir da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Benedito da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (José Ronaldo da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Luiz Antonio da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Mauro Cesar da Mota Paes)&lt;br /&gt;
 Pavão (Paulo Sérgio da Mota Paes&lt;br /&gt;
 Pé (Joaquim Paulo Oliveira)&lt;br /&gt;
 Pedro Bó (Pedro de Moraes)&lt;br /&gt;
 Pedro Gazeta (Pedro Nogueira)&lt;br /&gt;
 Peixinho (Odilon da Mota Barbosa)&lt;br /&gt;
 Pelé (Celso Castilho)&lt;br /&gt;
 Pele Escura (Onofre Bueno)&lt;br /&gt;
 Pepê (Joaquim do Carmo Fonseca)&lt;br /&gt;
 Pica Fumo (João Teodoro), &lt;br /&gt;
 Pica Pau (Benedito Marques da Silva)&lt;br /&gt;
 Picolé (Claudinei da Rosa)&lt;br /&gt;
 Pida (Aparecida Maria Ramos Rodrigues) &lt;br /&gt;
 Pilinha (Pílade Frederighi Neto)&lt;br /&gt;
 Pincha (José Maria Cristiano)&lt;br /&gt;
 Pipa (Maria Regina Nascimento Carvalho)	&lt;br /&gt;
 Pipi (Francisco da Conceição Lambert)&lt;br /&gt;
 Pisca (Antônio Cláudio Ramos) &lt;br /&gt;
 Pisquinha (Ronaldo Aparecido Ramos)&lt;br /&gt;
 Pitucha  (Maria Lúcia da Silva)&lt;br /&gt;
 Pitucha (Maria José Alvarenga Andrade)&lt;br /&gt;
 Popoio	(Ivan Lambert Pinto)&lt;br /&gt;
 Português, Portuga (Carlos Augusto Ramos)&lt;br /&gt;
 Preto da Belinha (Luiz Evangelista Rangel Padilha)&lt;br /&gt;
==Quebra Santo==&lt;br /&gt;
 Quebra Santo (Silas Tavares de Brito)&lt;br /&gt;
 Queijinho (Sebastião Toledo)&lt;br /&gt;
 Quentinho - Nilson Teixeira da Silva&lt;br /&gt;
 Quitita (Mariana Quintino Salles)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rabicó==&lt;br /&gt;
 Rabicó (partidário ou simpatizante da UDN, União Democrática Nacional, 1945-1965)&lt;br /&gt;
 Rapa Tacho (João Carlos David)&lt;br /&gt;
 Raspada (João Batista)&lt;br /&gt;
 Rato (Antonio Carlos da Silva)&lt;br /&gt;
 Roscão (João Batista Salles)&lt;br /&gt;
 Rosquinha (Maria Aparecida Salles)&lt;br /&gt;
==Sabiá==&lt;br /&gt;
 Sabiá (Djalma José da Rosa)&lt;br /&gt;
 Sabugo (Nilton Porfirio Marques)&lt;br /&gt;
 Saci (Luiz Carlos Froes)&lt;br /&gt;
 Santa do Cido Bueno (Maria José Paraíso Bueno da Silva)&lt;br /&gt;
 Santinha (Maria Nascimento Lambert Oliveira)&lt;br /&gt;
 Sapo, Sapinho (José Carlos de Oliveira)&lt;br /&gt;
 Saracura do Olaria do Divaldo (Joaquim Pereira da Silva)&lt;br /&gt;
 Sartana (Vilson Pereira dos Santos)&lt;br /&gt;
 Surdinho (José Antonio Ferreira)&lt;br /&gt;
==Tae==&lt;br /&gt;
 Tae (Tito de Aguiar Eiras)&lt;br /&gt;
 Tani (Luiz Antônio Marques)&lt;br /&gt;
 Tapira (João Lopes de Souza)&lt;br /&gt;
 Tatita (Geraldo Cipriano de Moraes)&lt;br /&gt;
 Tatu (José Maria Simões)&lt;br /&gt;
 Tedi (Climalton Tadeu Eiras Dardis)&lt;br /&gt;
 Teguinha (Luiz Bueno)&lt;br /&gt;
 Tião Boca (Sebastião do Carmo de Morais)&lt;br /&gt;
 Tião Cadelinha (José Sebastião de Morais)&lt;br /&gt;
 Tião do Nico (Antonio Anastacio de Morais)  &lt;br /&gt;
 Tião Garréia (Sebastião Marcelo de Melo)&lt;br /&gt;
 Tiãozinho da Belinha (Sebastiao Rangel Padilha)&lt;br /&gt;
 Tio (Darci Isidoro)&lt;br /&gt;
 Tio Ni (Wladimir Oliveira) &lt;br /&gt;
 Tochão (José Claudio Bastos Carvalho)&lt;br /&gt;
 Tochão	(José Claudio Carvalho Bastos)&lt;br /&gt;
 Tonhão, Caneta, Neuzona (Antônio de Morais)&lt;br /&gt;
 Tonho Come Doce (Antonio Tertuliano Lambert)&lt;br /&gt;
 Tonho do Olívio (Antonio Brandão de Brito) &lt;br /&gt;
 Tonho Padeiro (Antonio Benedito Rosa) &lt;br /&gt;
 Tonho Preto (Benedito Antonio Pereira)&lt;br /&gt;
 Toninho do Simeão (Antonio Pereira Dias)&lt;br /&gt;
 Torrão (José Aparecido Pereira)&lt;br /&gt;
 Tota (Antonino Mozarth Bueno)&lt;br /&gt;
 Tota (Antonio Lambert de Morais)&lt;br /&gt;
 Tota (Benedito Antonio Moreira)&lt;br /&gt;
 Totinha (Orestes Assis da Silva)&lt;br /&gt;
 Tripa (João Salles)&lt;br /&gt;
 Tucano (Aluísio Júnior)&lt;br /&gt;
==Vansan==&lt;br /&gt;
 Vansan (Vicente Rodrigues Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Vavá do Pila (Norival do Carmo Frederighi)&lt;br /&gt;
 Véia (Sergio Adriani Lopes)&lt;br /&gt;
 Véinho (Anuel Rodrigues Almeida)&lt;br /&gt;
 Vicente da Barba (João Vicente dos Reis)&lt;br /&gt;
 Victor Mature (Geraldo Ferreira Lima)&lt;br /&gt;
 Vidrinho (João Romildo Fanucci Bueno)&lt;br /&gt;
==Wardô==&lt;br /&gt;
 Wardô (Waldomiro Ferreira)&lt;br /&gt;
==Xerife==&lt;br /&gt;
 Xerife (Ademir Oliveira)&lt;br /&gt;
 Ximbica (José Carlos Cabral)&lt;br /&gt;
 Xispita (José Aparecido da Cunha)&lt;br /&gt;
==Zafá==&lt;br /&gt;
 Zafá (Josafat Francisco dos Santos)&lt;br /&gt;
 Zé Arroiz (Jose do Espírito Santo Lambert)&lt;br /&gt;
 Zé Barriga (José de Oliveira Neves)&lt;br /&gt;
 Zé Boné, Tane (Luiz Antonio Marques)&lt;br /&gt;
 Zé Borboleta (José Carlos Bueno)&lt;br /&gt;
 Zé Cadela (José Francisco do Nascimento)&lt;br /&gt;
 Zé Caôio (José Aparecido de Jesus)&lt;br /&gt;
 Zé Caxero (José de Paiva Cardoso)&lt;br /&gt;
 Zé Curau (José Ferreira Lima)&lt;br /&gt;
 Zé Cuzaruim (José Aparecido de Melo)&lt;br /&gt;
 Zé da Donana (José da Silveira Lambert)&lt;br /&gt;
 Zé da Estatística (José Rodrigues Pereira)&lt;br /&gt;
 Zé do Lino (José Marques Lopes)&lt;br /&gt;
 Zé Filé (José Maria da Silva)&lt;br /&gt;
 Zé Francês (José Pereira) &lt;br /&gt;
 Zé Gato (José de Brito Lambert)&lt;br /&gt;
 Zé Loquinho (José Benedito Rosa)	 &lt;br /&gt;
 Zé Madrinha (José Faustino Salles)&lt;br /&gt;
 Zé Meu (José de Paula Rodrigues)&lt;br /&gt;
 Zé Montanha (José do Carmo Eiras), [[O Montanhês]]&lt;br /&gt;
 Zé Mucufa (José Donizeti dos Reis)&lt;br /&gt;
 Zé Neco (José Reis Teodoro)&lt;br /&gt;
 Zé Popó (José Nascimento Paiva)&lt;br /&gt;
 Zé Preto (José Modesto Gonçalves)&lt;br /&gt;
 Zé Ratinho (José Claudio Nunes)&lt;br /&gt;
 Zé Tereza (José do Carmo Silva)&lt;br /&gt;
 Zé Vaca (José Pereira Sobrinho)&lt;br /&gt;
 Zé Yamamoto (Teruyaki Yamamoto)&lt;br /&gt;
 Zebrinha (José Maria Fanuchi)&lt;br /&gt;
 Zezé Canarinho (José Maria Ramos)&lt;br /&gt;
 Zezé do Ditinho (José do Carmo Ferreira da Silva) &lt;br /&gt;
 Zezito (José André de Morais)&lt;br /&gt;
 Zico (José Mauricio de Oliveira).&lt;br /&gt;
 Zito (José do Carmo Salles)&lt;br /&gt;
 Zoinho (José Roberto Capozzoli)&lt;br /&gt;
 Zóio (João Carlos de Almeida)&lt;br /&gt;
 Zoreia (Amilton Lopes Moraes)&lt;br /&gt;
 Zoreia (Luiz Carlos de Souza)&lt;br /&gt;
 Zorro (José Maria Bueno)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ''Colaboraram:'' ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Fio (Lázaro Silva)'' e os seguidores do [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]:  ''Adriana Brito, Adriano Muniz,  Aguinaldo Eduardo Gonçalves,'' ''Ale Ferreira, Ana Lucia Bueno Almeida, Ana Paula Stringheta, Bernadeti Magalhães,   Bruna Moraes,   Bulé Paiva, Carla Guimenti,''   ''Christianne Pedreira,  Cida Flores,  Cristina Silva, Danny Cézar,  Edna Andrade, Elisa Carvalho, Elisangela Morais, Eliseu Pereira, Elizabeth Padilha,''  ''Enivaldo Eiras,  Fabiana Almeida, Fabiotica Cambui, Fulvia Fanucci, Grilo, Glorinha Maciel, Goreti Siqueira, Graça ''Lambert, Gustavo Scodeler,''  Hudson Lopes, Hugo Bueno, Ines Andrade Dias, J Fausto Pereira, Joana Queiroz, João Fanuchi,  João Vitor Bueno, Josane Marcondes, José Cunha, Jose Ronaldo Ribeiro Gueta, Juliano Bello Silva, Junia Mara Kamon Silva, Luciano Salles, Luis Cesar,  Luiz Froes,  Luiza Rosa,  Maiara Marques,  Mara Bueno, Marcelo Vaz Bueno, Maria B Bueno,  Maria Cristina Nascimento,  Maria Eliana Pereira,  Maria Izabel Salles,  Maria José Marques Marques,  Maria Ondina Bello, Maria Regina Salustiano Cassiano Salustiano,  Maria Salles, Moema Oliveira Silva,  Nabor Oliveira, Priscila Bueno Caliman, Pylade Frederighi, Regina Salles, Roberta Morais,  Rosangela Frederighi,  Sabrina Capozzoli,  Sabrina Carvalho,  Simone Marques, Tania Rosa,  Terezinha Padilha,  Veríssimo Téia Preto, Zé Mucufa.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, acadêmico Geraldo Cipriano de Moraes, Tatita]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ACLAC, patrono Henderson Antonio Braz de Morais]], Batonho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo pode ser completado por você: '''cambuiwiki@micropic.com.br'''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Página principal</title>
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				<updated>2016-01-02T11:54:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: /* Wikipédia das crianças */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, balanço de 2015:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países. Cambuí acessou 661 vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/g36nyb1ul/Wikip_dia_2015.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
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		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3038</id>
		<title>Helena tem cada ideia!</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3038"/>
				<updated>2016-01-02T11:47:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Maria Helena Simões'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/ixb8levbx/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me chamo João Pedro e já sou bem grande, maior do que minha prima Helena. Depois que eu acordo, minha mãe me leva pra casa da minha vó &lt;br /&gt;
Lena. Lá eu encontro com minha prima Helena, que eu já falei.  E a gente fica brincando, rindo e comendo até na hora de ir para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos brincar de ficar leve no ar, que nem os astooo...que nem eu vi na televisão mesmo, vó? – quando Helena não sabe falar alguma &lt;br /&gt;
coisa ela olha pra minha avó, que é avó dela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Astronautas – disse minha avó. Helena é muito pequena e ainda não sabe falar “astronautas” direito. Eu já sei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, vamos? – Helena abriu os braços e saiu como se estivesse leve no ar, voando pra lá e pra cá. Eu abri os braços também e saí voando &lt;br /&gt;
pra lá e pra cá e trombando na Helena e caímos sentados e a gente riu muito. E vovó riu muito também, mas mandou a gente parar, porque a &lt;br /&gt;
gente podia trombar e cair e machucar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Helena falou: - Seria legal a gente acordar de manhã e não precisar levantar, sair assim da cama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E começou a brincar de novo de braços abertos andando pra e pra cá, só que menos pra vovó não achar ruim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vovó fez suco de mamão e laranja com pão de queijo. A gente sentou na cadeira da mesa da cozinha e tomamos o suco e comemos um &lt;br /&gt;
punhado de pão de queijo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do lanche, eu inventei uma roupa de ficar invisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é que é? – perguntou Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você veste a roupa e ninguém vê você. É fácil – expliquei. - Olha só as pás do ventilador. Quando estão paradas, a gente vê. Quando &lt;br /&gt;
ligam, a gente quase não vê. Então é só fazer uma roupa que rode e que os outros enxerguem do outro lado sem ver a gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena pensou, pensou, fez uma careta e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando eu que ficar in-vi-sí-vel eu fecho o olho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saiu andando de olho fechado, quando trombando nas coisas. Eu também fechei os olhos e saí trombando nas coisas. E a gente riu muito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas daí estava na hora de ir para a escola e vovó falou pra gente abrir os olhos e aprontar. E nos levou até a porta da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia tinha arrumação na casa da vovó. Então eu, Helena e vovó ficamos no quintal e vovó armou as redes e falou pra gente deitar e &lt;br /&gt;
ficar olhando as nuvens. E perguntou o que a gente estava vendo nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vi um dragão, um astronauta e um cavaleiro com espada. Helena viu umas porquinhas, umas fadas e muitas flores, que eu não vi. Eu &lt;br /&gt;
perguntei pra vovó o que ela estava vendo e ela disse que viu uma pessoa, que ela conheceu quando era mocinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a moça que arruma a casa da vovó disse que estava tudo pronto. E fomos para dentro da casa comer suco de melancia e tomar bolo de &lt;br /&gt;
chocolate, ih, errei, comer bolo de cenoura com chocolate por cima e tomar suco de melancia. E depois ficamos brincando de massinha e &lt;br /&gt;
fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, vi na televisão um homem falando que tem muito lixo no espaço, que é resto de foguete e de nave e até uma caixa de ferramenta, &lt;br /&gt;
que uma astronauta deixou escapar. Tive uma ideia de desenhar uma nave que corresse atrás do lixo e desse um tiro neles. E desenhei uma &lt;br /&gt;
nave com um canhão e também cheio de lanças pra fisgar os lixos. Daí é só chegar perto do lixo e bum! – dar um tiro nele, que espatifa &lt;br /&gt;
tudo e some. Ou então joga a lança no lixo e puxa com uma corda para a lixeira da nave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, fui correndo mostrar meu desenho pra Helena. Ela olhou e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, está faltando uma vassoura. Se tem lixo, tem que ter vassoura. Senão, como é que vai limpar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí desenhei uma vassoura bem grande na nave. Helena achou muito legal e fomos comer cachorro quente e suco de morango com leite que vovó &lt;br /&gt;
fez. E depois Helena teve outra ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos escrever o maior número que existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei legal a ideia e vovó arrumou um papel bem grande para cada um e passamos a escrever o maior número que existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu número era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8372360128293940124372612515328403848585151197210752801274...'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e eu fui  enchendo todo o papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fiquei cansado de escrever, fui ver o número da Helena, que era assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''|O|O|O|||||||OOOO|||OOOO||OOO|||||||||OOOOOOO||||||||||OOOO|||||||OOOOO|||O|O'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, Helena, só tem zero e um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, é muito mais fácil. É só fazer bolinha e risquinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então passei a escrever só 0 e 1 também no meu número. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual que o maior número? – eu perguntei pra vovó. – O meu ou o da Helena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó Lena olhou as folhas e disse que os dois números eram muito grandes e que houve empate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êpa! – eu e a Helena falamos ao mesmo tempo e toda vez que a gente fala a mesma coisa ao mesmo tempo a gente começa a rir. Toda vez que &lt;br /&gt;
tem disputa entre eu e Helena, vovó diz que deu empate. Mas aí vovó disse que estava na hora da escola e guardou as folhas para que a &lt;br /&gt;
gente escrevesse um número maior ainda outro dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então teve sábado e não tem aula e não fui à casa da minha avó, nem vi Helena. E teve domingo, que também não tem aula e foi a mesma &lt;br /&gt;
coisa. Minha mãe diz que é pra minha avó descansar um pouco. Mas, às vezes, é sábado e é domingo e a gente vai à casa da vovó Lena assim &lt;br /&gt;
mesmo.  Mas dessa vez, eu, meu pai e minha mãe fomos a muitos outros lugares passear e foi muito legal também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda-feira, já na casa da vovó, Helena me contou, quando vovó não estava perto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa ''te-rrí-vel''!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena aprendeu a palavra ''terrível'' e toda hora ela fala ''terrível''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó guarda tudo que a gente desenha e escreve lá no quarto do fundo. Isso é te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a rir e perguntei: - Como é que você sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela disse pra minha mãe, que ela guarda tudo que a gente faz no armário grande lá no quarto do fundo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ela guarda pra quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena levantou os ombros até as orelhas e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso é te-rrí-vel – eu falei imitando Helena e começamos a rir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer pipoca e canjica, que a vó Lena tinha colocado na mesa pra gente comer antes de ir pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, vovó deu uma folha grande de novo para cada um e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que vocês não desenham uma cidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso! – eu e a Helena falamos “isso” na mesma hora e começamos a rir, porque a gente falou junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desenhei uma cidade com muitas ruas, carros, casas, um rio, ponte, ônibus, igreja e uns prédios. Helena desenhou uma cidade com &lt;br /&gt;
porquinhos, fadas, floresta, uma caverna e muitas flores. Helena olhou minha cidade e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai ter dragão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então desenhei um punhado de dragões voando sobre minha cidade. E falei pra ela desenhar um lago na cidade dela. Ela achou a ideia muito &lt;br /&gt;
legal e desenho um grande lago no meio da cidade. E pintou de amarelo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lago amarelo? Não é azul? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É. Amarelo. É muito mais bonito. E a caneta azul também já está fraquinha – disse Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó gostou muito das cidades e nos chamou para comer coxinha, bolinho de queijo e tomar suco de uva. No outro dia, vovó deu canetas &lt;br /&gt;
novas pra cada um, mas aí ficamos brincando de futebol e Helena cansou logo e foi brincar de boneca e eu continuei chutando bola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí vovó pôs milho cozido no pratinho pra gente comer e Helena falou que ia comer sem usar as mãos e comer que nem os passarinhos. E &lt;br /&gt;
então nós passamos a comer assim e vovó riu muito e a gente riu muito também. E aí fomos pra escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, nós tivemos que ficar no quintal de novo, enquanto a arrumadeira lavava o chão da casa. Vovó ficou sentada na poltrona &lt;br /&gt;
olhando as nuvens. Helena ficou conversando com as flores do jardim e com as fadas lá dela. E eu fiquei vendo um livro cheio de desenhos &lt;br /&gt;
de bichos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, Helena veio perto de mim e falou no meu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aconteceu uma coisa te-rrí-vel. Mas é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó está chorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você está chorando, vó? – eu perguntei pra minha avó Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, não é nada, não - disse minha avó. – É um cisco que caiu no meu olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está chorando, não - eu falei pra Helena. – É um cisco que caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O cisco caiu num olho e depois caiu no outro olho – Helena disse e voltou pulando pra conversar com suas flores e fadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois eu fui desenhar um dragão bem grande e ficou parecido com um dinossauro. E Helena perguntou o que era e eu falei que era meio &lt;br /&gt;
dragão, meio dinossauro. E ela falou que era um “dragãossauro” e a gente riu muito. E até vovó, que estava séria, riu muito também e &lt;br /&gt;
disse que ia guardar o “dragãossauro”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer cachorro quente com suco de laranja. E depois fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, Helena teve outra ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que a gente faz uma máscara de mergulhar? – ela disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A gente põe um plástico na cabeça e sai mergulhando e vendo tudo no fundo da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas aqui na casa da vovó Lena não tem piscina nem banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E precisa? – falou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ideia que Helena tem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos correndo falar com vovó da nossa ideia. Ela achou muito legal, mas disse que por plástico na cabeça só se tivesse furos bem grandes &lt;br /&gt;
pra entrar ar, senão era perigoso. E que era melhor a gente esperar até amanhã, mas eu vou contar agora o que aconteceu amanhã. Vovó &lt;br /&gt;
comprou duas máscaras de mergulho pra gente, que tampa só os olhos e deixa a boca de fora. E a gente colocou as máscaras e saímos nadando &lt;br /&gt;
pela casa da vovó vendo um punhado de peixes, bichos, tartarugas e sereias, e rindo muito.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que fomos comer um punhado de pastel de carne e de queijo com suco de manga. E fomos para a escola mais uma vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, na minha casa, eu tive então uma ideia muito legal e pensei “amanhã vou falar com Helena esta minha ideia”. E contei pro meu &lt;br /&gt;
pai e pra minha mãe a ideia que eu tive: uma máquina de ver no escuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Muito legal sua ideia.  Mas eu acho que tenho uma máquina assim – meu pai falou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no armário do seu quarto e pegou uma filmadora, que filmava no escuro, mas tudo verde, era só empurrar um botãozinho.  E me deu e eu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apaguei as luzes do quarto e fiquei filmando até a hora de dormir. No outro dia, levei a filmadora pra mostrar para Helena. Ela achou &lt;br /&gt;
super-legal no começo, mas depois disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fica tudo verde. Fica parecendo, como é que é mesmo aquilo que eu não gosto, que é verde, vó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brócolis, espinafre. Mas tem que comer que é bom – disse vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eco! – disse Helena fazendo cara de nojo. Eu ri da cara que a Helena fez e vovó riu também. E vovó guardou a filmadora, que podia cair &lt;br /&gt;
e estragar. Então, fomos brincar de jogar bola. E depois comemos pipoca com canjica. E saímos correndo para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite na minha casa desenhei uns robôs bem grandes e uns carros voadores pra mostrar pra Helena e vó Lena no outro dia. Contei pra &lt;br /&gt;
minha mãe e ela me contou uma coisa “te-rrí-vel”. Vó Lena se chama Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então, a Helena tem metade do nome da vovó – eu disse. Minha mãe achou graça e concordou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu cheguei à casa da vovó, Helena já estava lá e a gente falou junto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho um segredo pra te contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a gente riu e eu contei primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você sabia que vó Lena se chama Maria Helena? Que o seu nome é metade do dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena ficou olhando pra cima, pensou e disse: - Então é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois ela contou o seu segredo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena toda hora fala te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei onde vovó guarda o que a gente faz.  É lá no armário do quarto do fundo da casinha do quintal – disse Helena apontando com o &lt;br /&gt;
dedinho perto da boca na direção da casinha do fundo. – Mas isto é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos lá? – eu disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! – disse Helena. - Vamos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saímos correndo pro quartinho do fundo. A porta está sempre aberta e eu e Helena entramos. E Helena apontou com o dedinho perto da boca &lt;br /&gt;
pro armário, que estava com a chave na porta. Eu abri a porta e vimos duas pilhas enormes de papel, que a gente desenhou, que eram muito &lt;br /&gt;
mais altas que eu e a Helena juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos ver um? – Helena teve essa ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu peguei uma folha que eu alcançava e puxei. Ela estava presa e aí eu puxei com força e saiu um pedaço. E aí Helena também ajudou &lt;br /&gt;
a puxar e, de repente, as folhas  começaram a cair e a gente tentou segurar e as folhas foram caindo, caindo, caindo, caindo em cima da &lt;br /&gt;
gente e Helena gritou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não parava de cair as folhas de desenhos em cima da gente, parecia uma cachoeira de papel e a gente começou a jogar as folhas para cima &lt;br /&gt;
gritando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu vi um desenho, que eu fiz quando era criança, e um desenho que Helena fez, quando era mais criança ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vovó apareceu e disse: - Que bagunça! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó, quando fala “que bagunça”, não está achando que é muita bagunça, não. Mas minha mãe, quando fala “que bagunça!” ela está achando &lt;br /&gt;
que é muita bagunça mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a gente ficou sem saber o que fazer no meio da piscina de papel e então vó Lena ou vovó Maria Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando vocês forem do meu tamanho, vocês vão gostar muito de ver estes desenhos, que mostram um pouquinho do que como vocês são agora. &lt;br /&gt;
E vamos pra mesa que hoje tem brigadeiro e morango com leite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quer que ajuda, vó? – perguntou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó riu. - Não, pode deixar. Vão comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós saímos correndo pra cozinha e comemos brigadeiro com morango com leite. E quando a gente voltou para se despedir da vovó, ela já &lt;br /&gt;
tinha colocado quase tudo de volta no armário. Então voltamos correndo pra ir para escola e Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, vamos desenhar todo dia até ficar grande. Daí a gente vai fazer uma montanha de desenho que vai até nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3037</id>
		<title>Helena tem cada ideia!</title>
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				<updated>2016-01-02T11:46:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Maria Helena Simões'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/ixb8levbx/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me chamo João Pedro e já sou bem grande, maior do que minha prima Helena. Depois que eu acordo, minha mãe me leva pra casa da minha vó &lt;br /&gt;
Lena. Lá eu encontro com minha prima Helena, que eu já falei.  E a gente fica brincando, rindo e comendo até na hora de ir para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos brincar de ficar leve no ar, que nem os astooo...que nem eu vi na televisão mesmo, vó? – quando Helena não sabe falar alguma &lt;br /&gt;
coisa ela olha pra minha avó, que é avó dela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Astronautas – disse minha avó. Helena é muito pequena e ainda não sabe falar “astronautas” direito. Eu já sei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, vamos? – Helena abriu os braços e saiu como se estivesse leve no ar, voando pra lá e pra cá. Eu abri os braços também e saí voando &lt;br /&gt;
pra lá e pra cá e trombando na Helena e caímos sentados e a gente riu muito. E vovó riu muito também, mas mandou a gente parar, porque a &lt;br /&gt;
gente podia trombar e cair e machucar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Helena falou: - Seria legal a gente acordar de manhã e não precisar levantar, sair assim da cama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E começou a brincar de novo de braços abertos andando pra e pra cá, só que menos pra vovó não achar ruim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vovó fez suco de mamão e laranja com pão de queijo. A gente sentou na cadeira da mesa da cozinha e tomamos o suco e comemos um &lt;br /&gt;
punhado de pão de queijo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do lanche, eu inventei uma roupa de ficar invisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é que é? – perguntou Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você veste a roupa e ninguém vê você. É fácil – expliquei. - Olha só as pás do ventilador. Quando estão paradas, a gente vê. Quando &lt;br /&gt;
ligam, a gente quase não vê. Então é só fazer uma roupa que rode e que os outros enxerguem do outro lado sem ver a gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena pensou, pensou, fez uma careta e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando eu que ficar in-vi-sí-vel eu fecho o olho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saiu andando de olho fechado, quando trombando nas coisas. Eu também fechei os olhos e saí trombando nas coisas. E a gente riu muito. &lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas daí estava na hora de ir para a escola e vovó falou pra gente abrir os olhos e aprontar. E nos levou até a porta da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia tinha arrumação na casa da vovó. Então eu, Helena e vovó ficamos no quintal e vovó armou as redes e falou pra gente deitar e &lt;br /&gt;
ficar olhando as nuvens. E perguntou o que a gente estava vendo nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vi um dragão, um astronauta e um cavaleiro com espada. Helena viu umas porquinhas, umas fadas e muitas flores, que eu não vi. Eu &lt;br /&gt;
perguntei pra vovó o que ela estava vendo e ela disse que viu uma pessoa, que ela conheceu quando era mocinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a moça que arruma a casa da vovó disse que estava tudo pronto. E fomos para dentro da casa comer suco de melancia e tomar bolo de &lt;br /&gt;
chocolate, ih, errei, comer bolo de cenoura com chocolate por cima e tomar suco de melancia. E depois ficamos brincando de massinha e &lt;br /&gt;
fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, vi na televisão um homem falando que tem muito lixo no espaço, que é resto de foguete e de nave e até uma caixa de ferramenta, &lt;br /&gt;
que uma astronauta deixou escapar. Tive uma ideia de desenhar uma nave que corresse atrás do lixo e desse um tiro neles. E desenhei uma &lt;br /&gt;
nave com um canhão e também cheio de lanças pra fisgar os lixos. Daí é só chegar perto do lixo e bum! – dar um tiro nele, que espatifa &lt;br /&gt;
tudo e some. Ou então joga a lança no lixo e puxa com uma corda para a lixeira da nave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, fui correndo mostrar meu desenho pra Helena. Ela olhou e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, está faltando uma vassoura. Se tem lixo, tem que ter vassoura. Senão, como é que vai limpar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí desenhei uma vassoura bem grande na nave. Helena achou muito legal e fomos comer cachorro quente e suco de morango com leite que vovó &lt;br /&gt;
fez. E depois Helena teve outra ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos escrever o maior número que existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei legal a ideia e vovó arrumou um papel bem grande para cada um e passamos a escrever o maior número que existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu número era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8372360128293940124372612515328403848585151197210752801274...'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e eu fui  enchendo todo o papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fiquei cansado de escrever, fui ver o número da Helena, que era assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''|O|O|O|||||||OOOO|||OOOO||OOO|||||||||OOOOOOO||||||||||OOOO|||||||OOOOO|||O|O'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, Helena, só tem zero e um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, é muito mais fácil. É só fazer bolinha e risquinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então passei a escrever só 0 e 1 também no meu número. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual que o maior número? – eu perguntei pra vovó. – O meu ou o da Helena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó Lena olhou as folhas e disse que os dois números eram muito grandes e que houve empate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êpa! – eu e a Helena falamos ao mesmo tempo e toda vez que a gente fala a mesma coisa ao mesmo tempo a gente começa a rir. Toda vez que &lt;br /&gt;
tem disputa entre eu e Helena, vovó diz que deu empate. Mas aí vovó disse que estava na hora da escola e guardou as folhas para que a &lt;br /&gt;
gente escrevesse um número maior ainda outro dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então teve sábado e não tem aula e não fui à casa da minha avó, nem vi Helena. E teve domingo, que também não tem aula e foi a mesma &lt;br /&gt;
coisa. Minha mãe diz que é pra minha avó descansar um pouco. Mas, às vezes, é sábado e é domingo e a gente vai à casa da vovó Lena assim &lt;br /&gt;
mesmo.  Mas dessa vez, eu, meu pai e minha mãe fomos a muitos outros lugares passear e foi muito legal também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda-feira, já na casa da vovó, Helena me contou, quando vovó não estava perto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa ''te-rrí-vel''!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena aprendeu a palavra ''terrível'' e toda hora ela fala ''terrível''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó guarda tudo que a gente desenha e escreve lá no quarto do fundo. Isso é te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a rir e perguntei: - Como é que você sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela disse pra minha mãe, que ela guarda tudo que a gente faz no armário grande lá no quarto do fundo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ela guarda pra quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena levantou os ombros até as orelhas e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso é te-rrí-vel – eu falei imitando Helena e começamos a rir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer pipoca e canjica, que a vó Lena tinha colocado na mesa pra gente comer antes de ir pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, vovó deu uma folha grande de novo para cada um e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que vocês não desenham uma cidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso! – eu e a Helena falamos “isso” na mesma hora e começamos a rir, porque a gente falou junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desenhei uma cidade com muitas ruas, carros, casas, um rio, ponte, ônibus, igreja e uns prédios. Helena desenhou uma cidade com &lt;br /&gt;
porquinhos, fadas, floresta, uma caverna e muitas flores. Helena olhou minha cidade e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai ter dragão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então desenhei um punhado de dragões voando sobre minha cidade. E falei pra ela desenhar um lago na cidade dela. Ela achou a ideia muito &lt;br /&gt;
legal e desenho um grande lago no meio da cidade. E pintou de amarelo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lago amarelo? Não é azul? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É. Amarelo. É muito mais bonito. E a caneta azul também já está fraquinha – disse Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó gostou muito das cidades e nos chamou para comer coxinha, bolinho de queijo e tomar suco de uva. No outro dia, vovó deu canetas &lt;br /&gt;
novas pra cada um, mas aí ficamos brincando de futebol e Helena cansou logo e foi brincar de boneca e eu continuei chutando bola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí vovó pôs milho cozido no pratinho pra gente comer e Helena falou que ia comer sem usar as mãos e comer que nem os passarinhos. E &lt;br /&gt;
então nós passamos a comer assim e vovó riu muito e a gente riu muito também. E aí fomos pra escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, nós tivemos que ficar no quintal de novo, enquanto a arrumadeira lavava o chão da casa. Vovó ficou sentada na poltrona &lt;br /&gt;
olhando as nuvens. Helena ficou conversando com as flores do jardim e com as fadas lá dela. E eu fiquei vendo um livro cheio de desenhos &lt;br /&gt;
de bichos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, Helena veio perto de mim e falou no meu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aconteceu uma coisa te-rrí-vel. Mas é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó está chorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você está chorando, vó? – eu perguntei pra minha avó Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, não é nada, não - disse minha avó. – É um cisco que caiu no meu olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está chorando, não - eu falei pra Helena. – É um cisco que caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O cisco caiu num olho e depois caiu no outro olho – Helena disse e voltou pulando pra conversar com suas flores e fadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois eu fui desenhar um dragão bem grande e ficou parecido com um dinossauro. E Helena perguntou o que era e eu falei que era meio &lt;br /&gt;
dragão, meio dinossauro. E ela falou que era um “dragãossauro” e a gente riu muito. E até vovó, que estava séria, riu muito também e &lt;br /&gt;
disse que ia guardar o “dragãossauro”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer cachorro quente com suco de laranja. E depois fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, Helena teve outra ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que a gente faz uma máscara de mergulhar? – ela disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A gente põe um plástico na cabeça e sai mergulhando e vendo tudo no fundo da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas aqui na casa da vovó Lena não tem piscina nem banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E precisa? – falou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ideia que Helena tem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos correndo falar com vovó da nossa ideia. Ela achou muito legal, mas disse que por plástico na cabeça só se tivesse furos bem grandes &lt;br /&gt;
pra entrar ar, senão era perigoso. E que era melhor a gente esperar até amanhã, mas eu vou contar agora o que aconteceu amanhã. Vovó &lt;br /&gt;
comprou duas máscaras de mergulho pra gente, que tampa só os olhos e deixa a boca de fora. E a gente colocou as máscaras e saímos nadando &lt;br /&gt;
pela casa da vovó vendo um punhado de peixes, bichos, tartarugas e sereias, e rindo muito.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que fomos comer um punhado de pastel de carne e de queijo com suco de manga. E fomos para a escola mais uma vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, na minha casa, eu tive então uma ideia muito legal e pensei “amanhã vou falar com Helena esta minha ideia”. E contei pro meu &lt;br /&gt;
pai e pra minha mãe a ideia que eu tive: uma máquina de ver no escuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Muito legal sua ideia.  Mas eu acho que tenho uma máquina assim – meu pai falou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no armário do seu quarto e pegou uma filmadora, que filmava no escuro, mas tudo verde, era só empurrar um botãozinho.  E me deu e eu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apaguei as luzes do quarto e fiquei filmando até a hora de dormir. No outro dia, levei a filmadora pra mostrar para Helena. Ela achou &lt;br /&gt;
super-legal no começo, mas depois disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fica tudo verde. Fica parecendo, como é que é mesmo aquilo que eu não gosto, que é verde, vó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brócolis, espinafre. Mas tem que comer que é bom – disse vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eco! – disse Helena fazendo cara de nojo. Eu ri da cara que a Helena fez e vovó riu também. E vovó guardou a filmadora, que podia cair &lt;br /&gt;
e estragar. Então, fomos brincar de jogar bola. E depois comemos pipoca com canjica. E saímos correndo para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite na minha casa desenhei uns robôs bem grandes e uns carros voadores pra mostrar pra Helena e vó Lena no outro dia. Contei pra &lt;br /&gt;
minha mãe e ela me contou uma coisa “te-rrí-vel”. Vó Lena se chama Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então, a Helena tem metade do nome da vovó – eu disse. Minha mãe achou graça e concordou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu cheguei à casa da vovó, Helena já estava lá e a gente falou junto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho um segredo pra te contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a gente riu e eu contei primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você sabia que vó Lena se chama Maria Helena? Que o seu nome é metade do dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena ficou olhando pra cima, pensou e disse: - Então é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois ela contou o seu segredo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena toda hora fala te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei onde vovó guarda o que a gente faz.  É lá no armário do quarto do fundo da casinha do quintal – disse Helena apontando com o &lt;br /&gt;
dedinho perto da boca na direção da casinha do fundo. – Mas isto é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos lá? – eu disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! – disse Helena. - Vamos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saímos correndo pro quartinho do fundo. A porta está sempre aberta e eu e Helena entramos. E Helena apontou com o dedinho perto da boca &lt;br /&gt;
pro armário, que estava com a chave na porta. Eu abri a porta e vimos duas pilhas enormes de papel, que a gente desenhou, que eram muito &lt;br /&gt;
mais altas que eu e a Helena juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos ver um? – Helena teve essa ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu peguei uma folha que eu alcançava e puxei. Ela estava presa e aí eu puxei com força e saiu um pedaço. E aí Helena também ajudou &lt;br /&gt;
a puxar e, de repente, as folhas  começaram a cair e a gente tentou segurar e as folhas foram caindo, caindo, caindo, caindo em cima da &lt;br /&gt;
gente e Helena gritou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não parava de cair as folhas de desenhos em cima da gente, parecia uma cachoeira de papel e a gente começou a jogar as folhas para cima &lt;br /&gt;
gritando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu vi um desenho, que eu fiz quando era criança, e um desenho que Helena fez, quando era mais criança ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vovó apareceu e disse: - Que bagunça! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó, quando fala “que bagunça”, não está achando que é muita bagunça, não. Mas minha mãe, quando fala “que bagunça!” ela está achando &lt;br /&gt;
que é muita bagunça mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a gente ficou sem saber o que fazer no meio da piscina de papel e então vó Lena ou vovó Maria Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando vocês forem do meu tamanho, vocês vão gostar muito de ver estes desenhos, que mostram um pouquinho do que como vocês são agora. &lt;br /&gt;
E vamos pra mesa que hoje tem brigadeiro e morango com leite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quer que ajuda, vó? – perguntou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó riu. - Não, pode deixar. Vão comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós saímos correndo pra cozinha e comemos brigadeiro com morango com leite. E quando a gente voltou para se despedir da vovó, ela já &lt;br /&gt;
tinha colocado quase tudo de volta no armário. Então voltamos correndo pra ir para escola e Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, vamos desenhar todo dia até ficar grande. Daí a gente vai fazer uma montanha de desenho que vai até nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3036</id>
		<title>Helena tem cada ideia!</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3036"/>
				<updated>2016-01-02T11:44:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Maria Helena Simões'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/ixb8levbx/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[url=http://postimg.org/image/shuv8aknt/][img]http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg[/img][/url]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me chamo João Pedro e já sou bem grande, maior do que minha prima Helena. Depois que eu acordo, minha mãe me leva pra casa da minha vó &lt;br /&gt;
Lena. Lá eu encontro com minha prima Helena, que eu já falei.  E a gente fica brincando, rindo e comendo até na hora de ir para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos brincar de ficar leve no ar, que nem os astooo...que nem eu vi na televisão mesmo, vó? – quando Helena não sabe falar alguma &lt;br /&gt;
coisa ela olha pra minha avó, que é avó dela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Astronautas – disse minha avó. Helena é muito pequena e ainda não sabe falar “astronautas” direito. Eu já sei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, vamos? – Helena abriu os braços e saiu como se estivesse leve no ar, voando pra lá e pra cá. Eu abri os braços também e saí voando &lt;br /&gt;
pra lá e pra cá e trombando na Helena e caímos sentados e a gente riu muito. E vovó riu muito também, mas mandou a gente parar, porque a &lt;br /&gt;
gente podia trombar e cair e machucar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Helena falou: - Seria legal a gente acordar de manhã e não precisar levantar, sair assim da cama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E começou a brincar de novo de braços abertos andando pra e pra cá, só que menos pra vovó não achar ruim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vovó fez suco de mamão e laranja com pão de queijo. A gente sentou na cadeira da mesa da cozinha e tomamos o suco e comemos um &lt;br /&gt;
punhado de pão de queijo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do lanche, eu inventei uma roupa de ficar invisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é que é? – perguntou Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você veste a roupa e ninguém vê você. É fácil – expliquei. - Olha só as pás do ventilador. Quando estão paradas, a gente vê. Quando &lt;br /&gt;
ligam, a gente quase não vê. Então é só fazer uma roupa que rode e que os outros enxerguem do outro lado sem ver a gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena pensou, pensou, fez uma careta e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando eu que ficar in-vi-sí-vel eu fecho o olho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saiu andando de olho fechado, quando trombando nas coisas. Eu também fechei os olhos e saí trombando nas coisas. E a gente riu muito. &lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas daí estava na hora de ir para a escola e vovó falou pra gente abrir os olhos e aprontar. E nos levou até a porta da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia tinha arrumação na casa da vovó. Então eu, Helena e vovó ficamos no quintal e vovó armou as redes e falou pra gente deitar e &lt;br /&gt;
ficar olhando as nuvens. E perguntou o que a gente estava vendo nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vi um dragão, um astronauta e um cavaleiro com espada. Helena viu umas porquinhas, umas fadas e muitas flores, que eu não vi. Eu &lt;br /&gt;
perguntei pra vovó o que ela estava vendo e ela disse que viu uma pessoa, que ela conheceu quando era mocinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a moça que arruma a casa da vovó disse que estava tudo pronto. E fomos para dentro da casa comer suco de melancia e tomar bolo de &lt;br /&gt;
chocolate, ih, errei, comer bolo de cenoura com chocolate por cima e tomar suco de melancia. E depois ficamos brincando de massinha e &lt;br /&gt;
fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, vi na televisão um homem falando que tem muito lixo no espaço, que é resto de foguete e de nave e até uma caixa de ferramenta, &lt;br /&gt;
que uma astronauta deixou escapar. Tive uma ideia de desenhar uma nave que corresse atrás do lixo e desse um tiro neles. E desenhei uma &lt;br /&gt;
nave com um canhão e também cheio de lanças pra fisgar os lixos. Daí é só chegar perto do lixo e bum! – dar um tiro nele, que espatifa &lt;br /&gt;
tudo e some. Ou então joga a lança no lixo e puxa com uma corda para a lixeira da nave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, fui correndo mostrar meu desenho pra Helena. Ela olhou e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, está faltando uma vassoura. Se tem lixo, tem que ter vassoura. Senão, como é que vai limpar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí desenhei uma vassoura bem grande na nave. Helena achou muito legal e fomos comer cachorro quente e suco de morango com leite que vovó &lt;br /&gt;
fez. E depois Helena teve outra ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos escrever o maior número que existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei legal a ideia e vovó arrumou um papel bem grande para cada um e passamos a escrever o maior número que existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu número era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8372360128293940124372612515328403848585151197210752801274...'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e eu fui  enchendo todo o papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fiquei cansado de escrever, fui ver o número da Helena, que era assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''|O|O|O|||||||OOOO|||OOOO||OOO|||||||||OOOOOOO||||||||||OOOO|||||||OOOOO|||O|O'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, Helena, só tem zero e um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, é muito mais fácil. É só fazer bolinha e risquinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então passei a escrever só 0 e 1 também no meu número. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual que o maior número? – eu perguntei pra vovó. – O meu ou o da Helena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó Lena olhou as folhas e disse que os dois números eram muito grandes e que houve empate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êpa! – eu e a Helena falamos ao mesmo tempo e toda vez que a gente fala a mesma coisa ao mesmo tempo a gente começa a rir. Toda vez que &lt;br /&gt;
tem disputa entre eu e Helena, vovó diz que deu empate. Mas aí vovó disse que estava na hora da escola e guardou as folhas para que a &lt;br /&gt;
gente escrevesse um número maior ainda outro dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então teve sábado e não tem aula e não fui à casa da minha avó, nem vi Helena. E teve domingo, que também não tem aula e foi a mesma &lt;br /&gt;
coisa. Minha mãe diz que é pra minha avó descansar um pouco. Mas, às vezes, é sábado e é domingo e a gente vai à casa da vovó Lena assim &lt;br /&gt;
mesmo.  Mas dessa vez, eu, meu pai e minha mãe fomos a muitos outros lugares passear e foi muito legal também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda-feira, já na casa da vovó, Helena me contou, quando vovó não estava perto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa ''te-rrí-vel''!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena aprendeu a palavra ''terrível'' e toda hora ela fala ''terrível''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó guarda tudo que a gente desenha e escreve lá no quarto do fundo. Isso é te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a rir e perguntei: - Como é que você sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela disse pra minha mãe, que ela guarda tudo que a gente faz no armário grande lá no quarto do fundo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ela guarda pra quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena levantou os ombros até as orelhas e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso é te-rrí-vel – eu falei imitando Helena e começamos a rir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer pipoca e canjica, que a vó Lena tinha colocado na mesa pra gente comer antes de ir pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, vovó deu uma folha grande de novo para cada um e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que vocês não desenham uma cidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso! – eu e a Helena falamos “isso” na mesma hora e começamos a rir, porque a gente falou junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desenhei uma cidade com muitas ruas, carros, casas, um rio, ponte, ônibus, igreja e uns prédios. Helena desenhou uma cidade com &lt;br /&gt;
porquinhos, fadas, floresta, uma caverna e muitas flores. Helena olhou minha cidade e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai ter dragão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então desenhei um punhado de dragões voando sobre minha cidade. E falei pra ela desenhar um lago na cidade dela. Ela achou a ideia muito &lt;br /&gt;
legal e desenho um grande lago no meio da cidade. E pintou de amarelo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lago amarelo? Não é azul? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É. Amarelo. É muito mais bonito. E a caneta azul também já está fraquinha – disse Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó gostou muito das cidades e nos chamou para comer coxinha, bolinho de queijo e tomar suco de uva. No outro dia, vovó deu canetas &lt;br /&gt;
novas pra cada um, mas aí ficamos brincando de futebol e Helena cansou logo e foi brincar de boneca e eu continuei chutando bola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí vovó pôs milho cozido no pratinho pra gente comer e Helena falou que ia comer sem usar as mãos e comer que nem os passarinhos. E &lt;br /&gt;
então nós passamos a comer assim e vovó riu muito e a gente riu muito também. E aí fomos pra escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, nós tivemos que ficar no quintal de novo, enquanto a arrumadeira lavava o chão da casa. Vovó ficou sentada na poltrona &lt;br /&gt;
olhando as nuvens. Helena ficou conversando com as flores do jardim e com as fadas lá dela. E eu fiquei vendo um livro cheio de desenhos &lt;br /&gt;
de bichos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, Helena veio perto de mim e falou no meu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aconteceu uma coisa te-rrí-vel. Mas é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó está chorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você está chorando, vó? – eu perguntei pra minha avó Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, não é nada, não - disse minha avó. – É um cisco que caiu no meu olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está chorando, não - eu falei pra Helena. – É um cisco que caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O cisco caiu num olho e depois caiu no outro olho – Helena disse e voltou pulando pra conversar com suas flores e fadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois eu fui desenhar um dragão bem grande e ficou parecido com um dinossauro. E Helena perguntou o que era e eu falei que era meio &lt;br /&gt;
dragão, meio dinossauro. E ela falou que era um “dragãossauro” e a gente riu muito. E até vovó, que estava séria, riu muito também e &lt;br /&gt;
disse que ia guardar o “dragãossauro”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer cachorro quente com suco de laranja. E depois fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, Helena teve outra ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que a gente faz uma máscara de mergulhar? – ela disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A gente põe um plástico na cabeça e sai mergulhando e vendo tudo no fundo da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas aqui na casa da vovó Lena não tem piscina nem banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E precisa? – falou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ideia que Helena tem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos correndo falar com vovó da nossa ideia. Ela achou muito legal, mas disse que por plástico na cabeça só se tivesse furos bem grandes &lt;br /&gt;
pra entrar ar, senão era perigoso. E que era melhor a gente esperar até amanhã, mas eu vou contar agora o que aconteceu amanhã. Vovó &lt;br /&gt;
comprou duas máscaras de mergulho pra gente, que tampa só os olhos e deixa a boca de fora. E a gente colocou as máscaras e saímos nadando &lt;br /&gt;
pela casa da vovó vendo um punhado de peixes, bichos, tartarugas e sereias, e rindo muito.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que fomos comer um punhado de pastel de carne e de queijo com suco de manga. E fomos para a escola mais uma vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, na minha casa, eu tive então uma ideia muito legal e pensei “amanhã vou falar com Helena esta minha ideia”. E contei pro meu &lt;br /&gt;
pai e pra minha mãe a ideia que eu tive: uma máquina de ver no escuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Muito legal sua ideia.  Mas eu acho que tenho uma máquina assim – meu pai falou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no armário do seu quarto e pegou uma filmadora, que filmava no escuro, mas tudo verde, era só empurrar um botãozinho.  E me deu e eu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apaguei as luzes do quarto e fiquei filmando até a hora de dormir. No outro dia, levei a filmadora pra mostrar para Helena. Ela achou &lt;br /&gt;
super-legal no começo, mas depois disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fica tudo verde. Fica parecendo, como é que é mesmo aquilo que eu não gosto, que é verde, vó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brócolis, espinafre. Mas tem que comer que é bom – disse vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eco! – disse Helena fazendo cara de nojo. Eu ri da cara que a Helena fez e vovó riu também. E vovó guardou a filmadora, que podia cair &lt;br /&gt;
e estragar. Então, fomos brincar de jogar bola. E depois comemos pipoca com canjica. E saímos correndo para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite na minha casa desenhei uns robôs bem grandes e uns carros voadores pra mostrar pra Helena e vó Lena no outro dia. Contei pra &lt;br /&gt;
minha mãe e ela me contou uma coisa “te-rrí-vel”. Vó Lena se chama Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então, a Helena tem metade do nome da vovó – eu disse. Minha mãe achou graça e concordou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu cheguei à casa da vovó, Helena já estava lá e a gente falou junto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho um segredo pra te contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a gente riu e eu contei primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você sabia que vó Lena se chama Maria Helena? Que o seu nome é metade do dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena ficou olhando pra cima, pensou e disse: - Então é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois ela contou o seu segredo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena toda hora fala te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei onde vovó guarda o que a gente faz.  É lá no armário do quarto do fundo da casinha do quintal – disse Helena apontando com o &lt;br /&gt;
dedinho perto da boca na direção da casinha do fundo. – Mas isto é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos lá? – eu disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! – disse Helena. - Vamos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saímos correndo pro quartinho do fundo. A porta está sempre aberta e eu e Helena entramos. E Helena apontou com o dedinho perto da boca &lt;br /&gt;
pro armário, que estava com a chave na porta. Eu abri a porta e vimos duas pilhas enormes de papel, que a gente desenhou, que eram muito &lt;br /&gt;
mais altas que eu e a Helena juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos ver um? – Helena teve essa ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu peguei uma folha que eu alcançava e puxei. Ela estava presa e aí eu puxei com força e saiu um pedaço. E aí Helena também ajudou &lt;br /&gt;
a puxar e, de repente, as folhas  começaram a cair e a gente tentou segurar e as folhas foram caindo, caindo, caindo, caindo em cima da &lt;br /&gt;
gente e Helena gritou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não parava de cair as folhas de desenhos em cima da gente, parecia uma cachoeira de papel e a gente começou a jogar as folhas para cima &lt;br /&gt;
gritando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu vi um desenho, que eu fiz quando era criança, e um desenho que Helena fez, quando era mais criança ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vovó apareceu e disse: - Que bagunça! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó, quando fala “que bagunça”, não está achando que é muita bagunça, não. Mas minha mãe, quando fala “que bagunça!” ela está achando &lt;br /&gt;
que é muita bagunça mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a gente ficou sem saber o que fazer no meio da piscina de papel e então vó Lena ou vovó Maria Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando vocês forem do meu tamanho, vocês vão gostar muito de ver estes desenhos, que mostram um pouquinho do que como vocês são agora. &lt;br /&gt;
E vamos pra mesa que hoje tem brigadeiro e morango com leite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quer que ajuda, vó? – perguntou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó riu. - Não, pode deixar. Vão comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós saímos correndo pra cozinha e comemos brigadeiro com morango com leite. E quando a gente voltou para se despedir da vovó, ela já &lt;br /&gt;
tinha colocado quase tudo de volta no armário. Então voltamos correndo pra ir para escola e Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, vamos desenhar todo dia até ficar grande. Daí a gente vai fazer uma montanha de desenho que vai até nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3035</id>
		<title>Helena tem cada ideia!</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3035"/>
				<updated>2016-01-02T11:43:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Maria Helena Simões'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/ixb8levbx/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me chamo João Pedro e já sou bem grande, maior do que minha prima Helena. Depois que eu acordo, minha mãe me leva pra casa da minha vó &lt;br /&gt;
Lena. Lá eu encontro com minha prima Helena, que eu já falei.  E a gente fica brincando, rindo e comendo até na hora de ir para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos brincar de ficar leve no ar, que nem os astooo...que nem eu vi na televisão mesmo, vó? – quando Helena não sabe falar alguma &lt;br /&gt;
coisa ela olha pra minha avó, que é avó dela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Astronautas – disse minha avó. Helena é muito pequena e ainda não sabe falar “astronautas” direito. Eu já sei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, vamos? – Helena abriu os braços e saiu como se estivesse leve no ar, voando pra lá e pra cá. Eu abri os braços também e saí voando &lt;br /&gt;
pra lá e pra cá e trombando na Helena e caímos sentados e a gente riu muito. E vovó riu muito também, mas mandou a gente parar, porque a &lt;br /&gt;
gente podia trombar e cair e machucar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Helena falou: - Seria legal a gente acordar de manhã e não precisar levantar, sair assim da cama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E começou a brincar de novo de braços abertos andando pra e pra cá, só que menos pra vovó não achar ruim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vovó fez suco de mamão e laranja com pão de queijo. A gente sentou na cadeira da mesa da cozinha e tomamos o suco e comemos um &lt;br /&gt;
punhado de pão de queijo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do lanche, eu inventei uma roupa de ficar invisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é que é? – perguntou Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você veste a roupa e ninguém vê você. É fácil – expliquei. - Olha só as pás do ventilador. Quando estão paradas, a gente vê. Quando &lt;br /&gt;
ligam, a gente quase não vê. Então é só fazer uma roupa que rode e que os outros enxerguem do outro lado sem ver a gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena pensou, pensou, fez uma careta e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando eu que ficar in-vi-sí-vel eu fecho o olho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saiu andando de olho fechado, quando trombando nas coisas. Eu também fechei os olhos e saí trombando nas coisas. E a gente riu muito. &lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas daí estava na hora de ir para a escola e vovó falou pra gente abrir os olhos e aprontar. E nos levou até a porta da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia tinha arrumação na casa da vovó. Então eu, Helena e vovó ficamos no quintal e vovó armou as redes e falou pra gente deitar e &lt;br /&gt;
ficar olhando as nuvens. E perguntou o que a gente estava vendo nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vi um dragão, um astronauta e um cavaleiro com espada. Helena viu umas porquinhas, umas fadas e muitas flores, que eu não vi. Eu &lt;br /&gt;
perguntei pra vovó o que ela estava vendo e ela disse que viu uma pessoa, que ela conheceu quando era mocinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a moça que arruma a casa da vovó disse que estava tudo pronto. E fomos para dentro da casa comer suco de melancia e tomar bolo de &lt;br /&gt;
chocolate, ih, errei, comer bolo de cenoura com chocolate por cima e tomar suco de melancia. E depois ficamos brincando de massinha e &lt;br /&gt;
fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, vi na televisão um homem falando que tem muito lixo no espaço, que é resto de foguete e de nave e até uma caixa de ferramenta, &lt;br /&gt;
que uma astronauta deixou escapar. Tive uma ideia de desenhar uma nave que corresse atrás do lixo e desse um tiro neles. E desenhei uma &lt;br /&gt;
nave com um canhão e também cheio de lanças pra fisgar os lixos. Daí é só chegar perto do lixo e bum! – dar um tiro nele, que espatifa &lt;br /&gt;
tudo e some. Ou então joga a lança no lixo e puxa com uma corda para a lixeira da nave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, fui correndo mostrar meu desenho pra Helena. Ela olhou e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, está faltando uma vassoura. Se tem lixo, tem que ter vassoura. Senão, como é que vai limpar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí desenhei uma vassoura bem grande na nave. Helena achou muito legal e fomos comer cachorro quente e suco de morango com leite que vovó &lt;br /&gt;
fez. E depois Helena teve outra ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos escrever o maior número que existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei legal a ideia e vovó arrumou um papel bem grande para cada um e passamos a escrever o maior número que existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu número era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8372360128293940124372612515328403848585151197210752801274...'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e eu fui  enchendo todo o papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fiquei cansado de escrever, fui ver o número da Helena, que era assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''|O|O|O|||||||OOOO|||OOOO||OOO|||||||||OOOOOOO||||||||||OOOO|||||||OOOOO|||O|O'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, Helena, só tem zero e um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, é muito mais fácil. É só fazer bolinha e risquinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então passei a escrever só 0 e 1 também no meu número. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual que o maior número? – eu perguntei pra vovó. – O meu ou o da Helena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó Lena olhou as folhas e disse que os dois números eram muito grandes e que houve empate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êpa! – eu e a Helena falamos ao mesmo tempo e toda vez que a gente fala a mesma coisa ao mesmo tempo a gente começa a rir. Toda vez que &lt;br /&gt;
tem disputa entre eu e Helena, vovó diz que deu empate. Mas aí vovó disse que estava na hora da escola e guardou as folhas para que a &lt;br /&gt;
gente escrevesse um número maior ainda outro dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então teve sábado e não tem aula e não fui à casa da minha avó, nem vi Helena. E teve domingo, que também não tem aula e foi a mesma &lt;br /&gt;
coisa. Minha mãe diz que é pra minha avó descansar um pouco. Mas, às vezes, é sábado e é domingo e a gente vai à casa da vovó Lena assim &lt;br /&gt;
mesmo.  Mas dessa vez, eu, meu pai e minha mãe fomos a muitos outros lugares passear e foi muito legal também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda-feira, já na casa da vovó, Helena me contou, quando vovó não estava perto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa ''te-rrí-vel''!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena aprendeu a palavra ''terrível'' e toda hora ela fala ''terrível''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó guarda tudo que a gente desenha e escreve lá no quarto do fundo. Isso é te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a rir e perguntei: - Como é que você sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela disse pra minha mãe, que ela guarda tudo que a gente faz no armário grande lá no quarto do fundo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ela guarda pra quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena levantou os ombros até as orelhas e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso é te-rrí-vel – eu falei imitando Helena e começamos a rir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer pipoca e canjica, que a vó Lena tinha colocado na mesa pra gente comer antes de ir pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, vovó deu uma folha grande de novo para cada um e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que vocês não desenham uma cidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso! – eu e a Helena falamos “isso” na mesma hora e começamos a rir, porque a gente falou junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desenhei uma cidade com muitas ruas, carros, casas, um rio, ponte, ônibus, igreja e uns prédios. Helena desenhou uma cidade com &lt;br /&gt;
porquinhos, fadas, floresta, uma caverna e muitas flores. Helena olhou minha cidade e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai ter dragão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então desenhei um punhado de dragões voando sobre minha cidade. E falei pra ela desenhar um lago na cidade dela. Ela achou a ideia muito &lt;br /&gt;
legal e desenho um grande lago no meio da cidade. E pintou de amarelo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lago amarelo? Não é azul? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É. Amarelo. É muito mais bonito. E a caneta azul também já está fraquinha – disse Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó gostou muito das cidades e nos chamou para comer coxinha, bolinho de queijo e tomar suco de uva. No outro dia, vovó deu canetas &lt;br /&gt;
novas pra cada um, mas aí ficamos brincando de futebol e Helena cansou logo e foi brincar de boneca e eu continuei chutando bola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí vovó pôs milho cozido no pratinho pra gente comer e Helena falou que ia comer sem usar as mãos e comer que nem os passarinhos. E &lt;br /&gt;
então nós passamos a comer assim e vovó riu muito e a gente riu muito também. E aí fomos pra escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, nós tivemos que ficar no quintal de novo, enquanto a arrumadeira lavava o chão da casa. Vovó ficou sentada na poltrona &lt;br /&gt;
olhando as nuvens. Helena ficou conversando com as flores do jardim e com as fadas lá dela. E eu fiquei vendo um livro cheio de desenhos &lt;br /&gt;
de bichos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, Helena veio perto de mim e falou no meu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aconteceu uma coisa te-rrí-vel. Mas é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó está chorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você está chorando, vó? – eu perguntei pra minha avó Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, não é nada, não - disse minha avó. – É um cisco que caiu no meu olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está chorando, não - eu falei pra Helena. – É um cisco que caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O cisco caiu num olho e depois caiu no outro olho – Helena disse e voltou pulando pra conversar com suas flores e fadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois eu fui desenhar um dragão bem grande e ficou parecido com um dinossauro. E Helena perguntou o que era e eu falei que era meio &lt;br /&gt;
dragão, meio dinossauro. E ela falou que era um “dragãossauro” e a gente riu muito. E até vovó, que estava séria, riu muito também e &lt;br /&gt;
disse que ia guardar o “dragãossauro”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer cachorro quente com suco de laranja. E depois fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, Helena teve outra ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que a gente faz uma máscara de mergulhar? – ela disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A gente põe um plástico na cabeça e sai mergulhando e vendo tudo no fundo da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas aqui na casa da vovó Lena não tem piscina nem banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E precisa? – falou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ideia que Helena tem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos correndo falar com vovó da nossa ideia. Ela achou muito legal, mas disse que por plástico na cabeça só se tivesse furos bem grandes &lt;br /&gt;
pra entrar ar, senão era perigoso. E que era melhor a gente esperar até amanhã, mas eu vou contar agora o que aconteceu amanhã. Vovó &lt;br /&gt;
comprou duas máscaras de mergulho pra gente, que tampa só os olhos e deixa a boca de fora. E a gente colocou as máscaras e saímos nadando &lt;br /&gt;
pela casa da vovó vendo um punhado de peixes, bichos, tartarugas e sereias, e rindo muito.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que fomos comer um punhado de pastel de carne e de queijo com suco de manga. E fomos para a escola mais uma vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, na minha casa, eu tive então uma ideia muito legal e pensei “amanhã vou falar com Helena esta minha ideia”. E contei pro meu &lt;br /&gt;
pai e pra minha mãe a ideia que eu tive: uma máquina de ver no escuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Muito legal sua ideia.  Mas eu acho que tenho uma máquina assim – meu pai falou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no armário do seu quarto e pegou uma filmadora, que filmava no escuro, mas tudo verde, era só empurrar um botãozinho.  E me deu e eu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apaguei as luzes do quarto e fiquei filmando até a hora de dormir. No outro dia, levei a filmadora pra mostrar para Helena. Ela achou &lt;br /&gt;
super-legal no começo, mas depois disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fica tudo verde. Fica parecendo, como é que é mesmo aquilo que eu não gosto, que é verde, vó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brócolis, espinafre. Mas tem que comer que é bom – disse vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eco! – disse Helena fazendo cara de nojo. Eu ri da cara que a Helena fez e vovó riu também. E vovó guardou a filmadora, que podia cair &lt;br /&gt;
e estragar. Então, fomos brincar de jogar bola. E depois comemos pipoca com canjica. E saímos correndo para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite na minha casa desenhei uns robôs bem grandes e uns carros voadores pra mostrar pra Helena e vó Lena no outro dia. Contei pra &lt;br /&gt;
minha mãe e ela me contou uma coisa “te-rrí-vel”. Vó Lena se chama Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então, a Helena tem metade do nome da vovó – eu disse. Minha mãe achou graça e concordou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu cheguei à casa da vovó, Helena já estava lá e a gente falou junto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho um segredo pra te contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a gente riu e eu contei primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você sabia que vó Lena se chama Maria Helena? Que o seu nome é metade do dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena ficou olhando pra cima, pensou e disse: - Então é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois ela contou o seu segredo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena toda hora fala te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei onde vovó guarda o que a gente faz.  É lá no armário do quarto do fundo da casinha do quintal – disse Helena apontando com o &lt;br /&gt;
dedinho perto da boca na direção da casinha do fundo. – Mas isto é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos lá? – eu disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! – disse Helena. - Vamos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saímos correndo pro quartinho do fundo. A porta está sempre aberta e eu e Helena entramos. E Helena apontou com o dedinho perto da boca &lt;br /&gt;
pro armário, que estava com a chave na porta. Eu abri a porta e vimos duas pilhas enormes de papel, que a gente desenhou, que eram muito &lt;br /&gt;
mais altas que eu e a Helena juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos ver um? – Helena teve essa ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu peguei uma folha que eu alcançava e puxei. Ela estava presa e aí eu puxei com força e saiu um pedaço. E aí Helena também ajudou &lt;br /&gt;
a puxar e, de repente, as folhas  começaram a cair e a gente tentou segurar e as folhas foram caindo, caindo, caindo, caindo em cima da &lt;br /&gt;
gente e Helena gritou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não parava de cair as folhas de desenhos em cima da gente, parecia uma cachoeira de papel e a gente começou a jogar as folhas para cima &lt;br /&gt;
gritando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu vi um desenho, que eu fiz quando era criança, e um desenho que Helena fez, quando era mais criança ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vovó apareceu e disse: - Que bagunça! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó, quando fala “que bagunça”, não está achando que é muita bagunça, não. Mas minha mãe, quando fala “que bagunça!” ela está achando &lt;br /&gt;
que é muita bagunça mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a gente ficou sem saber o que fazer no meio da piscina de papel e então vó Lena ou vovó Maria Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando vocês forem do meu tamanho, vocês vão gostar muito de ver estes desenhos, que mostram um pouquinho do que como vocês são agora. &lt;br /&gt;
E vamos pra mesa que hoje tem brigadeiro e morango com leite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quer que ajuda, vó? – perguntou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó riu. - Não, pode deixar. Vão comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós saímos correndo pra cozinha e comemos brigadeiro com morango com leite. E quando a gente voltou para se despedir da vovó, ela já &lt;br /&gt;
tinha colocado quase tudo de volta no armário. Então voltamos correndo pra ir para escola e Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, vamos desenhar todo dia até ficar grande. Daí a gente vai fazer uma montanha de desenho que vai até nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3034</id>
		<title>Helena tem cada ideia!</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3034"/>
				<updated>2016-01-02T11:42:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Maria Helena Simões'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/ixb8levbx/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/shuv8aknt/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me chamo João Pedro e já sou bem grande, maior do que minha prima Helena. Depois que eu acordo, minha mãe me leva pra casa da minha vó &lt;br /&gt;
Lena. Lá eu encontro com minha prima Helena, que eu já falei.  E a gente fica brincando, rindo e comendo até na hora de ir para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos brincar de ficar leve no ar, que nem os astooo...que nem eu vi na televisão mesmo, vó? – quando Helena não sabe falar alguma &lt;br /&gt;
coisa ela olha pra minha avó, que é avó dela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Astronautas – disse minha avó. Helena é muito pequena e ainda não sabe falar “astronautas” direito. Eu já sei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, vamos? – Helena abriu os braços e saiu como se estivesse leve no ar, voando pra lá e pra cá. Eu abri os braços também e saí voando &lt;br /&gt;
pra lá e pra cá e trombando na Helena e caímos sentados e a gente riu muito. E vovó riu muito também, mas mandou a gente parar, porque a &lt;br /&gt;
gente podia trombar e cair e machucar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Helena falou: - Seria legal a gente acordar de manhã e não precisar levantar, sair assim da cama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E começou a brincar de novo de braços abertos andando pra e pra cá, só que menos pra vovó não achar ruim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vovó fez suco de mamão e laranja com pão de queijo. A gente sentou na cadeira da mesa da cozinha e tomamos o suco e comemos um &lt;br /&gt;
punhado de pão de queijo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do lanche, eu inventei uma roupa de ficar invisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é que é? – perguntou Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você veste a roupa e ninguém vê você. É fácil – expliquei. - Olha só as pás do ventilador. Quando estão paradas, a gente vê. Quando &lt;br /&gt;
ligam, a gente quase não vê. Então é só fazer uma roupa que rode e que os outros enxerguem do outro lado sem ver a gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena pensou, pensou, fez uma careta e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando eu que ficar in-vi-sí-vel eu fecho o olho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saiu andando de olho fechado, quando trombando nas coisas. Eu também fechei os olhos e saí trombando nas coisas. E a gente riu muito. &lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas daí estava na hora de ir para a escola e vovó falou pra gente abrir os olhos e aprontar. E nos levou até a porta da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia tinha arrumação na casa da vovó. Então eu, Helena e vovó ficamos no quintal e vovó armou as redes e falou pra gente deitar e &lt;br /&gt;
ficar olhando as nuvens. E perguntou o que a gente estava vendo nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vi um dragão, um astronauta e um cavaleiro com espada. Helena viu umas porquinhas, umas fadas e muitas flores, que eu não vi. Eu &lt;br /&gt;
perguntei pra vovó o que ela estava vendo e ela disse que viu uma pessoa, que ela conheceu quando era mocinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a moça que arruma a casa da vovó disse que estava tudo pronto. E fomos para dentro da casa comer suco de melancia e tomar bolo de &lt;br /&gt;
chocolate, ih, errei, comer bolo de cenoura com chocolate por cima e tomar suco de melancia. E depois ficamos brincando de massinha e &lt;br /&gt;
fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, vi na televisão um homem falando que tem muito lixo no espaço, que é resto de foguete e de nave e até uma caixa de ferramenta, &lt;br /&gt;
que uma astronauta deixou escapar. Tive uma ideia de desenhar uma nave que corresse atrás do lixo e desse um tiro neles. E desenhei uma &lt;br /&gt;
nave com um canhão e também cheio de lanças pra fisgar os lixos. Daí é só chegar perto do lixo e bum! – dar um tiro nele, que espatifa &lt;br /&gt;
tudo e some. Ou então joga a lança no lixo e puxa com uma corda para a lixeira da nave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, fui correndo mostrar meu desenho pra Helena. Ela olhou e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, está faltando uma vassoura. Se tem lixo, tem que ter vassoura. Senão, como é que vai limpar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí desenhei uma vassoura bem grande na nave. Helena achou muito legal e fomos comer cachorro quente e suco de morango com leite que vovó &lt;br /&gt;
fez. E depois Helena teve outra ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos escrever o maior número que existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei legal a ideia e vovó arrumou um papel bem grande para cada um e passamos a escrever o maior número que existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu número era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8372360128293940124372612515328403848585151197210752801274...'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e eu fui  enchendo todo o papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fiquei cansado de escrever, fui ver o número da Helena, que era assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''|O|O|O|||||||OOOO|||OOOO||OOO|||||||||OOOOOOO||||||||||OOOO|||||||OOOOO|||O|O'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, Helena, só tem zero e um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, é muito mais fácil. É só fazer bolinha e risquinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então passei a escrever só 0 e 1 também no meu número. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual que o maior número? – eu perguntei pra vovó. – O meu ou o da Helena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó Lena olhou as folhas e disse que os dois números eram muito grandes e que houve empate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êpa! – eu e a Helena falamos ao mesmo tempo e toda vez que a gente fala a mesma coisa ao mesmo tempo a gente começa a rir. Toda vez que &lt;br /&gt;
tem disputa entre eu e Helena, vovó diz que deu empate. Mas aí vovó disse que estava na hora da escola e guardou as folhas para que a &lt;br /&gt;
gente escrevesse um número maior ainda outro dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então teve sábado e não tem aula e não fui à casa da minha avó, nem vi Helena. E teve domingo, que também não tem aula e foi a mesma &lt;br /&gt;
coisa. Minha mãe diz que é pra minha avó descansar um pouco. Mas, às vezes, é sábado e é domingo e a gente vai à casa da vovó Lena assim &lt;br /&gt;
mesmo.  Mas dessa vez, eu, meu pai e minha mãe fomos a muitos outros lugares passear e foi muito legal também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda-feira, já na casa da vovó, Helena me contou, quando vovó não estava perto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa ''te-rrí-vel''!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena aprendeu a palavra ''terrível'' e toda hora ela fala ''terrível''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó guarda tudo que a gente desenha e escreve lá no quarto do fundo. Isso é te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a rir e perguntei: - Como é que você sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela disse pra minha mãe, que ela guarda tudo que a gente faz no armário grande lá no quarto do fundo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ela guarda pra quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena levantou os ombros até as orelhas e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso é te-rrí-vel – eu falei imitando Helena e começamos a rir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer pipoca e canjica, que a vó Lena tinha colocado na mesa pra gente comer antes de ir pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, vovó deu uma folha grande de novo para cada um e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que vocês não desenham uma cidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso! – eu e a Helena falamos “isso” na mesma hora e começamos a rir, porque a gente falou junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desenhei uma cidade com muitas ruas, carros, casas, um rio, ponte, ônibus, igreja e uns prédios. Helena desenhou uma cidade com &lt;br /&gt;
porquinhos, fadas, floresta, uma caverna e muitas flores. Helena olhou minha cidade e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai ter dragão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então desenhei um punhado de dragões voando sobre minha cidade. E falei pra ela desenhar um lago na cidade dela. Ela achou a ideia muito &lt;br /&gt;
legal e desenho um grande lago no meio da cidade. E pintou de amarelo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lago amarelo? Não é azul? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É. Amarelo. É muito mais bonito. E a caneta azul também já está fraquinha – disse Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó gostou muito das cidades e nos chamou para comer coxinha, bolinho de queijo e tomar suco de uva. No outro dia, vovó deu canetas &lt;br /&gt;
novas pra cada um, mas aí ficamos brincando de futebol e Helena cansou logo e foi brincar de boneca e eu continuei chutando bola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí vovó pôs milho cozido no pratinho pra gente comer e Helena falou que ia comer sem usar as mãos e comer que nem os passarinhos. E &lt;br /&gt;
então nós passamos a comer assim e vovó riu muito e a gente riu muito também. E aí fomos pra escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, nós tivemos que ficar no quintal de novo, enquanto a arrumadeira lavava o chão da casa. Vovó ficou sentada na poltrona &lt;br /&gt;
olhando as nuvens. Helena ficou conversando com as flores do jardim e com as fadas lá dela. E eu fiquei vendo um livro cheio de desenhos &lt;br /&gt;
de bichos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, Helena veio perto de mim e falou no meu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aconteceu uma coisa te-rrí-vel. Mas é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó está chorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você está chorando, vó? – eu perguntei pra minha avó Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, não é nada, não - disse minha avó. – É um cisco que caiu no meu olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está chorando, não - eu falei pra Helena. – É um cisco que caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O cisco caiu num olho e depois caiu no outro olho – Helena disse e voltou pulando pra conversar com suas flores e fadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois eu fui desenhar um dragão bem grande e ficou parecido com um dinossauro. E Helena perguntou o que era e eu falei que era meio &lt;br /&gt;
dragão, meio dinossauro. E ela falou que era um “dragãossauro” e a gente riu muito. E até vovó, que estava séria, riu muito também e &lt;br /&gt;
disse que ia guardar o “dragãossauro”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer cachorro quente com suco de laranja. E depois fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, Helena teve outra ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que a gente faz uma máscara de mergulhar? – ela disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A gente põe um plástico na cabeça e sai mergulhando e vendo tudo no fundo da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas aqui na casa da vovó Lena não tem piscina nem banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E precisa? – falou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ideia que Helena tem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos correndo falar com vovó da nossa ideia. Ela achou muito legal, mas disse que por plástico na cabeça só se tivesse furos bem grandes &lt;br /&gt;
pra entrar ar, senão era perigoso. E que era melhor a gente esperar até amanhã, mas eu vou contar agora o que aconteceu amanhã. Vovó &lt;br /&gt;
comprou duas máscaras de mergulho pra gente, que tampa só os olhos e deixa a boca de fora. E a gente colocou as máscaras e saímos nadando &lt;br /&gt;
pela casa da vovó vendo um punhado de peixes, bichos, tartarugas e sereias, e rindo muito.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que fomos comer um punhado de pastel de carne e de queijo com suco de manga. E fomos para a escola mais uma vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, na minha casa, eu tive então uma ideia muito legal e pensei “amanhã vou falar com Helena esta minha ideia”. E contei pro meu &lt;br /&gt;
pai e pra minha mãe a ideia que eu tive: uma máquina de ver no escuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Muito legal sua ideia.  Mas eu acho que tenho uma máquina assim – meu pai falou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no armário do seu quarto e pegou uma filmadora, que filmava no escuro, mas tudo verde, era só empurrar um botãozinho.  E me deu e eu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apaguei as luzes do quarto e fiquei filmando até a hora de dormir. No outro dia, levei a filmadora pra mostrar para Helena. Ela achou &lt;br /&gt;
super-legal no começo, mas depois disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fica tudo verde. Fica parecendo, como é que é mesmo aquilo que eu não gosto, que é verde, vó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brócolis, espinafre. Mas tem que comer que é bom – disse vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eco! – disse Helena fazendo cara de nojo. Eu ri da cara que a Helena fez e vovó riu também. E vovó guardou a filmadora, que podia cair &lt;br /&gt;
e estragar. Então, fomos brincar de jogar bola. E depois comemos pipoca com canjica. E saímos correndo para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite na minha casa desenhei uns robôs bem grandes e uns carros voadores pra mostrar pra Helena e vó Lena no outro dia. Contei pra &lt;br /&gt;
minha mãe e ela me contou uma coisa “te-rrí-vel”. Vó Lena se chama Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então, a Helena tem metade do nome da vovó – eu disse. Minha mãe achou graça e concordou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu cheguei à casa da vovó, Helena já estava lá e a gente falou junto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho um segredo pra te contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a gente riu e eu contei primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você sabia que vó Lena se chama Maria Helena? Que o seu nome é metade do dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena ficou olhando pra cima, pensou e disse: - Então é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois ela contou o seu segredo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena toda hora fala te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei onde vovó guarda o que a gente faz.  É lá no armário do quarto do fundo da casinha do quintal – disse Helena apontando com o &lt;br /&gt;
dedinho perto da boca na direção da casinha do fundo. – Mas isto é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos lá? – eu disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! – disse Helena. - Vamos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saímos correndo pro quartinho do fundo. A porta está sempre aberta e eu e Helena entramos. E Helena apontou com o dedinho perto da boca &lt;br /&gt;
pro armário, que estava com a chave na porta. Eu abri a porta e vimos duas pilhas enormes de papel, que a gente desenhou, que eram muito &lt;br /&gt;
mais altas que eu e a Helena juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos ver um? – Helena teve essa ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu peguei uma folha que eu alcançava e puxei. Ela estava presa e aí eu puxei com força e saiu um pedaço. E aí Helena também ajudou &lt;br /&gt;
a puxar e, de repente, as folhas  começaram a cair e a gente tentou segurar e as folhas foram caindo, caindo, caindo, caindo em cima da &lt;br /&gt;
gente e Helena gritou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não parava de cair as folhas de desenhos em cima da gente, parecia uma cachoeira de papel e a gente começou a jogar as folhas para cima &lt;br /&gt;
gritando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu vi um desenho, que eu fiz quando era criança, e um desenho que Helena fez, quando era mais criança ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vovó apareceu e disse: - Que bagunça! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó, quando fala “que bagunça”, não está achando que é muita bagunça, não. Mas minha mãe, quando fala “que bagunça!” ela está achando &lt;br /&gt;
que é muita bagunça mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a gente ficou sem saber o que fazer no meio da piscina de papel e então vó Lena ou vovó Maria Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando vocês forem do meu tamanho, vocês vão gostar muito de ver estes desenhos, que mostram um pouquinho do que como vocês são agora. &lt;br /&gt;
E vamos pra mesa que hoje tem brigadeiro e morango com leite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quer que ajuda, vó? – perguntou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó riu. - Não, pode deixar. Vão comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós saímos correndo pra cozinha e comemos brigadeiro com morango com leite. E quando a gente voltou para se despedir da vovó, ela já &lt;br /&gt;
tinha colocado quase tudo de volta no armário. Então voltamos correndo pra ir para escola e Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, vamos desenhar todo dia até ficar grande. Daí a gente vai fazer uma montanha de desenho que vai até nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3033</id>
		<title>Helena tem cada ideia!</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=Helena_tem_cada_ideia!&amp;diff=3033"/>
				<updated>2016-01-02T11:41:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Maria Helena Simões'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/ixb8levbx/l_mpada_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me chamo João Pedro e já sou bem grande, maior do que minha prima Helena. Depois que eu acordo, minha mãe me leva pra casa da minha vó &lt;br /&gt;
Lena. Lá eu encontro com minha prima Helena, que eu já falei.  E a gente fica brincando, rindo e comendo até na hora de ir para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos brincar de ficar leve no ar, que nem os astooo...que nem eu vi na televisão mesmo, vó? – quando Helena não sabe falar alguma &lt;br /&gt;
coisa ela olha pra minha avó, que é avó dela também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Astronautas – disse minha avó. Helena é muito pequena e ainda não sabe falar “astronautas” direito. Eu já sei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, vamos? – Helena abriu os braços e saiu como se estivesse leve no ar, voando pra lá e pra cá. Eu abri os braços também e saí voando &lt;br /&gt;
pra lá e pra cá e trombando na Helena e caímos sentados e a gente riu muito. E vovó riu muito também, mas mandou a gente parar, porque a &lt;br /&gt;
gente podia trombar e cair e machucar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Helena falou: - Seria legal a gente acordar de manhã e não precisar levantar, sair assim da cama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E começou a brincar de novo de braços abertos andando pra e pra cá, só que menos pra vovó não achar ruim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então vovó fez suco de mamão e laranja com pão de queijo. A gente sentou na cadeira da mesa da cozinha e tomamos o suco e comemos um &lt;br /&gt;
punhado de pão de queijo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do lanche, eu inventei uma roupa de ficar invisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como é que é? – perguntou Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você veste a roupa e ninguém vê você. É fácil – expliquei. - Olha só as pás do ventilador. Quando estão paradas, a gente vê. Quando &lt;br /&gt;
ligam, a gente quase não vê. Então é só fazer uma roupa que rode e que os outros enxerguem do outro lado sem ver a gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena pensou, pensou, fez uma careta e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando eu que ficar in-vi-sí-vel eu fecho o olho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saiu andando de olho fechado, quando trombando nas coisas. Eu também fechei os olhos e saí trombando nas coisas. E a gente riu muito. &lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas daí estava na hora de ir para a escola e vovó falou pra gente abrir os olhos e aprontar. E nos levou até a porta da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia tinha arrumação na casa da vovó. Então eu, Helena e vovó ficamos no quintal e vovó armou as redes e falou pra gente deitar e &lt;br /&gt;
ficar olhando as nuvens. E perguntou o que a gente estava vendo nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vi um dragão, um astronauta e um cavaleiro com espada. Helena viu umas porquinhas, umas fadas e muitas flores, que eu não vi. Eu &lt;br /&gt;
perguntei pra vovó o que ela estava vendo e ela disse que viu uma pessoa, que ela conheceu quando era mocinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a moça que arruma a casa da vovó disse que estava tudo pronto. E fomos para dentro da casa comer suco de melancia e tomar bolo de &lt;br /&gt;
chocolate, ih, errei, comer bolo de cenoura com chocolate por cima e tomar suco de melancia. E depois ficamos brincando de massinha e &lt;br /&gt;
fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, vi na televisão um homem falando que tem muito lixo no espaço, que é resto de foguete e de nave e até uma caixa de ferramenta, &lt;br /&gt;
que uma astronauta deixou escapar. Tive uma ideia de desenhar uma nave que corresse atrás do lixo e desse um tiro neles. E desenhei uma &lt;br /&gt;
nave com um canhão e também cheio de lanças pra fisgar os lixos. Daí é só chegar perto do lixo e bum! – dar um tiro nele, que espatifa &lt;br /&gt;
tudo e some. Ou então joga a lança no lixo e puxa com uma corda para a lixeira da nave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, fui correndo mostrar meu desenho pra Helena. Ela olhou e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, está faltando uma vassoura. Se tem lixo, tem que ter vassoura. Senão, como é que vai limpar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí desenhei uma vassoura bem grande na nave. Helena achou muito legal e fomos comer cachorro quente e suco de morango com leite que vovó &lt;br /&gt;
fez. E depois Helena teve outra ideia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos escrever o maior número que existe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei legal a ideia e vovó arrumou um papel bem grande para cada um e passamos a escrever o maior número que existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu número era assim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8372360128293940124372612515328403848585151197210752801274...'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e eu fui  enchendo todo o papel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando fiquei cansado de escrever, fui ver o número da Helena, que era assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''|O|O|O|||||||OOOO|||OOOO||OOO|||||||||OOOOOOO||||||||||OOOO|||||||OOOOO|||O|O'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, Helena, só tem zero e um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uai, é muito mais fácil. É só fazer bolinha e risquinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então passei a escrever só 0 e 1 também no meu número. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual que o maior número? – eu perguntei pra vovó. – O meu ou o da Helena?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó Lena olhou as folhas e disse que os dois números eram muito grandes e que houve empate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êpa! – eu e a Helena falamos ao mesmo tempo e toda vez que a gente fala a mesma coisa ao mesmo tempo a gente começa a rir. Toda vez que &lt;br /&gt;
tem disputa entre eu e Helena, vovó diz que deu empate. Mas aí vovó disse que estava na hora da escola e guardou as folhas para que a &lt;br /&gt;
gente escrevesse um número maior ainda outro dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então teve sábado e não tem aula e não fui à casa da minha avó, nem vi Helena. E teve domingo, que também não tem aula e foi a mesma &lt;br /&gt;
coisa. Minha mãe diz que é pra minha avó descansar um pouco. Mas, às vezes, é sábado e é domingo e a gente vai à casa da vovó Lena assim &lt;br /&gt;
mesmo.  Mas dessa vez, eu, meu pai e minha mãe fomos a muitos outros lugares passear e foi muito legal também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda-feira, já na casa da vovó, Helena me contou, quando vovó não estava perto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa ''te-rrí-vel''!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena aprendeu a palavra ''terrível'' e toda hora ela fala ''terrível''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó guarda tudo que a gente desenha e escreve lá no quarto do fundo. Isso é te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a rir e perguntei: - Como é que você sabe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ela disse pra minha mãe, que ela guarda tudo que a gente faz no armário grande lá no quarto do fundo.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ela guarda pra quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena levantou os ombros até as orelhas e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso é te-rrí-vel – eu falei imitando Helena e começamos a rir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer pipoca e canjica, que a vó Lena tinha colocado na mesa pra gente comer antes de ir pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, vovó deu uma folha grande de novo para cada um e falou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que vocês não desenham uma cidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso! – eu e a Helena falamos “isso” na mesma hora e começamos a rir, porque a gente falou junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desenhei uma cidade com muitas ruas, carros, casas, um rio, ponte, ônibus, igreja e uns prédios. Helena desenhou uma cidade com &lt;br /&gt;
porquinhos, fadas, floresta, uma caverna e muitas flores. Helena olhou minha cidade e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai ter dragão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então desenhei um punhado de dragões voando sobre minha cidade. E falei pra ela desenhar um lago na cidade dela. Ela achou a ideia muito &lt;br /&gt;
legal e desenho um grande lago no meio da cidade. E pintou de amarelo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lago amarelo? Não é azul? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É. Amarelo. É muito mais bonito. E a caneta azul também já está fraquinha – disse Helena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó gostou muito das cidades e nos chamou para comer coxinha, bolinho de queijo e tomar suco de uva. No outro dia, vovó deu canetas &lt;br /&gt;
novas pra cada um, mas aí ficamos brincando de futebol e Helena cansou logo e foi brincar de boneca e eu continuei chutando bola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí vovó pôs milho cozido no pratinho pra gente comer e Helena falou que ia comer sem usar as mãos e comer que nem os passarinhos. E &lt;br /&gt;
então nós passamos a comer assim e vovó riu muito e a gente riu muito também. E aí fomos pra escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, nós tivemos que ficar no quintal de novo, enquanto a arrumadeira lavava o chão da casa. Vovó ficou sentada na poltrona &lt;br /&gt;
olhando as nuvens. Helena ficou conversando com as flores do jardim e com as fadas lá dela. E eu fiquei vendo um livro cheio de desenhos &lt;br /&gt;
de bichos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, Helena veio perto de mim e falou no meu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aconteceu uma coisa te-rrí-vel. Mas é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vovó está chorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você está chorando, vó? – eu perguntei pra minha avó Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, não é nada, não - disse minha avó. – É um cisco que caiu no meu olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não está chorando, não - eu falei pra Helena. – É um cisco que caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O cisco caiu num olho e depois caiu no outro olho – Helena disse e voltou pulando pra conversar com suas flores e fadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois eu fui desenhar um dragão bem grande e ficou parecido com um dinossauro. E Helena perguntou o que era e eu falei que era meio &lt;br /&gt;
dragão, meio dinossauro. E ela falou que era um “dragãossauro” e a gente riu muito. E até vovó, que estava séria, riu muito também e &lt;br /&gt;
disse que ia guardar o “dragãossauro”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fomos comer cachorro quente com suco de laranja. E depois fomos pra escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro dia, Helena teve outra ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que a gente faz uma máscara de mergulhar? – ela disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Como? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A gente põe um plástico na cabeça e sai mergulhando e vendo tudo no fundo da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas aqui na casa da vovó Lena não tem piscina nem banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E precisa? – falou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ideia que Helena tem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos correndo falar com vovó da nossa ideia. Ela achou muito legal, mas disse que por plástico na cabeça só se tivesse furos bem grandes &lt;br /&gt;
pra entrar ar, senão era perigoso. E que era melhor a gente esperar até amanhã, mas eu vou contar agora o que aconteceu amanhã. Vovó &lt;br /&gt;
comprou duas máscaras de mergulho pra gente, que tampa só os olhos e deixa a boca de fora. E a gente colocou as máscaras e saímos nadando &lt;br /&gt;
pela casa da vovó vendo um punhado de peixes, bichos, tartarugas e sereias, e rindo muito.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que fomos comer um punhado de pastel de carne e de queijo com suco de manga. E fomos para a escola mais uma vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite, na minha casa, eu tive então uma ideia muito legal e pensei “amanhã vou falar com Helena esta minha ideia”. E contei pro meu &lt;br /&gt;
pai e pra minha mãe a ideia que eu tive: uma máquina de ver no escuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Muito legal sua ideia.  Mas eu acho que tenho uma máquina assim – meu pai falou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no armário do seu quarto e pegou uma filmadora, que filmava no escuro, mas tudo verde, era só empurrar um botãozinho.  E me deu e eu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apaguei as luzes do quarto e fiquei filmando até a hora de dormir. No outro dia, levei a filmadora pra mostrar para Helena. Ela achou &lt;br /&gt;
super-legal no começo, mas depois disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fica tudo verde. Fica parecendo, como é que é mesmo aquilo que eu não gosto, que é verde, vó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brócolis, espinafre. Mas tem que comer que é bom – disse vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eco! – disse Helena fazendo cara de nojo. Eu ri da cara que a Helena fez e vovó riu também. E vovó guardou a filmadora, que podia cair &lt;br /&gt;
e estragar. Então, fomos brincar de jogar bola. E depois comemos pipoca com canjica. E saímos correndo para a escola. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De noite na minha casa desenhei uns robôs bem grandes e uns carros voadores pra mostrar pra Helena e vó Lena no outro dia. Contei pra &lt;br /&gt;
minha mãe e ela me contou uma coisa “te-rrí-vel”. Vó Lena se chama Maria Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então, a Helena tem metade do nome da vovó – eu disse. Minha mãe achou graça e concordou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu cheguei à casa da vovó, Helena já estava lá e a gente falou junto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho um segredo pra te contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a gente riu e eu contei primeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você sabia que vó Lena se chama Maria Helena? Que o seu nome é metade do dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena ficou olhando pra cima, pensou e disse: - Então é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois ela contou o seu segredo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Descobri uma coisa te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena toda hora fala te-rrí-vel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O quê? – eu perguntei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei onde vovó guarda o que a gente faz.  É lá no armário do quarto do fundo da casinha do quintal – disse Helena apontando com o &lt;br /&gt;
dedinho perto da boca na direção da casinha do fundo. – Mas isto é segredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos lá? – eu disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! – disse Helena. - Vamos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saímos correndo pro quartinho do fundo. A porta está sempre aberta e eu e Helena entramos. E Helena apontou com o dedinho perto da boca &lt;br /&gt;
pro armário, que estava com a chave na porta. Eu abri a porta e vimos duas pilhas enormes de papel, que a gente desenhou, que eram muito &lt;br /&gt;
mais altas que eu e a Helena juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos ver um? – Helena teve essa ideia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu peguei uma folha que eu alcançava e puxei. Ela estava presa e aí eu puxei com força e saiu um pedaço. E aí Helena também ajudou &lt;br /&gt;
a puxar e, de repente, as folhas  começaram a cair e a gente tentou segurar e as folhas foram caindo, caindo, caindo, caindo em cima da &lt;br /&gt;
gente e Helena gritou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não parava de cair as folhas de desenhos em cima da gente, parecia uma cachoeira de papel e a gente começou a jogar as folhas para cima &lt;br /&gt;
gritando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Êba! Êba! Êba!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu vi um desenho, que eu fiz quando era criança, e um desenho que Helena fez, quando era mais criança ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí vovó apareceu e disse: - Que bagunça! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó, quando fala “que bagunça”, não está achando que é muita bagunça, não. Mas minha mãe, quando fala “que bagunça!” ela está achando &lt;br /&gt;
que é muita bagunça mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí a gente ficou sem saber o que fazer no meio da piscina de papel e então vó Lena ou vovó Maria Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quando vocês forem do meu tamanho, vocês vão gostar muito de ver estes desenhos, que mostram um pouquinho do que como vocês são agora. &lt;br /&gt;
E vamos pra mesa que hoje tem brigadeiro e morango com leite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quer que ajuda, vó? – perguntou Helena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vovó riu. - Não, pode deixar. Vão comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós saímos correndo pra cozinha e comemos brigadeiro com morango com leite. E quando a gente voltou para se despedir da vovó, ela já &lt;br /&gt;
tinha colocado quase tudo de volta no armário. Então voltamos correndo pra ir para escola e Helena disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- João Pedro, vamos desenhar todo dia até ficar grande. Daí a gente vai fazer uma montanha de desenho que vai até nas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena tem cada ideia!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=3032</id>
		<title>Página principal</title>
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				<updated>2016-01-01T15:22:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, balanço de 2015:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países. Cambuí acessou 661 vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/g36nyb1ul/Wikip_dia_2015.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=3031</id>
		<title>Página principal</title>
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				<updated>2016-01-01T15:21:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, um balanço de 2015:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países. Cambuí acessou 661 vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/g36nyb1ul/Wikip_dia_2015.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, um balanço de 2015:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/g36nyb1ul/Wikip_dia_2015.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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				<updated>2016-01-01T15:14:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, um balanço de 2015:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, um balanço de 2015'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, um balanço de 2015'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.&lt;br /&gt;
Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=3026</id>
		<title>Página principal</title>
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				<updated>2016-01-01T15:12:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Cambuí, um balanço de 2015'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 15 de outubro a 31 de dezembro, 1.597 pessoas acessaram 2.301 vezes e viram 4.448 páginas.Os acessos vieram de 399 cidades de 54 países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: ''Google Analytics.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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		<id>http://www.cambui.wiki.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=3025</id>
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				<updated>2016-01-01T15:09:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;189.83.186.133: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;http://s20.postimg.org/spchheexp/e8da7b38_617f_4dc8_813b_9cdfcad669b5.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Biogeografia de uma cidade mineira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Levindo Furquim Lambert''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{|&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/jkw0iqza5/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
|http://s20.postimg.org/crpbebcbh/wordle.png&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na direita, as palavras mais citadas no livro''&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Wikipédia das crianças ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Helena tem cada ideia!]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Minha vida em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/fnn7lobyx/mvc1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Clube, a Praça e a Igreja ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[A menina dos olhos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A história do Clube Literário e Recreativo de Cambuí'', '''Sílvia de Freitas Datovo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/bi32kqmxl/meninadosolhos_1.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Tombamento do Jardim da Praça Matriz de Cambuí, MG]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Benedito Tadeu de Oliveira'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6o1wn77a1/tpfoto2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A foto mais antiga de Cambuí''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João Antonio Guimenti'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Apelidos]] == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;Adorfo dos Oro&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;Zorro&amp;lt;/code&amp;gt; são '''346''' até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== [[Cambuí e a Revolução de 1932]] ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um telegrama expulsa os invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/6voktf7vd/caf_comleite_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Biogeografia de uma cidade mineira]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/eyzwaedqx/levindo_0.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Almanaque de Cambuí]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O jogo]]&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/4eqlrds49/ojogo_0.jpg&lt;br /&gt;
* [[Questão hermenêutica]]&lt;br /&gt;
* [[Quem ri melhor, não ri]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Cambuí, contos]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ef/Capa_cambui_contos0001.jpg/180px-Capa_cambui_contos0001.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
---&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[João Belisário, sua vida e seus crimes]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/zdxnwlewn/belisariocapa.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Perfis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Padre Caramuru]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/j96dsbqxl/pe_Caramuru.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[ACLAC - patrona Ana Bueno]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/9twm7n2jd/Dona_Ana_Bueno.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Maria Virginia Lambert''', da ACLAC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Francisco Cândido de Brito Lambert]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/4c2s2cybb/cel_Lambert.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O coronel Lambert'', por '''Gustavo Lambert Del Agnolo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Marcus Wagner de Carvalho Bayeux]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/6e39glwaj/mindocor.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por '''Glória Bayeux'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Códigos secretos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto de Sebastião Meyer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O código secreto do tio Onofre]] Rangel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuhy, 1925]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s15.postimg.org/89q1rrl4n/Cambui1925a.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O Montanhês]], &amp;quot;A Montanha&amp;quot; satiriza a situação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[As mortes de Dr. Carlos Cavalcanti]], por enquanto, 3 versões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lista dos [[Jornais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí, criação do município]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Receitas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Rosquinhas]]&lt;br /&gt;
* [[Virado de banana]]&lt;br /&gt;
* [[Quibebe]]&lt;br /&gt;
* [[Doce de abóbora]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Passeando pelas estradas de Cambuí pela Street View]]=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um passeio com total segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Fotos antigas de Cambuí com GPS]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Eclipses do Sol]] === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De &amp;lt;code&amp;gt;1907&amp;lt;/code&amp;gt; a &amp;lt;code&amp;gt;2840.&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Onde tem cambuí em Cambuí]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''' e '''Grilo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cb/Cambuinojardim6.jpg/250px-Cambuinojardim6.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Educação &amp;amp; Ciência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Grupo Escolar Dr. Carlos Cavalcanti]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lagartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Colégio Estadual Antônio Felipe de Salles, CEAFS, 50 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Literatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[A Enchente, João Batista Teixeira]]&lt;br /&gt;
* [[Lendas urbanas]];&lt;br /&gt;
* [[Desafortunados]], José dos Reis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ainda Padres, Prefeitos, Cambuí na internet etc.  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* listas dos [[Padres]] que trabalharam e dos [[Padres nascidos em Cambuí]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Prefeitos - de 1892 a 1947]], [[Prefeitos - de 1947 até hoje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cambuí na internet]]; [[Lembranças de Cambuí, Facebook]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cine Cambuí]]; [[Os primeiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[O nome da praça Coronel Justiniano Quintino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sobre a ACLAC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://s20.postimg.org/t0x3saheh/capawiki2.jpg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[ACLAC - Estatuto]], [[ACLAC - Patronos e acadêmicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* textos dos acadêmicos sobre os patronos ''Antônio Cândido de Mello e Souza, Bento Bueno de Morais, Cândido de Brito Lambert, Felisindo Finamor, Helena Maria Carvalho Ferraz, Henderson Antônio Braz de Morais, João Batista Corrêa, João Moreira Salles, José dos Reis, João Marinho, Lázaro Silva, Levindo Furquim Lambert, Maria do Carmo Nascimento, Neuman Pereira Fanuchi, Olímpio Nogueira Figueiredo e Wanderley Meyer''. Procure o texto em ''Pesquisa'', no alto à direita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/groups/992410460792401/\ ACLAC no Facebook]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Wikipédia de Cambuí ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Academia de Letras, Artes e Ciências de Cambuí (ACLAC'''), fundada em 16 de julho de 2011, tem como sua maior missão a preservação da cultura e da memória de Cambuí em todos os seus aspectos. Além disso, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cidade por meio das mais diversas ações e da participação nos movimentos da sociedade civil que apontem para a elevação do patrimônio cultural e de sua ampliação em direção a todos os cidadãos. É neste sentido que este trabalho de construção da '''Wikipédia de Cambuí''', iniciada em 23 de setembro de 2015,  vem dar forma e consistência a seu projeto existencial. Por meio deste instrumento pretende-se acumular o maior número possível de informações sobre a história e a cultura do município e torna-las disponíveis ao público, estimulando a todos que tomem parte desta empreitada e a ampliem com sua contribuição.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
'''Flávio Ferraz''', presidente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há pensador que negue a legitimidade, o mérito do que já passou para explicar o dia de hoje e os que virão. Penso que em '''Wikipédia de Cambuí''' somos atores e espectadores de várias gerações que, como velas acesas, foram se queimando na chama ardente e efêmera do sonho, do ideal, da esperança, da fantasia.É prazeroso reviver momentos de sua vida, de seus vultos, dos grandes acontecimentos sociais, religiosos e acompanhar, passo a passo, o seu desenvolvimento. Pegadas que vão fazendo a história! Parabéns '''ACLAC''' pela iniciativa do projeto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Letícia Machado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Índice geral ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cambui.wiki.br/index.php/Especial:Todas_as_p%C3%A1ginas/ Todas as páginas da Wikipédia]&lt;br /&gt;
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=== Informações técnicas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Wiki Cambuí:Sobre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== email ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''cambuiwiki@micropic.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sugestão:''' [[Como escrever para esta wikipédia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consulte também o [//meta.wikimedia.org/wiki/Help:Contents Manual de Usuário] para informações de como usar o software wiki.&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:Configuration_settings Lista de opções de configuração]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Manual:FAQ FAQ do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/mediawiki-announce Lista de discussão com avisos de novas versões do MediaWiki]&lt;br /&gt;
* [//www.mediawiki.org/wiki/Special:MyLanguage/Localisation#Translation_resources Traduza o MediaWiki para seu idioma]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>189.83.186.133</name></author>	</entry>

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